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samedi 12 septembre 2026 · ECHO HARBOR NEWS · 12 sept., 09:44 UTC

pagou ao menos quatro faturas de cartão de crédito — G1

Produtora de 'Dark Horse' pagou faturas de cartão de Mario Frias durante produção do filme, mostram registros.

Polícia Federal realizou buscas nas instalações do ex-secretário; investigação inclui peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A Go Up Entertainment, produtora responsável por 'Dark Horse' — a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro —, aparece em registros de pagamentos que identificam ao menos quatro faturas de cartão de crédito liquidadas pela empresa. O nome vinculado a essas faturas é o de Mario Frias, ex-secretário especial de Cultura do governo Bolsonaro. Três veículos de imprensa publicaram a informação neste sábado, com base em documentos que mostram que a empresa 'pagou ao menos quatro faturas de cartão de crédito' (G1) durante o período de produção do filme.

Les histoires du jour

D'autres sujets de l'actualité du jour, racontés avec la même voix sereine.

  1. Produtora de 'Dark Horse' pagou faturas de cartão de deputado

    A Go Up Entertainment, produtora da cinebiografia de Jair Bolsonaro, pagou ao menos quatro faturas de cartão de crédito do deputado federal Mário Frias entre agosto e novembro de 2025. Frias atua como roteirista e produtor executivo do filme. Os registros levantam questões sobre a separação entre o papel público do parlamentar e seus vínculos financeiros com a produção.

    "A empresa pagou ao menos quatro faturas de cartão de crédito do deputado federal Mário Frias entre agosto e novembro de 2025."

  2. STF libera sigilos do Master e expõe investigados

    O Supremo Tribunal Federal divulgou documentos sigilosos do caso Banco Master após o ministro Edson Fachin fixar prazo de 24 horas para a liberação dos arquivos. O conteúdo confirmou que Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, figura como investigado e teria atuado como interlocutor do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em negociações ligadas ao filme 'Dark Horse'. A divulgação gerou nova rodada de embates entre ministros do STF, com Fachin e André Mendonça em lados opostos sobre o ritmo e a forma da abertura dos autos.

    "O conteúdo divulgado confirmou a condição de investigado de Flávio Bolsonaro, apontado pela Polícia Federal como interlocutor direto do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na negociação de dinheiro para o filme 'Dark Horse'."

  3. Rock in Rio aposta no K-pop para renovar público

    O Rock in Rio realizou nesta sexta-feira uma edição dedicada ao K-pop, com Stray Kids como atração principal, atraindo um público jovem — muitos deles crianças e adolescentes acompanhados pelos pais. Os ingressos não esgotaram, mas o festival apresentou a uma nova geração a experiência de um grande evento ao vivo. A aposta pode indicar um caminho para o festival recuperar relevância após dificuldades no período pós-pandemia.

    "O Rock in Rio fez algo que pode ser importante para seu futuro nesta sexta."

  4. Mensagens expõem crise sem precedentes no STF

    Conversas reveladas envolvendo o ministro Alexandre de Moraes desencadearam a maior crise institucional da história do Supremo Tribunal Federal. Aliados do ministro articulam uma ofensiva para contê-lo de uma investigação interna. O episódio coloca em xeque a credibilidade do tribunal perante a opinião pública e levanta questões sobre a separação entre poder político e judiciário no Brasil.

    "Grupo de Moraes deflagra ofensiva para salvar ministro de investigação no STF."

  5. Pesquisa mostra corrida presidencial estável apesar da crise no STF

    Levantamento do Datafolha registra Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 35% na primeira rodada da disputa presidencial de 2026, uma variação pequena em relação à semana anterior. A divulgação ocorre em meio à decisão do ministro André Mendonça de retirar o sigilo de investigações do caso Master, gerando turbulência institucional no STF. Aliados de ambos os candidatos interpretam os números como sinal de estabilidade eleitoral, mesmo com o escândalo financeiro dominando o noticiário.

    "Apesar da crise no STF, a corrida presidencial avança sem grandes sobressaltos nas intenções de voto."

  6. PF: Banco Master simulou R$ 7 bilhões em créditos inexistentes

    A Polícia Federal concluiu que o Banco Master usou uma empresa capitalizada com R$ 100 para criar a aparência de uma carteira de crédito consignado de R$ 7,15 bilhões, ativos que foram transferidos ao BRB sem qualquer lastro real. Nenhum dos créditos pôde ser confirmado nas investigações. O BRB, banco público do Distrito Federal, e seus depositantes ficaram expostos a um rombo bilionário decorrente da operação.

    "Nenhum crédito sequer pôde ser confirmado, diz a PF sobre a carteira transferida do Master ao BRB."

  7. Cúpula do Brics expõe divisões entre membros

    A cúpula do Brics em Nova Délhi reuniu líderes de economias emergentes, mas não produziu consenso sobre reformas nas instituições internacionais. O encontro foi marcado sobretudo pela presença de Xi Jinping em solo indiano pela primeira vez em sete anos, ofuscando a agenda formal do bloco. Narendra Modi presidiu as sessões sem conseguir transformar divergências internas em posições comuns.

    "A importância do encontro se concentrou na presença de Xi em solo indiano pela primeira vez em sete anos."

  8. Investigação liga Vorcaro a vazamento de dados da PF

    Um homem identificado como 'Sicário' teria enviado ao banqueiro Daniel Vorcaro uma imagem de sistema interno da Polícia Federal, segundo investigação em curso. O caso envolve também o senador Ciro Nogueira, do PP-PI, que teria recebido benefícios de viagens de luxo custeadas por Vorcaro. As apurações levantam suspeitas sobre possível tráfico de influência e acesso indevido a informações sigilosas.

    "A imagem do sistema interno da PF teria chegado às mãos de Vorcaro por meio de um contato identificado apenas pelo codinome 'Sicário'."

  9. Bets patrocinam cultura e preocupam artistas emergentes

    Empresas de apostas esportivas passaram a ocupar espaço relevante no financiamento cultural via Lei Rouanet, levantando dúvidas sobre o perfil dos projetos contemplados. Artistas de menor visibilidade comercial temem perder acesso a recursos que historicamente sustentavam produções de nicho. O debate expõe uma tensão entre a lógica de mercado dos novos patrocinadores e os objetivos originais da política cultural brasileira.

    "A ausência de critérios claros sobre quem patrocina o quê reforça a desconfiança de que a cultura financiada será aquela que já tem público garantido."

  10. Hong Kong condena ativistas pró-democracia a anos de prisão

    Um tribunal de Hong Kong sentenciou ativistas pró-democracia a penas entre cinco e sete anos de prisão. As condenações fazem parte de uma série de processos judiciais movidos pelas autoridades contra figuras do movimento democrático da cidade. As sentenças reforçam o padrão de repressão que se intensificou após a aprovação da lei de segurança nacional em 2020.

    "Hong Kong condena ativistas pró-democracia a penas de entre 5 e 7 anos de prisão."

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