Em meio a uma dívida pública que já ultrapassa 81% do PIB e a pressões crescentes por reforma previdenciária, Flávio Bolsonaro apresentou sua visão de equilíbrio fiscal: cortar onde o Estado é gordo, poupar onde o cidadão é vulnerável. A promessa de não tocar em aposentadorias nem no salário mínimo revela uma aposta política tão antiga quanto os dilemas que ela tenta contornar — a de que é possível sanear as contas públicas sem distribuir o ônus entre os mais dependentes do Estado. Se a matemática confirma ou contradiz essa promessa, o debate ainda está por vir.
Flávio promete ajuste fiscal sem mexer em aposentadorias ou salário mínimo
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