No limiar do outono de 2026, o presidente Trump voltou sua atenção a uma tensão antiga na economia americana: a concentração de poder nas mãos de poucos grandes processadores de carne. Ao anunciar medidas antimonopólio, ele tocou em uma ferida que atravessa classes e partidos — mas ao direcionar críticas específicas a empresas brasileiras como JBS e Marfrig, transformou um debate doméstico em um episódio de política comercial internacional. O gesto revela como as fronteiras entre soberania alimentar, concorrência de mercado e diplomacia econômica são cada vez mais difíceis de separar.
Trump anuncia medida contra monopólio da carne após críticas a empresas brasileiras
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