The Town anuncia datas de sua terceira edição em setembro de 2027

A intenção é fazer desta a maior edição até agora
Ronaldo Pereira, novo CEO do The Town, sobre os planos para 2027.
Mark

Por que o The Town escolheu justamente esses cinco dias em setembro, e não uma sequência contínua?

Mimi

A fragmentação em dois fins de semana permite que o festival respire, que a cidade respire. Também oferece flexibilidade ao público — nem todos podem comparecer cinco dias seguidos. É uma estratégia que equilibra ambição com acessibilidade.

Mark

Ronaldo Pereira fala em "maior edição". Maior em quê, exatamente? Público? Orçamento? Artistas?

Mimi

Provavelmente tudo isso junto. Mas o que importa é que ele está sinalizando crescimento. Cada edição anterior foi um teste, um aprendizado. Agora a organização se sente confiante o suficiente para expandir.

Mark

Essas metas sobre sustentabilidade e inclusão — são reais ou apenas marketing?

Mimi

É difícil dizer sem ver a execução. Mas o fato de estarem sendo nomeadas publicamente significa que haverá prestação de contas. O público e a mídia vão cobrar.

Mark

Roberto Medina criou o Rock in Rio, que é gigantesco. O The Town consegue competir?

Mimi

Não precisa competir. São públicos diferentes, formatos diferentes. O Rock in Rio é uma instituição. O The Town é mais jovem, mais ágil, pode experimentar mais. Isso é uma vantagem, não uma desvantagem.

Mark

E se o line-up decepcionar?

Mimi

Então a terceira edição não será a maior. Mas a organização sabe disso. Não anunciariam datas e metas sem ter artistas de peso já confirmados nos bastidores.

  • Com um novo CEO à frente, o The Town chega a 2027 sob pressão de superar duas edições anteriores e justificar sua escala crescente.
  • O festival ocupa cinco dias em setembro — 4, 5, 6, 11 e 12 — no mesmo Autódromo de Interlagos, mas com promessas que vão muito além do palco.
  • Sustentabilidade, inclusão, economia circular e mudanças climáticas entram na pauta oficial, sinalizando que o evento quer ser visto como agente de transformação, não só entretenimento.
  • O que ainda falta — e é o que o público realmente espera — é o line-up: os artistas de 2027 ainda não foram anunciados, deixando a promessa de grandiosidade sem seu elemento mais concreto.

Festivais de grande porte não são apenas eventos — são declarações sobre o que uma cidade escolhe celebrar. O The Town, criado pelo produtor Roberto Medina, anunciou que sua terceira edição acontecerá em setembro de 2027 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com a ambição de ser a maior até agora. Por trás das datas e do novo CEO está uma aposta mais ampla: transformar o festival em parte permanente da identidade cultural e social da metrópole.

O The Town confirmou sua terceira edição para setembro de 2027, com cinco dias de programação — nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 — no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo. O retorno ao mesmo espaço das edições anteriores vem acompanhado de ambições declaradamente maiores.

Ronaldo Pereira, novo CEO do festival, sinalizou que 2027 será um ponto de inflexão: a intenção é consolidar São Paulo como destino de peso para grandes eventos e aprofundar a relação do festival com a cidade. Para isso, a organização estabeleceu compromissos que transcendem a música — educação, inclusão, sustentabilidade e economia circular figuram entre as prioridades anunciadas.

O festival tem origem no mesmo universo criativo do Rock in Rio: foi concebido por Roberto Medina e estreou em São Paulo em 2023, com segunda edição em 2025. A experiência acumulada nessas duas primeiras edições é apresentada como alicerce para o salto que se pretende dar agora.

O que ainda está em aberto é justamente o que mais importa ao público: o line-up. Os artistas de 2027 não foram divulgados. Por ora, existem as datas, o local e a promessa — o restante virá depois.

O The Town marcou presença no calendário cultural de São Paulo para 2027. Na sexta-feira passada, a organização do festival confirmou que sua terceira edição acontecerá em cinco dias espalhados por setembro — nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 — no Autódromo de Interlagos, na zona sul da cidade. É um retorno ao mesmo espaço que já recebeu as edições anteriores, agora com ambições ainda maiores.

Ronaldo Pereira, que assume como novo CEO do festival, deixou claro que 2027 será diferente. A intenção é fazer desta a maior edição até agora, ampliando a presença do evento na vida da cidade e consolidando São Paulo como um destino de peso para entretenimento e grandes eventos. Não é apenas sobre trazer artistas e público; é sobre reposicionar o festival dentro da própria metrópole.

Para alcançar isso, o The Town estabeleceu um conjunto de metas que vai além da música. A próxima edição terá foco em educação, sistemas alimentares, mudanças climáticas, economia circular, inclusão e pluralidade. São compromissos que refletem uma tendência crescente de festivais de música se posicionarem como agentes de transformação social, não apenas entretenimento.

O festival tem raízes profundas na indústria de eventos brasileira. Criado por Roberto Medina, o mesmo produtor responsável pelo Rock in Rio, o The Town estreou em São Paulo em 2023 e realizou sua segunda edição em 2025. Para Medina, as experiências acumuladas nessas duas primeiras edições criaram uma base sólida de relacionamento com a cidade, algo que a organização pretende potencializar agora.

O que ainda falta saber é quem vai tocar. Os nomes dos artistas que integrarão o line-up de 2027 não foram divulgados. Essa é a informação que fará a diferença real para o público — a programação musical é o coração de qualquer festival. Por enquanto, o que existe é o esqueleto: as datas, o local, a promessa de grandiosidade. Os detalhes que transformam promessa em realidade virão depois.

A organização pretende fazer em 2027 a maior edição do festival
— Ronaldo Pereira, CEO do The Town
As experiências anteriores fortaleceram a relação entre o festival e a cidade
— Roberto Medina, criador do The Town
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