No Pavilhão Municipal do Luso, em plena Mealhada, Portugal voltou a encontrar o seu lugar mais familiar e mais doloroso: o segundo degrau do pódio europeu. A seleção feminina de hóquei em patins perdeu a final frente à Espanha por 3-5, tornando-se vice-campeã pela quinta vez consecutiva — um ciclo que transforma cada conquista de prata numa pergunta sem resposta sobre o que separa a grandeza da supremacia.
Portugal perde final do Europeu feminino de hóquei em patins com Espanha
Vice-campeão pela quinta vez consecutiva
Cinco vice-campeonatos seguidos — como é que uma equipa chega a este ponto?
Portugal tem qualidade para estar em finais, claramente. Mas a Espanha é outra coisa. Seis títulos consecutivos não é sorte.
Espera — o artigo diz que Portugal venceu três vezes no passado. Quando foi isso? Porque se foi há muito tempo, a história é diferente.
Boa pergunta. Então isto é uma queda gradual ou sempre foi assim?
Provavelmente gradual. Estar em cinco finais seguidas significa que a equipa é consistentemente boa. Mas consistentemente segunda.
E a Espanha — seis títulos consecutivos. Isso é desde quando? O artigo não diz.
Isso importa porque muda a narrativa. Se a Espanha domina há uma década, é uma coisa. Se é recente, é outra.
De qualquer forma, Portugal tem um problema. Não é de acesso — chegam às finais. É de execução no momento que importa.
Ou é simplesmente que a Espanha é melhor. Começaram 1-4 ao intervalo. Isso não é um detalhe tático.
Verdade. Mas reduziram para 2-4. Mostra que havia luta.
Havia, mas não foi suficiente. E quando Sara Roces bisou, Portugal perdeu o fio.
Der Puls
- Portugal entrou em campo em casa, diante do seu público, carregando o peso de quatro finais perdidas consecutivas — e a pressão fez-se sentir desde o primeiro minuto.
- Ao intervalo, o marcador já dizia 1-4 para Espanha, uma diferença que transformou a segunda parte numa missão quase impossível.
- A reação portuguesa existiu — Rita Batista reduziu para 2-4 e acendeu uma chama de esperança — mas a Espanha apagou-a rapidamente com o segundo golo de Sara Roces.
- O resultado final de 3-5 confirmou o sétimo título europeu espanhol, o sexto consecutivo, e deixou Portugal preso a um ciclo de finais perdidas que já dura uma década.
- A Itália fechou o pódio ao vencer a França por 4-1 no jogo do terceiro lugar, enquanto Portugal regressava a casa com mais uma medalha de prata e as mesmas perguntas por responder.
No Pavilhão Municipal do Luso, em plena Mealhada, Portugal voltou a encontrar o seu lugar mais familiar e mais doloroso: o segundo degrau do pódio europeu. A seleção feminina de hóquei em patins perdeu a final frente à Espanha por 3-5, tornando-se vice-campeã pela quinta vez consecutiva — um ciclo que transforma cada conquista de prata numa pergunta sem resposta sobre o que separa a grandeza da supremacia.
A final do Campeonato da Europa feminino de hóquei em patins disputou-se no Pavilhão Municipal do Luso, na Mealhada, e terminou com um resultado que já começa a ganhar contornos de tradição: Portugal perdeu frente à Espanha, desta vez por 3-5, tornando-se vice-campeão pela quinta vez consecutiva.
O jogo correu mal desde cedo para as Quinas. Ao intervalo, a Espanha já vencia por 4-1, com golos de Aina Florenza, Laura Puigdueta, Sara Roces e Marta Piquero. Marlene Sousa tinha marcado para Portugal, mas a diferença era demasiado grande para alimentar esperanças reais.
Na segunda parte, Portugal reagiu. Rita Batista reduziu para 2-4 e o pavilhão voltou a respirar. Mas a Espanha não deu espaço à dúvida: Sara Roces bisou e afastou novamente as adversárias. Maria Sofia Silva ainda marcou o 3-5 final, mas o destino da final já estava traçado.
A Espanha conquistou o seu sétimo título europeu, o sexto de forma consecutiva, consolidando uma supremacia que parece inabalável. Portugal, que já foi campeão europeu três vezes, vê-se hoje preso a um ciclo de prata que dura já cinco edições. No jogo do terceiro lugar, a Itália derrotou a França por 4-1.
A seleção portuguesa de hóquei em patins feminino saiu derrotada da final do Campeonato da Europa, perdendo por 3-5 frente à Espanha no Pavilhão Municipal do Luso, na Mealhada. O resultado deixa Portugal na posição de vice-campeão pela quinta vez consecutiva, um lugar que se tornou incómodo demais para uma equipa que já conquistou o título europeu em três ocasiões.
O jogo começou mal para as Quinas. Ao intervalo, Portugal já perdia por 1-4, com Aina Florenza, Laura Puigdueta, Sara Roces e Marta Piquero a marcarem pelos espanhóis. Marlene Sousa conseguiu reduzir o marcador ainda na primeira metade, mas a diferença de três golos era um fosso difícil de transpor.
Na segunda parte, a equipa portuguesa mostrou reação. Rita Batista marcou para fazer 2-4, trazendo alguma esperança de uma possível recuperação. Mas a Espanha respondeu rapidamente. Sara Roces bisou e recolocou a diferença em três golos, praticamente fechando a porta a qualquer cenário de reviravolta. Maria Sofia Silva selou o resultado final em 3-5 com o último golo português.
O triunfo espanhol representa o sétimo título europeu para a seleção vizinha, o sexto de forma consecutiva. A Espanha consolidou-se como a potência dominante do hóquei em patins feminino europeu, uma supremacia que parece longe de terminar. Portugal, apesar de ter sido campeão europeu três vezes no passado, vê-se preso a um ciclo de finais perdidas que se estende já por cinco edições consecutivas da competição.
No jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares, a Itália venceu a França por 4-1, completando o pódio do Campeonato da Europa.
Bemerkenswerte Zitate
Portugal chegou ao intervalo a perder por 1-4, com Marlene Sousa a reduzir depois dos golos de Aina Florenza, Laura Puigdueta, Sara Roces e Marta Piquero— Relatório do jogo