Num tempo em que o poder tecnológico se traduz cada vez mais em raízes físicas e históricas, Mark Zuckerberg adquiriu o castelo de Strancally, no condado de Waterford, por entre 20 e 30 milhões de euros — uma estrutura gótica de 1830 que atravessou dois séculos antes de chegar às mãos do CEO da Meta. A compra não é apenas um gesto de riqueza, mas um sinal de pertença: a Irlanda, sede internacional da Meta, torna-se agora também lar escolhido por quem molda a comunicação global.
Mark Zuckerberg compra castelo na Irlanda por até 30 milhões de euros
Quatro minutos e meio entre a cozinha e a sala de jantar
Porque é que Zuckerberg escolheria um castelo na Irlanda, de todos os lugares do mundo?
A Meta tem a sua sede internacional em Dublin. Para alguém na posição dele, não é apenas uma casa — é estar próximo do centro operacional de uma das suas maiores operações globais.
Trinta milhões de euros é uma quantia significativa. O que torna este castelo específico tão valioso?
A idade, a história, o tamanho. Construído em 1830, projetado por arquitetos de renome, quase 180 hectares. Mas também o facto de estar já em processo de renovação há duas décadas — é uma propriedade que já foi investida, já foi pensada.
Essa história de quatro minutos e meio entre a cozinha e a sala de jantar — é apenas uma curiosidade ou diz algo mais?
Diz que é um espaço verdadeiramente monumental. Não é uma casa. É um castelo no sentido literal. Quando a distância entre duas divisões exige uma caminhada de vários minutos, estamos a falar de escala que a maioria das pessoas nunca vai experienciar.
Dyson e Collison também compraram na Irlanda. É coincidência ou há algo que atrai especificamente estes homens para lá?
Não é coincidência. A Irlanda oferece estabilidade, infraestrutura tecnológica, e agora tem uma reputação estabelecida como destino para este tipo de investimento. Quando um líder tecnológico compra lá, outros veem que é um lugar onde pessoas como eles vivem.
O que muda para Zuckerberg agora que tem esta propriedade?
Formalmente, nada muda na Meta. Mas pessoalmente, ele tem agora um lugar onde pode estar quando quer estar perto da sua operação europeia mais importante. É um enraizamento, uma declaração de que a Irlanda não é apenas um escritório — é casa.
El Pulso
- Um castelo gótico do século XIX, com quase 180 hectares e uma caminhada de quatro minutos e meio entre a cozinha e a sala de jantar, foi adquirido por um dos homens mais poderosos do mundo tecnológico.
- A Meta confirmou oficialmente a transação, sublinhando o compromisso de Zuckerberg e da sua família em passar mais tempo na Irlanda — onde a empresa mantém a sua sede internacional.
- O valor da compra, estimado entre 20 e 30 milhões de euros, reacende o debate sobre a concentração de riqueza tecnológica em propriedades históricas europeias.
- A aquisição não é um caso isolado: James Dyson e John Collison já compraram propriedades de alto valor na Irlanda nos últimos anos, desenhando um padrão de atração da elite tecnológica global para o país.
Num tempo em que o poder tecnológico se traduz cada vez mais em raízes físicas e históricas, Mark Zuckerberg adquiriu o castelo de Strancally, no condado de Waterford, por entre 20 e 30 milhões de euros — uma estrutura gótica de 1830 que atravessou dois séculos antes de chegar às mãos do CEO da Meta. A compra não é apenas um gesto de riqueza, mas um sinal de pertença: a Irlanda, sede internacional da Meta, torna-se agora também lar escolhido por quem molda a comunicação global.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, concluiu a compra do castelo de Strancally, no condado de Waterford, por uma quantia estimada entre 20 e 30 milhões de euros. A propriedade inclui quase 180 hectares de terreno envolvente e representa uma das aquisições imobiliárias mais notáveis de um líder tecnológico na Europa recente.
O castelo foi erguido em 1830 para John Keily, antigo parlamentar britânico, segundo o estilo gótico concebido pelos arquitetos irmãos Pain. Após duas décadas de renovações contínuas, a propriedade mantém o seu caráter histórico enquanto incorpora modernizações. A escala do imóvel é ilustrada por um detalhe singular: percorrer o trajeto entre a cozinha e a sala de jantar exige uma caminhada de quatro minutos e meio.
Em comunicado oficial, a Meta revelou que Zuckerberg e a sua família estão entusiasmados com a aquisição e comprometidos em cuidar desta herança histórica, dedicando mais tempo à Irlanda — país onde a empresa tem a sua sede internacional.
A compra enquadra-se numa tendência crescente: James Dyson adquiriu uma propriedade na região em 2024, e John Collison, cofundador da Stripe, fez o mesmo em 2021. A Irlanda afirma-se, assim, como destino privilegiado para a elite tecnológica global que procura não apenas negócios, mas também raízes.
Mark Zuckerberg, cofundador e CEO da Meta, completou a compra de um castelo na Irlanda por uma quantia entre 20 e 30 milhões de euros. O imóvel é o castelo de Strancally, localizado no condado de Waterford, acompanhado por quase 180 hectares de propriedade envolvente. A transação foi confirmada pela própria Meta, que divulgou um comunicado oficial sobre a aquisição.
O castelo data de 1830, quando foi construído para John Keily, um antigo membro do parlamento britânico ligado ao partido conservador. A estrutura segue o estilo gótico e foi concebida pelos arquitetos irmãos James e George Richard Pain. Ao longo dos últimos vinte anos, a propriedade passou por extensas renovações, mantendo-se assim em processo contínuo de modernização e restauro.
Um dos detalhes mais curiosos sobre o imóvel é a sua escala interior. Segundo informações disponíveis, é necessária uma caminhada rápida de quatro minutos e meio para percorrer o trajeto entre a cozinha e a sala de jantar — uma medida que ilustra bem as dimensões do castelo e a distância que separa diferentes áreas funcionais da residência.
Em comunicado oficial, a Meta expressou o entusiasmo de Zuckerberg e da sua família com a aquisição. A empresa reforçou que o executivo e os seus pretendem dedicar mais tempo na Irlanda, onde a Meta mantém a sua sede internacional. O comunicado refere que a família está comprometida em cuidar desta propriedade histórica e em usufruir do tempo passado no país.
A compra de Zuckerberg insere-se numa tendência mais ampla de líderes tecnológicos a adquirirem propriedades de grande valor na região irlandesa. James Dyson, fundador da empresa de eletrodomésticos Dyson, comprou uma propriedade nas proximidades em 2024. John Collison, cofundador da plataforma de pagamentos Stripe, adquiriu uma mansão na Irlanda em 2021. A concentração de investimento imobiliário de alto valor por parte de figuras proeminentes da tecnologia sugere que a Irlanda se tornou um destino atrativo para este segmento de investidores.
Citas Notables
O Mark e a sua família estão entusiasmados por continuar a cuidar desta morada histórica e ansiosos por passar tempo na Irlanda, onde a Meta mantém a sua sede internacional— Comunicado oficial da Meta