Quando uma criança de 4 anos começa a mudar de comportamento sem palavras suficientes para explicar o porquê, cabe aos adultos ao redor transformar o silêncio em investigação. Em Criciúma, a AFASC responde publicamente a uma denúncia de agressão psicológica ocorrida em um de seus centros de educação infantil, reconhecendo a gravidade do relato feito pela mãe ao Conselho Tutelar e à polícia. A instituição, que já acompanha a criança com equipe multidisciplinar, aguarda a análise das imagens de videomonitoramento para determinar se houve conduta inadequada — um processo que coloca em evidência a
AFASC se manifesta sobre suspeita de agressão psicológica contra criança em Criciúma
Mudanças comportamentais em criança pequena são sinais que pais levam a sério
Por que a mãe levou o caso ao Conselho Tutelar em vez de resolver apenas com a instituição?
Porque mudanças comportamentais em uma criança de 4 anos são sinais que os pais levam a sério. Quando suspeitam de agressão psicológica, a via formal oferece proteção legal e investigação independente.
A AFASC já tinha a criança em acompanhamento multidisciplinar. Isso não deveria ter detectado o problema antes?
Não necessariamente. O acompanhamento multidisciplinar é um serviço de apoio geral. Mudanças comportamentais podem ser sutis, e a criança pode não revelar o que aconteceu durante o atendimento.
Por que a instituição pediu as imagens de videomonitoramento?
É a forma mais objetiva de verificar o que realmente ocorreu. Câmeras não mentem, não interpretam. Se houve ofensas verbais, as imagens podem confirmar ou desmentir o relato.
E se as câmeras não cobrem o local onde a agressão teria acontecido?
Então a investigação fica mais complexa. Dependerá de testemunhas, de avaliações psicológicas da criança, de padrões de comportamento. Por isso a AFASC mencionou que adotará medidas conforme os elementos apurados.
Qual é o risco maior aqui para a instituição?
Perder a confiança das famílias. Uma acusação de agressão psicológica contra criança pequena, mesmo que não comprovada, marca uma instituição. A resposta rápida e investigativa que a AFASC deu é uma tentativa de demonstrar que leva a segurança infantil a sério.
Il Polso
- Uma mãe percebe mudanças perturbadoras no comportamento do filho de 4 anos e as atribui a supostas ofensas verbais de uma professora do CEI AFASC Urda Joana Joaquim, no bairro Progresso.
- O caso ultrapassa os muros da instituição: a família recorre ao Conselho Tutelar e registra ocorrência policial, tornando a denúncia um assunto de proteção infantil e segurança pública.
- A AFASC emite comunicado reconhecendo a denúncia e afirma acompanhar a situação com responsabilidade, enquanto a criança já recebe suporte de equipe multidisciplinar da própria entidade.
- A instituição solicita as imagens do sistema de videomonitoramento da unidade como principal ferramenta para apurar os fatos, mas não define prazo para conclusão da análise.
- Nenhuma medida disciplinar foi anunciada contra a professora ou outros membros da equipe, mantendo o caso em compasso de espera enquanto a investigação avança.
Quando uma criança de 4 anos começa a mudar de comportamento sem palavras suficientes para explicar o porquê, cabe aos adultos ao redor transformar o silêncio em investigação. Em Criciúma, a AFASC responde publicamente a uma denúncia de agressão psicológica ocorrida em um de seus centros de educação infantil, reconhecendo a gravidade do relato feito pela mãe ao Conselho Tutelar e à polícia. A instituição, que já acompanha a criança com equipe multidisciplinar, aguarda a análise das imagens de videomonitoramento para determinar se houve conduta inadequada — um processo que coloca em evidência a fragilidade da confiança depositada por famílias em espaços de cuidado coletivo.
Na segunda-feira, a Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma emitiu um comunicado em resposta a acusações de agressão psicológica contra uma criança de 4 anos atendida no CEI AFASC Urda Joana Joaquim, no bairro Progresso. A mãe do menino, ao notar mudanças significativas em seu comportamento, concluiu que elas poderiam estar relacionadas a supostas ofensas verbais de uma professora da unidade — e levou o caso tanto ao Conselho Tutelar quanto à polícia.
A denúncia mobilizou a instituição. A AFASC confirmou ter tomado conhecimento do relato e declarou acompanhar o caso com atenção e responsabilidade. A criança, segundo a nota oficial, já vinha recebendo atendimento de uma equipe multidisciplinar da entidade como parte dos serviços regulares oferecidos.
Para apurar as alegações, a AFASC solicitou as imagens do sistema de videomonitoramento da unidade, que serão analisadas na tentativa de esclarecer o que de fato ocorreu. A instituição não informou prazos para essa análise nem anunciou qualquer medida disciplinar contra a professora envolvida até o momento.
O caso expõe uma tensão delicada: crianças pequenas raramente conseguem narrar com clareza experiências negativas, e as famílias dependem da confiança em instituições de cuidado para preencher essa lacuna. A resposta da AFASC, cautelosa e ainda em aberto, poderá ter desdobramentos relevantes tanto para a instituição quanto para as políticas de proteção infantil em Criciúma.
Na segunda-feira, a Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma divulgou um comunicado respondendo a acusações de agressão psicológica contra uma criança de 4 anos atendida no CEI AFASC Urda Joana Joaquim, localizado no bairro Progresso. A mãe da criança procurou o Conselho Tutelar e registrou uma ocorrência policial após notar mudanças significativas no comportamento do filho, que ela atribui a supostas ofensas verbais de uma professora da unidade.
O relato da família desencadeou uma série de ações por parte da instituição. A AFASC confirmou que tomou conhecimento da denúncia e está acompanhando o caso com o que descreveu como "devida atenção e responsabilidade". Segundo a nota oficial divulgada, a criança já estava recebendo atendimento de uma equipe multidisciplinar da entidade, como parte dos serviços regularmente oferecidos.
Para investigar as alegações, a AFASC solicitou as imagens do sistema de videomonitoramento da unidade. Essas gravações serão analisadas para tentar esclarecer os fatos relatados pela família e determinar se houve de fato qualquer conduta inadequada por parte da equipe. A instituição não forneceu detalhes sobre o cronograma dessa análise ou quando os resultados estarão disponíveis.
A resposta da AFASC enfatiza seu compromisso em manter o suporte tanto à criança quanto à sua família durante o processo de apuração. A instituição afirmou que adotará as medidas que se mostrarem necessárias conforme os elementos investigativos forem sendo reunidos. O comunicado, datado de 24 de agosto de 2026, não menciona qualquer ação disciplinar contra a professora ou outros membros da equipe neste momento.
O caso ilustra a tensão entre a confiança que as famílias depositam em instituições de educação infantil e a vulnerabilidade das crianças pequenas, que frequentemente não conseguem comunicar com clareza experiências negativas. A resposta da AFASC, embora reconheça a gravidade da situação, permanece cautelosa até que as investigações sejam concluídas. O resultado dessa apuração poderá ter implicações significativas tanto para a instituição quanto para as políticas de proteção infantil em Criciúma.
Citazioni salienti
A instituição adotou providências para a apuração dos fatos, entre elas a solicitação das imagens do sistema de videomonitoramento da unidade— AFASC, nota oficial