'Seleção Estadão': live diária sobre Copa terá ex-craques e Diário do Neymar

A Copa é muito mais do que os 90 minutos de jogo
O programa diário do Estadão busca explorar economia, cultura e histórias além dos resultados das partidas.
Mark

Por que o Estadão decidiu fazer um programa diário em vez de apenas cobrir os jogos principais?

Mimi

Porque a Copa é muito mais do que os 90 minutos de jogo. Há economia, cultura, histórias de países, curiosidades. Um programa diário permite explorar tudo isso.

Luke

Mas quantas pessoas vão acordar às 10 da manhã para assistir a uma live? Qual é a métrica de sucesso aqui?

Mark

Os ex-jogadores escolhidos parecem representar diferentes gerações. Há uma estratégia nisso?

Mimi

Sim. Müller e Paulo Sérgio viveram o pico da seleção em 1994. Luisão vem de um período mais recente. Isso cria uma conversa entre épocas.

Luke

Mas nenhum deles jogou na última Copa. Será que a audiência quer ouvir gente que não está tão próxima do futebol atual?

Mark

E quanto ao quadro do Filipe Pontes imitando Neymar? Isso não corre o risco de trivializar o torneio?

Mimi

Não, é um respiro. A Copa é intensa, e o humor ajuda a conectar com quem quer se divertir também.

Luke

Verdade, mas depende muito da qualidade da imitação e de como é recebida. Humor é arriscado.

Mark

Qual é o diferencial do 'Copa é Pop' em relação à cobertura tradicional?

Mimi

Explora o que as pessoas realmente vivem durante a Copa — as músicas, as propagandas, as celebridades. Não é só tática de jogo.

Luke

Isso pressupõe que o público quer isso. Não sabemos ainda se vai funcionar.

  • A Copa do Mundo de 2026 começa e o Estadão sente a urgência de estar presente todos os dias, ao vivo, antes mesmo do apito inicial das partidas.
  • O desafio é grande: como cobrir um torneio que é ao mesmo tempo esporte, negócio, cultura e entretenimento sem perder profundidade nem alcance?
  • A solução encontrada reúne tetracampeões de 1994, um zagueiro das Copas de 2006 e 2010, influenciadoras, humoristas e especialistas em economia, arbitragem e empreendedorismo num único estúdio.
  • Às 10h de cada manhã, o programa tenta preencher o espaço entre a análise técnica tradicional e o universo mais amplo — cultural, econômico e humano — que a Copa sempre desperta.
  • O 'Seleção Estadão' se posiciona como companhia diária do torcedor até o encerramento da competição, transmitindo no YouTube, no site e nas redes sociais do jornal.

Quando o maior espetáculo do futebol mundial chega à América do Norte, o Estadão responde com uma presença diária e plural: a partir desta quarta-feira, o jornal reúne ex-campeões, colunistas e vozes culturais num programa ao vivo que propõe cobrir a Copa não apenas como resultado, mas como fenômeno humano. É o reconhecimento de que um torneio desta magnitude transborda os limites do campo e exige leituras tão diversas quanto o próprio mundo que ele mobiliza.

A partir desta quarta-feira, o Estadão estreia o 'Seleção Estadão', programa ao vivo diário dedicado à Copa do Mundo de 2026 na América do Norte. Com uma hora de duração e transmissão às 10h pelo YouTube, site e redes sociais do jornal, a atração promete acompanhar o torneio do início ao fim.

Os jornalistas Emanuel Bonfim e João Abel apresentam o programa ao lado de três ex-jogadores da seleção brasileira: Müller e Paulo Sérgio, tetracampeões em 1994, e Luisão, que disputou as Copas de 2006 e 2010. A cantora Gabi Fernandes e a comentarista Bá Comparato também participam, ampliando o olhar para além da análise técnica.

Os colunistas do Estadão conduzem quadros temáticos: Carol Prado explora a cultura do torneio em 'Copa é Pop'; Rodrigo Capelo investiga os bastidores econômicos em 'Copa S.A.'; Paulo Caravina comenta a arbitragem diariamente; Frankito apresenta curiosidades sobre os países participantes; e Camila Farani observa o Mundial pela ótica do empreendedorismo. O humorista Filipe Pontes completa o time com imitações de Neymar, garantindo leveza ao programa.

Com essa estrutura plural, o 'Seleção Estadão' pretende cobrir não só jogos e resultados, mas as histórias, os negócios e a cultura que fazem da Copa muito mais do que um campeonato de futebol.

A partir desta quarta-feira, o Estadão lança 'Seleção Estadão', um programa ao vivo diário que acompanhará a Copa do Mundo de 2026 na América do Norte do começo ao fim. A transmissão vai ao ar todos os dias às 10 da manhã, com uma hora de duração, no YouTube do jornal, no site e nos perfis da empresa nas redes sociais.

O programa é apresentado pelos jornalistas Emanuel Bonfim e João Abel, que dividem o estúdio com três ex-jogadores da seleção brasileira. Müller e Paulo Sérgio, ambos tetracampeões pelo Brasil em 1994, trazem a experiência de quem viveu o auge da seleção. Ao lado deles está Luisão, zagueiro que participou das Copas de 2006 e 2010, oferecendo uma perspectiva de um período mais recente da história do futebol brasileiro.

Além dos ex-atletas, o estúdio recebe influenciadoras ligadas ao universo do futebol. A cantora Gabi Fernandes e a comentarista esportiva Bá Comparato fazem participações na live, ampliando o alcance do programa para além da análise técnica tradicional.

Os colunistas do Estadão ganham espaço com quadros temáticos. Carol Prado apresenta 'Copa é Pop', mergulhando nos aspectos culturais do torneio — as músicas que marcam cada edição, os mascotes, as camisas, as campanhas publicitárias e as celebridades envolvidas. Rodrigo Capelo conduz 'Copa S.A.', focando nos bastidores econômicos e institucionais do Mundial, desde os negócios gerados até os impactos financeiros do evento. Paulo Caravina fala diariamente sobre arbitragem, com destaque para as atuações dos árbitros brasileiros. Frankito traz 'Um Curioso no Mundial', explicando curiosidades sobre os países e suas seleções que se enfrentarão na Copa. Camila Farani observa o torneio pela ótica do empreendedorismo e do mundo empresarial.

O programa também reserva espaço para uma abordagem mais leve. O humorista Filipe Pontes fará um quadro em que imita Neymar, o camisa 10 da seleção, criando momentos de leveza em meio à análise séria do torneio.

Com essa estrutura, o 'Seleção Estadão' pretende cobrir não apenas os jogos e resultados da Copa, mas também as histórias, os negócios, a cultura e o humor que cercam o maior evento do futebol mundial. O programa segue no ar até o encerramento da competição na América do Norte.

Colunistas do Estadão farão quadros sobre aspectos culturais, econômicos, arbitragem, curiosidades e empreendedorismo da Copa
— Estrutura do programa 'Seleção Estadão'
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