Em agosto de 2026, a emissora americana WMAR-2, afiliada da ABC em Baltimore, retirou todos os seus apresentadores humanos dos noticiários principais, substituindo-os por vozes artificiais geradas por inteligência artificial. O gesto, que meses antes soaria como especulação alarmista, confirma uma previsão feita pelo candidato presidencial Augusto Cury sobre o futuro dos jornalistas de televisão. Por trás da economia operacional evidente, emerge uma questão mais profunda: o que se perde quando a voz que nos conta o mundo deixa de pertencer a alguém?
Canal dos EUA substitui apresentadores por IA; cenário previsto por Cury se concretiza
Apresentadores de telejornais enfrentam risco de desemprego com substituição por sistemas de inteligência artificial.
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