Na madrugada de domingo, o que deveria ser uma celebração comunitária em Vienna, Geórgia, transformou-se em tragédia quando mais de 50 disparos interromperam uma festa de boas-vindas frequentada por mais de mil pessoas. Dois jovens — Jaquevion Jackson, 21 anos, e Macaleb Jackson, 23 anos — perderam a vida, e pelo menos 30 outros foram feridos em uma violência que abalou uma pequena comunidade rural acostumada à paz. O episódio nos lembra que a violência armada não respeita fronteiras geográficas nem momentos de alegria coletiva, e que as perguntas mais difíceis — o porquê e o quem — muitas vez
Tiroteio em festa de estudantes na Geórgia deixa 2 mortos e 30 feridos
Como uma metralhadora — uma pessoa correu e todo mundo começou a correr
Como uma festa de boas-vindas de estudantes termina em um tiroteio com mais de mil pessoas presentes?
Vienna é uma comunidade rural pequena. A festa começou bem na sexta-feira, mas na noite de sábado, quando pessoas de vários condados vizinhos se reuniram, as coisas saíram do controle. Mais de 50 disparos em dois locais diferentes.
Mas o que causou o tiroteio? Havia uma briga? Uma disputa entre grupos?
Isso é o que as autoridades ainda estão tentando descobrir. Até o final do domingo, não havia prisões e nenhum motivo havia sido divulgado.
E os feridos — como estão?
Pelo menos 30 pessoas foram feridas, com idades entre 14 e 51 anos. Alguns em estado crítico, outros estáveis. Foram levados para vários hospitais da região.
O legista disse que a cena foi "horrível" e que cerca de uma dúzia de pessoas ficaram feridas enquanto tentavam fugir. Isso sugere que o pânico foi tão grande quanto os tiros.
Exatamente. Uma testemunha descreveu como "uma metralhadora" — uma pessoa começou a correr e todos começaram a correr.
A polícia estava lá?
Sim, os agentes estavam posicionados em praticamente todas as direções em relação ao local. Mas com mil pessoas e tudo acontecendo tão rápido, foi difícil entender o que estava acontecendo.
Então a polícia estava presente, mas não conseguiu impedir ou interromper rapidamente o tiroteio?
Isso parece ser o caso. O xerife chamou de "experiência de aprendizado" para sua equipe.
E a festa — era autorizada?
Não. O prefeito disse que a cidade não havia emitido nenhuma licença para a festa de rua.
El Pulso
- Mais de 50 tiros disparados em pelo menos dois pontos distintos transformaram uma festa de rua com mil pessoas em cena de pânico e fuga desesperada.
- Dois jovens morreram e pelo menos 30 ficaram feridos — alguns em estado crítico —, com vítimas de apenas 14 anos entre os atingidos enquanto tentavam escapar.
- A rapidez do caos superou a capacidade de resposta dos policiais já presentes no local, que mal conseguiam distinguir a direção dos disparos.
- Até o fim do domingo, nenhuma prisão havia sido realizada e as autoridades ainda não conseguiram estabelecer o motivo dos tiros, deixando a comunidade em estado de choque e incerteza.
- As escolas do condado reabriram na segunda-feira com reforço de segurança, enquanto moradores e autoridades tentam compreender como tamanha violência chegou a uma cidade tão pequena.
Na madrugada de domingo, o que deveria ser uma celebração comunitária em Vienna, Geórgia, transformou-se em tragédia quando mais de 50 disparos interromperam uma festa de boas-vindas frequentada por mais de mil pessoas. Dois jovens — Jaquevion Jackson, 21 anos, e Macaleb Jackson, 23 anos — perderam a vida, e pelo menos 30 outros foram feridos em uma violência que abalou uma pequena comunidade rural acostumada à paz. O episódio nos lembra que a violência armada não respeita fronteiras geográficas nem momentos de alegria coletiva, e que as perguntas mais difíceis — o porquê e o quem — muitas vezes demoram a encontrar resposta.
Na madrugada de domingo, 4 de maio, uma festa de boas-vindas que se estendia por quatro quarteirões em Vienna — pequena cidade rural a 210 km ao sul de Atlanta — terminou em tragédia. Mais de mil pessoas celebravam a vitória do time de futebol americano da escola local quando mais de 50 disparos foram efetuados em pelo menos dois pontos da celebração. Ao fim do caos, dois jovens estavam mortos e pelo menos 30 feridos, com idades entre 14 e 51 anos.
O xerife Craig Peavy identificou as vítimas fatais como Jaquevion Jackson, 21 anos, de Cordele, e Macaleb Jackson, 23 anos, de Hawkinsville. O legista Brett Walls descreveu a cena como 'horrível', destacando que várias pessoas foram baleadas enquanto tentavam fugir. Uma testemunha comparou o som dos tiros ao de uma metralhadora: 'Uma pessoa correu e todo mundo começou a correr.'
A festa havia transcorrido sem incidentes na noite de sexta-feira, com policiamento presente e a comunidade respeitando as regras. A noite de sábado, nas palavras do xerife, 'foi uma história diferente'. Os agentes estavam posicionados ao redor do evento, mas a multidão e a velocidade do caos tornaram a situação avassaladora. Novos disparos ocorreram a cerca de um quarteirão de distância logo após a chegada inicial da polícia.
Até o fim do domingo, nenhuma prisão havia sido realizada e as autoridades ainda buscavam entender o motivo dos disparos. O diretor do Departamento de Investigação da Geórgia afirmou que as investigações continuavam. As escolas reabriram na segunda-feira com medidas de segurança adicionais. O legista Walls resumiu o sentimento geral: 'Isso não deveria acontecer em uma cidade pequena como essa — é algo que se vê nos noticiários de cidades maiores. E mesmo lá, não se vê esse número de vítimas.'
Na madrugada de domingo, 4 de maio, uma festa de boas-vindas que ocupava quatro quarteirões inteiros em Vienna, uma pequena comunidade rural a 210 quilômetros ao sul de Atlanta, na Geórgia, terminou em caos. Mais de mil pessoas estavam reunidas no local quando mais de 50 disparos foram efetuados em pelo menos dois pontos diferentes da celebração. Quando tudo terminou, duas pessoas estavam mortas e pelo menos 30 feridas, com idades variando entre 14 e 51 anos.
O xerife do condado de Dooly, Craig Peavy, identificou os mortos como Jaquevion Jackson, 21 anos, de Cordele, e Macaleb Jackson, 23 anos, de Hawkinsville. Não se sabe se os dois eram parentes. Os feridos foram levados para vários hospitais da região. Alguns chegaram em estado crítico, enquanto outros apresentavam condições estáveis. O legista do condado, Brett Walls, descreveu a cena como "horrível" e observou que várias pessoas foram atingidas por balas enquanto tentavam fugir do local.
A festa havia começado na sexta-feira à noite, logo após a vitória do time de futebol americano da Dooly County High School em um jogo de boas-vindas. A celebração atraiu pessoas de vários condados vizinhos no sul da Geórgia. Na noite de sexta, tudo correu bem, com a polícia patrulhando o evento e a comunidade mantendo o respeito pelas regras. Mas a noite de sábado foi, nas palavras de Peavy, "uma história diferente".
Os policiais estavam próximos quando o tiroteio começou. Peavy relatou que seus agentes estavam posicionados em praticamente todas as direções em relação ao local da festa de rua, mas a multidão era tão grande e o caos tão rápido que foi difícil entender o que estava acontecendo. Após a chegada inicial da polícia, mais disparos foram efetuados a cerca de um quarteirão de distância. "Não sabíamos se estavam vindo em nossa direção ou em direção a outra pessoa", disse Peavy. "Você só tinha que continuar fazendo o que estava fazendo e torcer para não ser atingido por tiros."
Ashley Gee, 30 anos, que veio de um condado vizinho para a festa, descreveu ao Atlanta Journal-Constitution uma saraivada constante de tiros. "Como uma metralhadora", disse ela. "Uma pessoa correu e todo mundo começou a correr." O legista Walls também confirmou que cerca de uma dúzia de pessoas ficaram feridas enquanto tentavam fugir da violência.
Até o final do domingo à noite, nenhuma prisão havia sido realizada e as autoridades não apresentaram nenhum possível motivo para os disparos. Chris Hosey, diretor do Departamento de Investigação da Geórgia, disse durante uma coletiva de imprensa que ainda estavam tentando resolver o que havia acontecido. Peavy reconheceu que o incidente foi uma experiência de aprendizado para sua equipe. "Pensávamos que já tínhamos lidado com muita coisa. Mas às vezes acontece de repente, e foi algo avassalador", disse ele.
O superintendente do Sistema Escolar do Condado de Dooly, Sherrod Willaford, esclareceu que o tiroteio não ocorreu em um evento patrocinado pela escola. As escolas abriram na segunda-feira com medidas de segurança adicionais implementadas, embora não tenha especificado quais foram as ações adotadas. O prefeito de Vienna, Eddie Daniels, disse que o tiroteio ocorreu a cerca de um quarteirão de sua casa e que viu muitas luzes azuis, mas ainda não havia conversado com as autoridades policiais para obter detalhes. Daniels também informou que a cidade não havia emitido nenhuma licença para a festa de rua.
Brett Walls, o legista, expressou choque com a magnitude da violência em uma cidade pequena. "Isso não acontece - não deveria acontecer - em uma cidade pequena como essa. É algo que se vê nos noticiários de cidades maiores", disse ele ao jornal, acrescentando que os hospitais estavam lotados de feridos. "E mesmo em cidades maiores, não se vê esse tipo de número." A investigação segue em andamento, com as autoridades ainda buscando determinar o motivo exato dos disparos e a identidade de quem foi responsável.
Citas Notables
Não sabíamos se estavam vindo em nossa direção ou em direção a outra pessoa. Você só tinha que continuar fazendo o que estava fazendo e torcer para não ser atingido por tiros.— Craig Peavy, xerife do condado de Dooly
Isso não acontece — não deveria acontecer — em uma cidade pequena como essa. É algo que se vê nos noticiários de cidades maiores.— Brett Walls, legista do condado de Dooly