Em Paredes, na quarta-feira à noite, Portugal encerrou a fase de grupos do Campeonato da Europa de hóquei em patins com três derrotas consecutivas — a última delas frente à Espanha, por 3-1 — confirmando um percurso que ficará como memória de fragilidade coletiva. Ainda assim, há na derrota um fio de dignidade: a equipa mostrou maior solidez defensiva, e o desafio seguinte, frente a Andorra nos quartos de final, oferece a possibilidade de recomeço.
Espanha derrota Portugal e condena quinas ao último lugar do Grupo A
Portugal completou uma fase de grupos sem vitórias
Como é que Portugal chegou a este ponto sem qualquer vitória em três jogos?
Foram derrotas contra Itália, França e agora Espanha. Não é apenas uma questão de falta de sorte — a equipa não conseguiu encontrar o seu ritmo ofensivo.
Mas o relatório diz que a defesa melhorou neste último jogo. Isso é importante porque significa que não foi um colapso total.
O que mudou entre este jogo e os anteriores?
Paulo Freitas fez uma alteração na baliza, colocando Guga em vez de Xano Edo, e isso parece ter tido impacto. A concentração defensiva foi notavelmente melhor.
Duas boas intervenções de um guarda-redes não é exatamente um padrão. Precisávamos de ver mais dados sobre o desempenho defensivo geral.
E agora? Andorra é um adversário mais acessível?
Andorra venceu o Grupo B, portanto não é um adversário fraco. Mas Portugal tem de começar a ganhar para continuar na competição.
Sabemos que Andorra venceu o seu grupo, mas não sabemos o quão competitivo era esse grupo comparado com o de Portugal. Isso muda a perspetiva.
Há algo que te tenha surpreendido neste jogo?
A qualidade técnica dos espanhóis à distância foi impressionante. Dois golos de Martí Casas e um de Nil Roca mostram uma equipa muito bem organizada.
Casas marcou duas vezes, Roca uma. Isso é um facto. Mas não sabemos se Portugal teve oportunidades semelhantes ou se a defesa espanhola foi simplesmente superior.
Le Pouls
- Portugal terminou o Grupo A no último lugar, sem conquistar um único ponto em três jogos, numa fase de grupos que expôs as limitações da seleção frente a Itália, França e Espanha.
- O marcador 3-1 não conta toda a história: Guga, na baliza portuguesa, foi um dos pontos altos da noite, travando remates e mantendo a equipa viva mais tempo do que os resultados anteriores sugeriam ser possível.
- Martí Casas foi o grande protagonista espanhol, marcando dois golos, enquanto Gonçalo Alves devolveu esperança com um livre direto que reduziu para 2-1 e acendeu brevemente a chama de uma reviravolta.
- Nil Roca fechou o jogo com o 3-1 e sepultou qualquer ilusão de remontada, confirmando a superioridade espanhola e o primeiro lugar do grupo para a Roja.
- Portugal tem agora uma segunda oportunidade: os quartos de final desta quinta-feira frente a Andorra são o momento para deixar para trás um início de campeonato que ficou muito aquém das expectativas.
Em Paredes, na quarta-feira à noite, Portugal encerrou a fase de grupos do Campeonato da Europa de hóquei em patins com três derrotas consecutivas — a última delas frente à Espanha, por 3-1 — confirmando um percurso que ficará como memória de fragilidade coletiva. Ainda assim, há na derrota um fio de dignidade: a equipa mostrou maior solidez defensiva, e o desafio seguinte, frente a Andorra nos quartos de final, oferece a possibilidade de recomeço.
Portugal fechou a fase de grupos do Campeonato da Europa de hóquei em patins com uma derrota por 3-1 frente à Espanha, em Paredes, na quarta-feira à noite. Foi a terceira derrota consecutiva no Grupo A — depois de cair frente a Itália e França —, confirmando o último lugar para a seleção das quinas num percurso sem qualquer vitória.
O jogo não tinha grandes implicações na classificação: Espanha já tinha o primeiro lugar assegurado e Portugal não escaparia ao último independentemente do resultado. Ainda assim, o encontro revelou sinais de melhoria. O selecionador Paulo Freitas apostou em Guga na baliza, e o guarda-redes correspondeu com intervenções de qualidade. Do lado espanhol, Càndid Ballart também se destacou, travando tentativas de Gonçalo Alves e Miguel Rocha.
Martí Casas abriu o marcador pouco antes do intervalo, aproveitando um ressalto, e voltou a marcar com um remate cruzado de grande distância para o 2-0. Portugal reagiu com um livre direto de Gonçalo Alves que reduziu para 2-1, trazendo esperança ao recinto de Paredes. Mas Nil Roca acabou por selar o resultado final com o 3-1, fechando a fase de grupos sem que Portugal somasse qualquer ponto.
Os quartos de final disputam-se esta quinta-feira, com Portugal a defrontar Andorra, vencedora do Grupo B. A seleção tem agora a oportunidade de virar a página e recuperar numa competição que começou da pior forma possível.
Portugal completou uma fase de grupos sem vitórias no Campeonato da Europa de hóquei em patins, perdendo 3-1 com Espanha em Paredes na quarta-feira à noite. A derrota foi a terceira em outros tantos jogos no Grupo A, selando o último lugar para a seleção das quinas e confirmando um percurso desastroso na competição.
O jogo entre os dois rivais ibéricos não tinha grandes consequências para a classificação final do grupo. Espanha já tinha garantido o primeiro lugar, enquanto Portugal não conseguia escapar ao último, independentemente do resultado. Ainda assim, o encontro foi disputado e revelou sinais de melhoria na defesa portuguesa comparativamente aos jogos anteriores contra Itália e França. O selecionador Paulo Freitas optou por dar a titularidade na baliza a Guga em vez de Xano Edo, e o guarda-redes português respondeu com intervenções de qualidade, tal como o seu homólogo espanhol Càndid Ballart, que travou tentativas de Gonçalo Alves e Miguel Rocha.
Os espanhóis abriram o marcador pouco mais de quatro minutos antes do intervalo, quando Martí Casas aproveitou um ressalto para colocar a bola na baliza portuguesa. Portugal viu-se novamente em desvantagem quando o mesmo Casas marcou o segundo golo com um remate cruzado de grande distância. A reação portuguesa surgiu através de um livre direto de Gonçalo Alves que reduziu para 2-1, trazendo esperança aos adeptos que compareceram em bom número no recinto de Paredes.
A margem mínima manteve viva a possibilidade de uma reviravolta, mas a precisão dos espanhóis à distância provou ser decisiva. Nil Roca ampliou o resultado para 3-1, selando a vitória e fechando a fase de grupos com Portugal sem qualquer ponto conquistado.
Os quartos de final da competição disputam-se esta quinta-feira com quatro encontros marcados. Portugal enfrenta Andorra, vencedora do Grupo B, enquanto Itália defronta Suíça, França mede forças com Alemanha e Espanha enfrenta Áustria. A seleção portuguesa terá a oportunidade de recuperar e tentar deixar para trás um início de campeonato frustrante.
Citations marquantes
A equipa das quinas mostrou mais concentração defensiva do que nas derrotas frente a Itália e França— Análise do desempenho português