Repórter da Record quase é atropelada durante cobertura de acidente no PR

Nenhum ferimento registrado, mas equipe de jornalismo correu risco de morte durante cobertura profissional.
Por muito pouco não acabaram atropelados
O apresentador do Balanço Geral comentava a cena de risco que quase vitimou a equipe de jornalismo.
Mark

Por que um carro passaria tão perto de uma área claramente sinalizada com polícia e pisca-alerta ligado?

Mimi

Segundo os relatos, um motorista parou para ver o acidente e depois tentou fazer um retorno. Isso forçou outro carro a desviar bruscamente — e foi esse desvio que quase atingiu a equipe.

Luke

Então não foi um motorista desatento passando pela área. Foi uma reação em cadeia causada por alguém que parou para observar.

Mimi

Exatamente. O perigo não veio de alguém ignorando as sinalizações, mas de uma manobra impulsiva de quem estava tentando sair da situação.

Mark

A equipe estava em um local seguro, então? Ou a segurança é sempre relativa em uma rodovia?

Luke

Eles estavam em uma área sinalizada com proteção policial. Mas uma rodovia é uma rodovia — você não controla o que os outros motoristas fazem.

Mimi

É isso que torna o trabalho de jornalista em rodovias tão arriscado. Você faz tudo certo e ainda assim fica à mercê das decisões de outras pessoas.

Mark

Ninguém se feriu, certo?

Mimi

Não. Mas a proximidade foi real. O apresentador no estúdio disse que faltou muito pouco para um atropelamento.

Luke

E isso é o que fica: não há feridos a reportar, mas há um incidente que quase virou tragédia. Isso é o suficiente para contar a história.

  • Uma manobra de retorno mal calculada por um motorista curioso transformou uma cobertura jornalística rotineira em um quase atropelamento a plena luz do dia.
  • A repórter Carolina Barufatti e o cinegrafista Daniel Bezerra estavam em área sinalizada com viatura policial e pisca-alerta acionado — e ainda assim o perigo chegou.
  • O susto foi capturado ao vivo: a voz de Barufatti disparou um 'Que isso?!' que resumiu em duas palavras o que poderia ter sido uma catástrofe.
  • Nenhum ferimento foi registrado, mas o apresentador Guilherme Rivaroli sintetizou a gravidade no estúdio: 'Por muito pouco, por muito pouco, não acabaram atropelados'.
  • Nas redes, Barufatti escreveu apenas 'Livramento!' — uma palavra que carrega tanto alívio quanto a consciência nítida de quão perto o pior esteve.

Em uma tarde de junho no Paraná, dois jornalistas que cumpriam seu ofício à beira de uma rodovia sinalizada estiveram a metros de uma tragédia — não por descuido próprio, mas pela imprevisibilidade do tráfego humano. O incidente com a equipe da RIC Record Oeste lembra que a fronteira entre a cobertura do perigo e o perigo em si pode ser tênue como uma fração de segundo. Saíram ilesos, mas a pergunta que fica é mais antiga do que qualquer acidente: quem protege aqueles que documentam o mundo para os outros?

Na tarde de 18 de junho, a repórter Carolina Barufatti e o cinegrafista Daniel Bezerra trabalhavam à margem de uma rodovia paranaense cobrindo um acidente de trânsito. A área estava devidamente sinalizada: havia viatura policial e o veículo da emissora com pisca-alerta acionado. Mesmo assim, um carro passou perigosamente perto dos dois profissionais. Barufatti reagiu no instante com um 'Que isso?!' que capturou o susto em tempo real.

O que desencadeou o incidente foi uma sequência banal: um motorista parou para observar o acidente e, em seguida, tentou fazer um retorno na pista. A manobra forçou outro veículo a desviar bruscamente — e foi esse desvio que quase atingiu a equipe. Ninguém se feriu, mas a proximidade foi suficiente para deixar marcas.

O programa Balanço Geral exibiu as imagens posteriormente. Do estúdio, o apresentador Guilherme Rivaroli comentou com sobriedade: 'Por muito pouco, por muito pouco, não acabaram atropelados'. Nas redes sociais, Barufatti resumiu o episódio em uma só palavra: 'Livramento!'. O incidente expõe uma realidade recorrente no jornalismo de campo — mesmo quando todas as precauções estão em vigor, um motorista distraído e uma manobra mal calculada bastam para que o risco se materialize sobre quem está ali para contar a história dos outros.

Na tarde de quinta-feira, 18 de junho, uma equipe da RIC Record Oeste estava trabalhando à beira de uma rodovia no Paraná, cobrindo um acidente de trânsito. A repórter Carolina Barufatti e o cinegrafista Daniel Bezerra ocupavam uma área que havia sido devidamente sinalizada para o trabalho — havia uma viatura policial presente e o veículo da emissora com o pisca-alerta acionado. Apesar de todas essas precauções, um carro passou muito perto dos dois profissionais em uma manobra inesperada. Barufatti reagiu no instante: "Que isso?!", sua voz capturando o susto do momento.

O que aconteceu nos segundos anteriores foi uma sequência comum em rodovias movimentadas. Um motorista havia parado para observar o acidente que a equipe cobria. Depois, esse motorista tentou fazer um retorno na pista. A manobra forçou outro veículo a desviar de forma abrupta — e foi esse desvio que quase atingiu os jornalistas. Ninguém saiu ferido do incidente, mas a proximidade foi real o suficiente para deixar marcas.

O programa Balanço Geral exibiu a cena posteriormente, embora não tenha ido ao vivo. Do estúdio, o apresentador Guilherme Rivaroli comentou sobre o que havia visto: "Por muito pouco, por muito pouco, não acabaram atropelados". Suas palavras refletiam a gravidade do que quase havia acontecido — dois profissionais fazendo seu trabalho em condições que deveriam ser seguras, separados de uma tragédia apenas por metros e frações de segundo.

Nas redes sociais, Barufatti resumiu o episódio de forma simples e direta: "Livramento!". A palavra capturava tanto o alívio quanto a consciência de quão perto havia chegado. O incidente reforça uma realidade que jornalistas enfrentam rotineiramente ao cobrir acidentes em rodovias — mesmo quando todas as medidas de segurança estão em lugar, o ambiente permanece impredizível. Um motorista distraído, uma manobra mal calculada, e o risco se materializa. A equipe da Record Oeste saiu ilesa desta vez, mas o episódio deixa em aberto a questão de como proteger profissionais que trabalham em ambientes onde o perigo vem de quem passa, não de quem está sendo coberto.

Por muito pouco, por muito pouco, não acabaram atropelados
— Guilherme Rivaroli, apresentador do Balanço Geral
Livramento!
— Carolina Barufatti, repórter da RIC Record Oeste, em rede social
Contattaci Domande frequenti