Duas décadas após o fim da Guerra Fria, os Estados Unidos voltam a invocar uma doutrina do século 19 para afirmar que sua hegemonia sobre as Américas é um direito histórico inegociável. O Departamento de Estado publicou um vídeo que usa a prisão de Nicolás Maduro como prova viva de que a Doutrina Monroe permanece operacional — e que qualquer desafio à ordem regional será tratado como ameaça ao interesse nacional americano. É um gesto que revela menos sobre o passado do que sobre o presente: um império que sente a necessidade de se reafirmar em voz alta raramente o faz por excesso de segurança.
EUA reafirmam domínio nas Américas e citam captura de Maduro como exemplo
Nicolás Maduro foi capturado e está detido em penitenciária de Nova York enfrentando acusações de narcoterrorismo.
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