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dimanche 30 août 2026 · ECHO HARBOR NEWS · 30 août, 09:28 UTC

261 estrangeiros de 23 países estão desaparecidos — G1

Deslizamento no Himalaia deixa 261 estrangeiros de 23 países desaparecidos no lado tibetano da fronteira com o Nepal.

Enquanto o desastre domina a cobertura internacional, o clima some da campanha presidencial brasileira.

Neste domingo, a China informou que '261 estrangeiros de 23 países estão desaparecidos' (G1) no lado tibetano da fronteira com o Nepal, depois que um deslizamento de terra devastou a região do Himalaia. O número chegou pela manhã, sem nomes ainda, sem imagens confirmadas — apenas a extensão: vinte e três países, duzentas e sessenta e uma pessoas, uma montanha que cedeu.

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  1. Bolsonaro articulou golpe com militares após derrota eleitoral

    O ex-presidente Jair Bolsonaro teria coordenado com oficiais das Forças Armadas um plano para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva após as eleições de 2022. A tentativa envolveu pressão sobre instituições democráticas e o uso de estruturas militares para fins políticos. As investigações em curso apontam para reuniões e documentos que indicam planejamento deliberado de ruptura institucional.

    "A democracia brasileira foi colocada sob pressão direta por quem deveria garantir sua continuidade."

  2. China confirma 261 estrangeiros desaparecidos no Tibete

    Um deslizamento de terra no Himalaia, na região fronteiriça de Gyirong entre o Tibete e o Nepal, deixou centenas de mortos e milhares de desaparecidos dos dois lados da fronteira. As autoridades chinesas identificaram 261 estrangeiros de 23 países entre os desaparecidos no lado tibetano. No Nepal, o balanço é ainda mais grave, com estimativas que apontam para mais de 700 mortos e cerca de três mil pessoas sem paradeiro conhecido.

    "261 estrangeiros de 23 países estão desaparecidos no lado tibetano da fronteira com o Nepal."

  3. Islândia vota em referendo sobre adesão à União Europeia

    A Islândia realizará em 2026 um referendo sobre a retomada das negociações de adesão à União Europeia, processo suspenso desde 2013. O impulso renovado vem em parte das declarações do presidente americano Donald Trump sobre a anexação da Groenlândia, vizinha islandesa, o que reacendeu o debate sobre segurança e soberania no país. Os eleitores islandeses decidirão se o país deve ou não voltar à mesa de negociações com Bruxelas.

    "Como quase tudo no mundo nestes últimos dois anos, o processo ganhou renovado impulso graças às bravatas do presidente americano, notadamente seu desejo de anexar a vizinha Groenlândia."

  4. Equador condena ex-presidente Moreno a cinco anos de prisão

    A Justiça do Equador condenou o ex-presidente Lenín Moreno a cinco anos de prisão por suborno ligado à construção da hidrelétrica Coca Codo Sinclair, a maior do país. O contrato foi firmado com a empresa chinesa Sinohydro durante o período em que Moreno ocupava cargo no governo. A sentença marca mais um capítulo nas investigações de corrupção que envolvem a obra, alvo de denúncias há anos.

  5. Trump amplia restrições a vistos para imigrantes legais

    A administração Trump prepara a maior revogação de vistos da história dos Estados Unidos, afetando turistas, trabalhadores qualificados e imigrantes em processo legal de regularização. Entre as medidas previstas está uma taxa superior a R$ 500 mil para vistos profissionais. Brasileiros que buscam o green card estão entre os diretamente atingidos pela nova política.

    "A Casa Branca pretende formalizar a maior revogação de vistos na história do país."

  6. EUA e Venezuela firmam acordo energético de 25 anos

    A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, confirmou um acordo energético de longo prazo com os Estados Unidos que, segundo Donald Trump, garante ao país norte-americano controle majoritário sobre mais de 65 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo venezuelanas. Trump afirmou que o pacto não terá custo direto ao contribuinte americano. Os detalhes operacionais do acordo, incluindo o papel da Chevron, ainda não foram divulgados na íntegra.

    "O pacto garante o controle majoritário dos EUA sobre mais de 65 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo na Venezuela, sem nenhum custo para o contribuinte americano."

  7. Lula enfrenta pressão crescente sobre dívida pública

    O governo Lula enfrenta questionamentos do mercado financeiro e da opinião pública sobre a trajetória da dívida pública brasileira, com preocupações que devem se intensificar até 2026. A deterioração fiscal coloca o presidente diante de escolhas difíceis entre gastos sociais e equilíbrio das contas públicas. O cenário externo, marcado por tarifas norte-americanas e instabilidade global, adiciona pressão sobre a economia brasileira.

  8. Mostra de São Paulo anuncia edição de 50 anos em 2026

    A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo confirmou que sua 50ª edição será realizada em outubro de 2026. O festival, um dos maiores da América Latina, marca meio século de exibições dedicadas ao cinema de autor e à produção independente mundial. A data reforça o compromisso dos organizadores com o público paulistano, que acompanha o evento desde 1977.

  9. Candidatos brasileiros evitam debate climático em 2026

    Na corrida presidencial brasileira de 2026, o tema das mudanças climáticas permanece à margem do debate político. Em entrevista ao Jornal Nacional, o candidato Flávio Bolsonaro classificou eventos extremos como fenômenos cíclicos e não apresentou nenhum plano de mitigação, sugerindo saneamento básico como resposta. O silêncio dos demais candidatos reforça um padrão preocupante: enquanto o Brasil enfrenta secas e enchentes históricas, a agenda climática não encontra espaço na disputa eleitoral.

    "Eventos extremos são cíclicos — e a única solução apresentada foi saneamento básico."

  10. Flávio Bolsonaro descarta cortes em aposentadorias para ajuste fiscal

    O senador Flávio Bolsonaro, em entrevista à TV Globo durante evento em Angra dos Reis, afirmou que o ajuste fiscal não precisa recair sobre aposentados ou sobre o salário mínimo. O presidenciável defendeu que há outras formas de equilibrar as contas públicas sem reduzir benefícios da população mais vulnerável. A declaração ocorre em meio ao debate nacional sobre onde cortar gastos sem comprometer a base eleitoral.

    "'Não precisa fazer economia em cima dos aposentados', disse Flávio Bolsonaro."

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