Com o apito final da Copa do Mundo de 2026, encerrou-se também uma experiência coletiva que transformou cada partida em algo mais do que um resultado esportivo. O Bolão da Copa GZH, plataforma integrada ao ecossistema de Zero Hora, reuniu leitores, jornalistas e entusiastas em torno de palpites e rankings — revelando que, entre o conhecimento e a sorte, há sempre espaço para a surpresa. Roberto Rebellatto, dono de restaurante na Zona Sul, e Antonio Augusto Menegaz de Bem, médico ortopedista, emergiram como os grandes vencedores, lembrando que a sabedoria popular muitas vezes rivaliza com a exp
Vencedores do Bolão da Copa GZH celebram: "Não esperava ficar à frente de caras que admiro"
Não esperava ficar na frente de caras que sempre ouço e admiro
Por que esse bolão funcionou tão bem? O que o diferencia de outras competições de palpites?
A plataforma estava integrada ao site e app de Zero Hora, então os leitores já estavam lá. E o ranking em tempo real criava essa tensão constante — você sabia exatamente onde estava a cada rodada.
Mas quantas pessoas participaram? O texto não diz. Sabemos que Rebellatto venceu e Menegaz de Bem venceu uma categoria, mas não temos escala.
Verdade. Sabemos que havia pelo menos esses dois vencedores principais e que havia um ranking geral e categorias específicas como o Sala de Redação.
E quanto à estratégia? Os vencedores disseram que foi sorte, feeling, nada muito calculado.
Exatamente. Rebellatto foi bem claro: assistia aos jogos, palpitava, acertava alguns em cheio. Menegaz de Bem também disse que não seguia probabilidades, apenas lógica e feeling.
Isso é interessante porque sugere que o bolão não era um exercício de análise profunda — era mais sobre intuição e conhecimento casual do futebol.
E a reação deles? Pareciam genuinamente surpresos?
Sim. Menegaz de Bem ficou surpreso em ficar à frente de jornalistas que admira. Rebellatto entrou "só para participar" e ficou feliz em vencer. Guerrinha achou melhor do que esperava.
Mas nenhum deles tinha expectativa alta de ganhar. Isso fala algo sobre como as pessoas entendem essas competições — como diversão, não como algo que se vence com estratégia.
Zero Hora vai fazer isso de novo?
O texto sugere que sim — Guerrinha já fala em "próximos bolões", e a plataforma está integrada ao site e app, então parece ser algo permanente.
Il Polso
- A Copa do Mundo terminou com a Espanha campeã sobre a Argentina, mas para milhares de participantes do Bolão GZH o torneio tinha uma camada extra de tensão a cada palpite.
- Roberto Rebellatto entrou na fase decisiva em quarto lugar e precisou ultrapassar três concorrentes para chegar ao topo — uma virada que ele mesmo atribui mais à sorte do que à estratégia.
- Antonio Augusto Menegaz de Bem, médico ortopedista sem qualquer método sofisticado, desbancou jornalistas renomados como Guerrinha e Maurício Saraiva no Bolão do Sala de Redação.
- Guerrinha, referência do jornalismo esportivo gaúcho, terminou em quarto entre os comunicadores e saiu motivado, já de olho nos próximos bolões que a plataforma promete oferecer.
Com o apito final da Copa do Mundo de 2026, encerrou-se também uma experiência coletiva que transformou cada partida em algo mais do que um resultado esportivo. O Bolão da Copa GZH, plataforma integrada ao ecossistema de Zero Hora, reuniu leitores, jornalistas e entusiastas em torno de palpites e rankings — revelando que, entre o conhecimento e a sorte, há sempre espaço para a surpresa. Roberto Rebellatto, dono de restaurante na Zona Sul, e Antonio Augusto Menegaz de Bem, médico ortopedista, emergiram como os grandes vencedores, lembrando que a sabedoria popular muitas vezes rivaliza com a expertise dos especialistas.
A Copa do Mundo de 2026 terminou com a Espanha levantando o troféu sobre a Argentina, mas para os participantes do Bolão da Copa GZH, a competição tinha uma dimensão própria. A plataforma integrada ao site e aplicativo de Zero Hora permitiu que leitores fizessem palpites e acompanhassem seus rankings em tempo real ao longo de todo o torneio.
O grande vencedor do ranking geral foi Roberto Rebellatto, com 11.660 pontos. Ele entrou na fase decisiva em quarta colocação e foi ultrapassando os concorrentes um a um até chegar ao topo. Sem estratégia elaborada, Rebellatto assistia aos jogos e confiava no instinto — uma prática que já cultivava informalmente com clientes de seu restaurante na Zona Sul, quando todos apostavam nos resultados do Campeonato Brasileiro.
No Bolão do Sala de Redação, a vitória coube a Antonio Augusto Menegaz de Bem, médico ortopedista que superou comunicadores como Guerrinha, Maurício Saraiva e Diogo Olivier. Ele nunca consultou sites de probabilidades e descartou qualquer método sofisticado: confiava no feeling, misturando um pouco de conhecimento com uma boa dose de sorte. Sua esposa chegou a liderar a competição no início, mas foi perdendo o fôlego ao longo do torneio.
Entre os jornalistas do Grupo RBS, Guerrinha foi o destaque, terminando em quarto lugar — resultado que superou suas próprias expectativas e o deixou animado para participar de edições futuras. A Zero Hora já sinaliza que novos bolões serão lançados para os próximos grandes torneios.
A Copa do Mundo de 2026 terminou no último domingo, com a Espanha conquistando o título sobre a Argentina. Junto com o apito final, encerrou-se também a primeira edição do Bolão da Copa GZH, uma plataforma integrada ao site e aplicativo de Zero Hora que convidou seus leitores a fazer palpites sobre o torneio e acompanhar seu desempenho em rankings atualizados em tempo real.
Roberto Rebellatto saiu como grande vencedor do ranking geral, acumulando 11.660 pontos. Sua trajetória na competição foi notável: entrou na fase decisiva em quarta colocação, mas conseguiu ultrapassar todos os concorrentes até chegar ao topo. Quando questionado sobre sua estratégia, Rebellatto foi honesto sobre o papel da sorte. Ele participou inicialmente apenas para experimentar, sem expectativas muito altas, mas acabou se surpreendendo com o resultado. Sua abordagem era simples: assistia aos jogos e fazia seus palpites, acertando vários em cheio. Rebellatto, que possui um restaurante na Zona Sul, lembrou que já havia experiência com competições similares — tempos atrás, ele e seus clientes faziam apostas informais sobre os jogos do Campeonato Brasileiro.
Entre os vencedores de categorias específicas, Antonio Augusto Menegaz de Bem, médico ortopedista, conquistou o Bolão do Sala de Redação. Sua vitória teve um sabor especial porque o colocou à frente de nomes conhecidos do jornalismo e comunicação que ele sempre admirou — Guerrinha, Maurício Saraiva e Diogo Olivier. Menegaz de Bem celebrou a iniciativa de Zero Hora, chamando-a de excelente e divertida, especialmente para quem saiu vencedor. Ele mencionou que sua esposa começou liderando a competição, mas não se manteve tão engajada ao longo do torneio.
Quanto ao segredo de sua vitória, Menegaz de Bem descartou qualquer estratégia sofisticada. Ele confiava em seu feeling, combinando um pouco de conhecimento com uma boa dose de sorte. Nunca consultou probabilidades em sites especializados. Sua abordagem era manter-se fiel à lógica, evitando palpites muito arriscados que pudessem deixá-lo vulnerável a ser ultrapassado.
Entre os comunicadores do Grupo RBS, Adroaldo Guerra Filho, conhecido como Guerrinha, foi o destaque, alcançando a quarta posição. Ele ficou satisfeito com o resultado, que superou suas expectativas iniciais. Para Guerrinha, chegar à frente de muitos especialistas e acadêmicos foi uma conquista que o motivou e abriu portas para novos desafios. Ele já expressa entusiasmo para participar de próximos bolões.
O Bolão da Copa GZH transformou cada partida do Mundial em um evento com camadas extras de emoção. A cada rodada, os participantes acumulavam pontos conforme seus palpites se concretizavam e podiam acompanhar sua posição no ranking em tempo real, criando uma experiência dinâmica e envolvente ao longo de todo o torneio.
Citazioni salienti
Entrei só para participar mesmo, para ver o que ia dar. Mas fiquei feliz mesmo por ser o primeiro.— Roberto Rebellatto, vencedor do ranking geral
Não esperava ficar na frente de caras como o Guerrinha, Maurício Saraiva, Diogo Olivier. Caras que eu sempre ouço e admiro.— Antonio Augusto Menegaz de Bem, vencedor do Bolão do Sala de Redação