Em São Paulo, na Neo Química Arena, a Seleção Brasileira Feminina demonstrou resiliência e caráter ao superar os Estados Unidos por 2 a 1 na noite de sábado, virando um placar adverso em questão de minutos. O resultado, parte de uma série de amistosos que antecede a Copa do Mundo Feminina de 2027 — torneio que o Brasil sediará —, revela uma equipe em construção consciente, capaz de transformar adversidade em impulso. Mais do que uma vitória isolada, o jogo é um capítulo na longa narrativa de um país que se prepara para receber o mundo.
Brasil vira sobre EUA em amistoso com gol relâmpago na Neo Química Arena
Virada relâmpago entre os 10 e 13 minutos transformou o início desastroso
Como o Brasil conseguiu se recuperar tão rápido de um gol tão cedo? Parecia impossível.
A torcida ajudou muito, mas foi também uma questão de confiança. O time sabia que tinha capacidade de virar. Tainá e Bia executaram bem o que o técnico pediu.
Mas vale notar que os EUA também não pressionaram muito depois do gol. Não sabemos se foi um colapso defensivo americano ou uma reação ofensiva brasileira particularmente brilhante.
E quanto a Marta? Por que ela não entrou?
Arthur Elias está sendo cauteloso. Ela está se recuperando de lesão, então ele preferiu não arriscar em um amistoso.
Isso é importante: não sabemos a gravidade da lesão ou quanto tempo ela ainda precisa. Só sabemos que não estava pronta para jogar.
Qual é a importância real desses amistosos se o Brasil já está classificado?
São testes. Arthur está vendo quem funciona bem junto, testando formações, entendendo o que funciona contra times de alto nível como os EUA.
Verdade, mas também vale dizer que amistosos não têm a mesma pressão de uma competição oficial. O resultado é diferente quando há pontos em jogo.
O Pulso
- O Brasil foi surpreendido logo no primeiro minuto, quando Wilson balançou a rede para as americanas e colocou a torcida em silêncio.
- A reação foi fulminante: em apenas três minutos, entre os 10 e 13 do primeiro tempo, Tainá Maranhão e Bia Zaneratto viraram o placar e devolveram a vantagem ao Brasil.
- Marta estava relacionada, mas o técnico Arthur Elias optou por preservá-la enquanto ela se recupera de lesão, sinalizando cautela na gestão do elenco.
- Com a vitória, o Brasil acumula cinco triunfos em sete amistosos disputados em 2026, consolidando uma trajetória sólida rumo ao torneio mundial.
- As duas seleções se reencontram já na terça-feira, em Fortaleza, mantendo o ritmo intenso de preparação para a Copa Feminina de 2027.
Em São Paulo, na Neo Química Arena, a Seleção Brasileira Feminina demonstrou resiliência e caráter ao superar os Estados Unidos por 2 a 1 na noite de sábado, virando um placar adverso em questão de minutos. O resultado, parte de uma série de amistosos que antecede a Copa do Mundo Feminina de 2027 — torneio que o Brasil sediará —, revela uma equipe em construção consciente, capaz de transformar adversidade em impulso. Mais do que uma vitória isolada, o jogo é um capítulo na longa narrativa de um país que se prepara para receber o mundo.
A Neo Química Arena foi palco de uma noite de emoções para a Seleção Brasileira Feminina, que enfrentou os Estados Unidos em amistoso preparatório para a Copa do Mundo Feminina de 2027. O começo foi de susto: Wilson abriu o placar para as americanas com apenas um minuto de jogo, deixando o Brasil em desvantagem quase imediata.
A resposta brasileira, porém, foi rápida e eficiente. Aos 10 minutos, Tainá Maranhão aproveitou cruzamento de Isabela para empatar de cabeça. Três minutos depois, Bia Zaneratto tabelou com Dudinha e bateu rasteiro para virar: 2 a 1. Em menos de cinco minutos, o Brasil havia transformado um início difícil em vantagem confortável.
No segundo tempo, Lorena substituiu Lelê na meta brasileira. Marta estava relacionada, mas o técnico Arthur Elias preferiu preservá-la, ainda em transição de lesão. O placar não se alterou, e o Brasil garantiu sua segunda vitória consecutiva sobre as americanas — o mesmo resultado de 2 a 1 já havia sido alcançado em amistoso em abril de 2025.
O desempenho em 2026 segue consistente: cinco vitórias e duas derrotas em sete amistosos disputados no ano. Como país-sede, o Brasil já está classificado para a Copa Feminina de 2027, o que permite ao técnico usar esses jogos para ajustar táticas e avaliar o grupo. O próximo capítulo dessa preparação acontece na terça-feira, no Castelão, em Fortaleza, com mais um confronto entre Brasil e Estados Unidos.
A Neo Química Arena vibrava com a torcida brasileira quando a Seleção Feminina enfrentou os Estados Unidos no sábado, dia 6 de junho, em amistoso preparatório para a Copa do Mundo Feminina de 2027. O jogo começou com um susto: Wilson abriu o placar para as americanas com apenas um minuto de jogo, deixando o Brasil em desvantagem logo nos primeiros segundos.
Mas a reação foi rápida e contundente. Aos 10 minutos, Isabela cruzou na área e Tainá Maranhão cabeceou com precisão para empatar. Três minutos depois, o Brasil completou a virada: Bia Zaneratto tabelou com Dudinha e bateu rasteiro, superando a goleira McGlynn para fazer 2 a 1. Em menos de cinco minutos, o Brasil havia transformado um início desastroso em uma vantagem confortável, justificando o apoio da torcida presente no estádio do Corinthians.
O segundo tempo trouxe uma mudança na meta brasileira. Lelê, que havia começado o jogo, precisou ser substituída, e Lorena entrou em seu lugar. Marta, a lendária meia-atacante, estava relacionada para o amistoso, mas o técnico Arthur Elias optou por não utilizá-la, mantendo-a em transição de lesão.
Com a vitória por 2 a 1, o Brasil conquistou sua segunda vitória consecutiva sobre as americanas. O último confronto entre as duas seleções havia ocorrido em abril de 2025, também em amistoso, com o mesmo placar de 2 a 1. O resultado reforça a solidez da preparação brasileira para o torneio mundial que se aproxima.
O desempenho em 2026 tem sido consistente. Até este sábado, a Seleção Brasileira disputou sete amistosos no ano, acumulando cinco vitórias e apenas duas derrotas — ambas sofridas em março, contra Venezuela e México. Como país-sede, o Brasil já está automaticamente classificado para a Copa Feminina de 2027, o que permite ao técnico Arthur Elias usar esses confrontos para refinar táticas e avaliar o elenco.
O calendário segue intenso. As duas seleções voltarão a se enfrentar na próxima terça-feira, dia 9 de junho, desta vez no Castelão, em Fortaleza, em mais um amistoso que faz parte dessa sequência de preparação para o torneio que o Brasil sediará.
Citações Notáveis
Arthur Elias manteve Marta em transição de lesão, optando por não utilizá-la no amistoso— Contexto técnico do jogo