Duas vezes centenária, a Doutrina Monroe ressurge como linguagem oficial da política externa americana sob Trump, reinterpretada não mais para conter potências europeias, mas para circunscrever a crescente presença chinesa na América Latina. O que James Monroe pronunciou em 1823 como advertência a impérios distantes é hoje invocado como fundamento de domínio regional — palavra que a atual administração não evita. Em cada ciclo histórico, a doutrina encontrou um novo inimigo; desta vez, o inimigo fala mandarim.
Trump ressuscita Doutrina Monroe de 1823 como guia para domínio dos EUA na América Latina
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