Toda organização atravessa momentos em que a liderança precisa se renovar para que o propósito maior persista. A Flytour Consolidadora, após uma sequência de saídas executivas entre maio e julho de 2026, revelou uma nova estrutura de comando construída a partir de dentro — promovendo talentos que já carregavam a memória e os valores da empresa. O movimento sugere que, em tempos de instabilidade, a resposta mais sólida pode estar nas raízes, não em importações externas.
Flytour Consolidadora anuncia nova liderança após saídas de executivos
A nova estrutura fortalece nossa capacidade de apoiar o crescimento dos clientes
Por que uma consolidadora de turismo passa por tantas mudanças de liderança em tão pouco tempo?
Não sabemos os motivos específicos das saídas, mas a sequência — dois executivos em dois meses, depois dois mais em julho — sugere que algo não estava funcionando. Pode ter sido desalinhamento estratégico, questões pessoais ou simplesmente oportunidades em outro lugar.
E como uma empresa mantém suas operações funcionando enquanto perde quatro líderes em três meses?
Porque a Flytour tem trezentos colaboradores, muitos com décadas na empresa. A liderança é importante, mas a operação diária depende das pessoas que conhecem o negócio há anos. Eles seguraram a barra.
A decisão de promover gente de dentro em vez de trazer executivos de fora — isso é seguro ou arriscado?
Depende. É seguro porque essas pessoas conhecem a cultura e os processos. É arriscado porque talvez lhes falte experiência em um nível mais alto. Mas a Flytour apostou que a continuidade e a lealdade valem mais que a novidade.
O que significa que "novas movimentações serão anunciadas nos próximos dias"?
Significa que a reestruturação não terminou. Provavelmente há mais cargos a preencher, talvez em posições mais sênior. Ou a empresa quer sinalizar que está em movimento, que não está parada.
Para um agente de viagens que trabalha com a Flytour, o que muda na prática?
Provavelmente nada no dia a dia. Eles continuam ligando para o mesmo número, recebendo o mesmo atendimento. Mas agora sabem que há uma liderança clara, nomes e rostos, pessoas responsáveis. Isso importa para a confiança.
The Pulse
- Em menos de dois meses, a Flytour perdeu quatro lideranças de alto escalão, incluindo um vice-presidente e um diretor, criando um vácuo de comando em plena operação.
- A tentativa de cobrir as saídas com uma liderança compartilhada durou apenas semanas antes de também se desfazer, aprofundando a incerteza interna.
- Com mais de 300 colaboradores e décadas de experiência acumulada na equipe, a empresa optou por reorganizar-se em torno de talentos internos em vez de buscar executivos no mercado.
- A nova estrutura divide as operações em duas frentes — Atendimento ao Agente de Viagens e Comercial —, com gerentes regionais cobrindo todo o território brasileiro.
- A empresa garante que a operação nunca foi interrompida e promete anunciar novos reforços comerciais regionais nos próximos dias, sinalizando que a reorganização ainda está em movimento.
Toda organização atravessa momentos em que a liderança precisa se renovar para que o propósito maior persista. A Flytour Consolidadora, após uma sequência de saídas executivas entre maio e julho de 2026, revelou uma nova estrutura de comando construída a partir de dentro — promovendo talentos que já carregavam a memória e os valores da empresa. O movimento sugere que, em tempos de instabilidade, a resposta mais sólida pode estar nas raízes, não em importações externas.
A Flytour Consolidadora atravessou um período de turbulência executiva que se estendeu de maio ao início de julho de 2026. Luti Guimarães deixou a vice-presidência de Negócios da BeFly no final de maio; Flavio Marques, diretor da consolidadora, saiu em junho. A tentativa de estabilizar a situação com Fernando Lermi e Emerson Cardoso compartilhando a liderança durou pouco — ambos partiram na primeira semana de julho.
Em resposta, a empresa reorganizou suas operações em torno de duas estruturas: Atendimento ao Agente de Viagens, sob a direção de Davi Ferreira, e Comercial, distribuída entre nove gerentes regionais. A cobertura abrange todo o Brasil, com profissionais dedicados a regiões específicas, franquias, emissão e qualidade.
O traço mais marcante da reorganização é a escolha deliberada por talentos internos. Com mais de 300 colaboradores, muitos com décadas de casa, a Flytour preferiu promover quem já conhecia a cultura e os clientes. O vice-presidente Sylvio Ferraz destacou que a nova estrutura fortalece a capacidade da empresa de apoiar o crescimento de parceiros em todo o país.
Durante toda a transição, a operação seguiu sem interrupções, com as equipes mantendo a continuidade dos serviços e o suporte aos agentes de viagens. A empresa sinalizou que novas movimentações para reforço do time comercial em diferentes regiões serão anunciadas em breve.
A Flytour Consolidadora encerrou um período turbulento de transição executiva ao revelar, na primeira quinzena de julho, sua nova estrutura de comando. O anúncio chega após meses de instabilidade no topo da organização — Luti Guimarães saiu do cargo de vice-presidente de Negócios da BeFly no final de maio, seguido pela saída de Flavio Marques, diretor da consolidadora, no início de junho. A empresa tentou estabilizar a situação designando Fernando Lermi e Emerson Cardoso para compartilhar a liderança há cerca de um mês, mas ambos deixaram a companhia na primeira semana de julho.
Em resposta, a Flytour reorganizou suas operações em torno de duas estruturas principais: Atendimento ao Agente de Viagens e Comercial. A área de atendimento ficou sob a direção de Davi Ferreira, com uma rede de gerentes espalhados por regiões do Brasil — Gustavo Souza coordena São Paulo, Centro-Oeste, Norte e Nordeste; Patricia Kruger lidera Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo; e outros profissionais cobrem setores específicos como emissão, franquias e qualidade. A estrutura comercial, por sua vez, foi distribuída entre nove gerentes regionais, com André Gonçalves responsável pelo Centro-Oeste, Norte e Nordeste, e Rafael Marins liderando o Sul.
O que distingue esta reorganização é que a empresa promoveu profissionais de dentro de casa. Com mais de trezentos colaboradores, muitos deles com décadas de trajetória na consolidadora, a Flytour optou por aproveitar talentos internos em vez de trazer lideranças externas. Sylvio Ferraz, vice-presidente da Flytour Consolidadora, afirmou que a nova estrutura reforça a capacidade da empresa de apoiar o crescimento de clientes e parceiros em todo o Brasil, destacando que a consolidadora reúne um ecossistema completo de marcas, produtos e soluções para agentes de viagens.
Durante o período de transição, a operação permaneceu plenamente funcional. A BeFly informou que as equipes mantiveram a continuidade dos serviços e o suporte aos clientes e parceiros comerciais, garantindo que os agentes de viagens continuassem sendo atendidos com a mesma qualidade e eficiência. A prioridade foi assegurar a manutenção dos padrões de qualidade, agilidade e confiança que caracterizam a atuação da empresa no mercado.
A reorganização reflete uma cultura organizacional voltada para o desenvolvimento de pessoas e aproveitamento de talentos internos, segundo a Flytour. Ferraz encerrou o anúncio com uma declaração de confiança na equipe, afirmando que ela contribuirá para uma Flytour Consolidadora ainda mais forte, mantendo o propósito de oferecer o portfólio mais completo do trade com excelência, proximidade e evolução contínua. A empresa sinalizou que novas movimentações para reforço do time comercial em diferentes regiões do Brasil serão anunciadas nos próximos dias.
Notable Quotes
Geramos valor para o agente de viagens porque reunimos um ecossistema completo de marcas, produtos e soluções— Sylvio Ferraz, vice-presidente da Flytour Consolidadora