Na abertura do Rock in Rio 2026, a Cidade do Rock recebeu dezenas de milhares de pessoas dispostas a celebrar um rito coletivo que o Brasil repete há décadas: a entrega do rock como espetáculo e como memória. Os Foo Fighters cumpriram o papel que a multidão esperava, enquanto bandas brasileiras no Palco Sunset lembravam que a nostalgia também é uma forma de pertencimento. O festival começou não como surpresa, mas como confirmação — de que certas músicas ainda unem, e de que o encontro em torno delas continua a fazer sentido.
Foo Fighters encerra primeiro dia do Rock in Rio 2026 com apresentação memorável
Foo Fighters fechou a noite em forma, tocando sucessos que justificavam a multidão
O que torna um primeiro dia de festival bem-sucedido? É só a banda principal funcionar bem?
Não é só isso. É o equilíbrio — você precisa que o headliner seja sólido, claro, mas também que as outras bandas criem um fluxo, uma progressão. Foo Fighters entregou, mas Detonautas e Biquini no Palco Sunset criaram um espaço diferente, mais nostálgico.
Mas a gente não sabe quantas pessoas foram, quanto tempo cada banda tocou, se houve problemas logísticos. O material fala que as bandas se apresentaram, mas não diz muito sobre a experiência real das pessoas.
E quanto à segurança com drones? Isso é novo?
Não é exatamente novo, mas é uma escalada. Reconhecimento facial em tempo real, monitoramento aéreo contínuo — é sofisticado. A Polícia Militar está usando tecnologia que antes era mais rara em eventos.
Certo, mas o material não diz se isso funcionou, se detectou algo, se houve incidentes. Sabemos que os drones estavam lá, mas não sabemos o resultado da operação.
Qual é a importância de ter bandas brasileiras no Palco Sunset?
É identidade. Rock in Rio é um festival brasileiro, e trazer Detonautas, Biquini, Capital Inicial — bandas que cresceram aqui — é dizer que o festival reconhece sua própria história. Não é só importar nomes internacionais.
Verdade, mas a gente não sabe se essas bandas foram escolhidas por demanda do público ou por estratégia curatorial. E não sabemos como foi a recepção delas.
The Pulse
- Os Foo Fighters abriram e fecharam o Palco Mundo com precisão cirúrgica, de 'All My Life' a 'My Hero', sem deixar a multidão em dúvida sobre quem era o headliner da noite.
- Detonautas e Biquini Cavadão transformaram o Palco Sunset em uma câmara de memória afetiva, com 'Zé Ninguém' e 'Vento Ventania' ecoando para gerações que cresceram com essas canções.
- Rise Against, The Hives e Nova Twins preencheram o Palco Mundo em ordem crescente de magnitude, cada banda com seu público já garantido antes mesmo de tocar a primeira nota.
- Drones com reconhecimento facial sobrevoaram a Cidade do Rock em tempo real, transformando o festival em um espaço de vigilância contínua coordenada pela Polícia Militar.
- O primeiro dia funcionou como prova de conceito — infraestrutura, segurança e programação responderam à altura — e o sábado já prometia um tom mais pesado com Avenged Sevenfold e Sepultura.
Na abertura do Rock in Rio 2026, a Cidade do Rock recebeu dezenas de milhares de pessoas dispostas a celebrar um rito coletivo que o Brasil repete há décadas: a entrega do rock como espetáculo e como memória. Os Foo Fighters cumpriram o papel que a multidão esperava, enquanto bandas brasileiras no Palco Sunset lembravam que a nostalgia também é uma forma de pertencimento. O festival começou não como surpresa, mas como confirmação — de que certas músicas ainda unem, e de que o encontro em torno delas continua a fazer sentido.
A abertura do Rock in Rio 2026 entregou exatamente o que o festival prometia: rock sólido, nostalgia brasileira e produção em escala. Os Foo Fighters fecharam o Palco Mundo em boa forma, abrindo com 'All My Life' e encerrando com 'My Hero'. A banda americana funcionou como ponto de ancoragem da noite — o nome que justificava a multidão e que cumpriu o papel de headliner sem hesitações.
Antes deles, The Hives e Rise Against ocuparam o palco principal em ordem crescente de magnitude, enquanto a dupla britânica Nova Twins abriu as atividades do espaço. Era o que se esperava de um primeiro dia de festival de grande porte: bandas conhecidas, públicos garantidos, nenhuma surpresa necessária.
O Palco Sunset funcionou como câmara de ecos. Detonautas e Biquini Cavadão trouxeram 'Zé Ninguém' e 'Vento Ventania' para a setlist — canções que carregam décadas de presença na memória coletiva do rock brasileiro. Capital Inicial fechou os trabalhos daquele espaço, numa noite que serviu tanto para quem quer rever bandas que marcaram época quanto para quem as descobria pela primeira vez.
A segurança operou com tecnologia de ponta: drones com reconhecimento facial sobrevoavam a Cidade do Rock em monitoramento aéreo em tempo real, integrados a câmeras posicionadas estrategicamente pela Polícia Militar. O festival se tornava, também, um espaço de vigilância contínua.
O primeiro dia foi prova de conceito bem-sucedida. A infraestrutura respondeu, as bandas entregaram, a multidão foi absorvida. O sábado prometia Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon e Sepultura — um tom mais pesado, mais agressivo. O Rock in Rio 2026 tinha começado, e o ritmo estava estabelecido.
A sexta-feira de abertura do Rock in Rio 2026 entregou o que o festival prometia: uma noite de rock sólido, nostalgia brasileira e produção em escala. Os Foo Fighters fecharam o Palco Mundo com apresentação em forma, abrindo o show com "All My Life" e encerrando com "My Hero", um dos seus maiores sucessos. A banda americana funcionou como o ponto de ancoragem da noite, o nome que justificava a multidão e que cumpriu o papel de headliner sem hesitações.
Antes deles, o Palco Mundo recebeu The Hives e Rise Against, enquanto a dupla britânica Nova Twins abriu as atividades do espaço principal. Não era uma programação de surpresas — era o que se esperava de um primeiro dia de festival de grande porte, bandas conhecidas em ordem crescente de magnitude, cada uma com seu público já garantido.
O Palco Sunset, porém, funcionou como câmara de ecos. Detonautas e Biquini Cavadão dividiram o palco em um momento que trouxe "Zé Ninguém" e "Vento Ventania" para a setlist, canções que carregam décadas de presença na memória coletiva do rock brasileiro. Capital Inicial fechou os trabalhos daquele espaço, enquanto Hot Milk e Nova Twins completaram a programação em seus respectivos horários. Era o tipo de noite que funciona para quem quer ouvir bandas que marcaram época e para quem descobria esses nomes pela primeira vez.
A segurança do festival operou com tecnologia de ponta. Drones equipados com reconhecimento facial sobrevoavam a Cidade do Rock em monitoramento aéreo em tempo real, trabalhando em conjunto com câmeras de reconhecimento facial posicionadas estrategicamente. O objetivo era acompanhar os principais corredores de acesso e as áreas de maior movimentação, uma operação coordenada pela Polícia Militar que transformava o festival em um espaço de vigilância contínua.
O primeiro dia funcionou como prova de conceito: o festival conseguiu absorver a multidão, as bandas entregaram, a infraestrutura respondeu. Sábado traria Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon e Sepultura — nomes que sinalizavam uma mudança de tom, mais pesado, mais agressivo. O Rock in Rio 2026 tinha começado, e o ritmo estava estabelecido.
Notable Quotes
Foo Fighters abriu seu show com 'All My Life' e encerrou com 'My Hero'— Programação do Rock in Rio 2026