Rede 4G da DIGI fica mais rápida com agregação de bandas; melhorias chegam automaticamente

A velocidade real não depende do plano que pagas, mas do sinal no teu local
Detalhe fundamental que muda a forma como os clientes DIGI devem pensar sobre a sua velocidade de internet.

No silêncio das antenas e dos algoritmos, a DIGI reconfigurou a sua rede 4G para combinar três bandas de frequência em simultâneo, tornando a internet móvel mais rápida para todos os seus clientes sem que nenhum deles precise de agir. É um daqueles avanços invisíveis que chegam sem aviso e sem cerimónia — a tecnologia a melhorar a vida quotidiana por baixo da superfície. O horizonte aponta para velocidades acima de 1 Gbps quando o regulador ANACOM aprovar a expansão do 5G.

  • A DIGI ativou silenciosamente uma mudança técnica que aumenta a velocidade 4G de forma automática para todos os clientes, sem qualquer ação necessária da sua parte.
  • A combinação simultânea das bandas 900 MHz, 1800 MHz e 2600 MHz expande a capacidade total da rede, com testes a mostrarem saltos significativos face à utilização de uma única banda.
  • A velocidade real de cada utilizador depende do sinal local e não do plano contratado, criando experiências distintas mesmo entre vizinhos no mesmo bairro.
  • Utilizadores de routers com cartão DIGI devem estar atentos a um detalhe técnico no tamanho dos pacotes de dados, que pode causar incompatibilidades em certas aplicações.
  • Quando a ANACOM aprovar o alargamento da largura de banda 5G, esperam-se velocidades muito acima de 1 Gbps, tornando as melhorias atuais apenas o primeiro capítulo de uma evolução maior.

A DIGI começou a ativar melhorias técnicas na sua rede 4G que tornam a internet móvel mais rápida de forma automática. Nenhum cliente precisa de fazer nada — as mudanças chegam sozinhas ao telemóvel, independentemente do plano contratado.

Ricardo Saraiva, técnico especializado em redes móveis, confirmou as alterações através de testes práticos. A novidade central é a agregação simultânea de três bandas de frequência: 900 MHz, com maior alcance e melhor penetração em edifícios; 1800 MHz, vocacionada para zonas urbanas; e 2600 MHz, para velocidades mais elevadas onde o sinal é forte. Nos testes, a utilização isolada da banda dos 900 MHz produzia 39 Mbps em download e 18 Mbps em upload — valores que sobem consideravelmente com as três bandas combinadas.

Um ponto importante: a velocidade que cada utilizador experimenta não depende do que paga mensalmente, mas da qualidade do sinal no local onde se encontra. Dois clientes no mesmo bairro podem ter experiências muito diferentes consoante estejam junto a uma janela ou no interior de um edifício.

Para quem usa o cartão DIGI num router, existe um detalhe técnico a considerar: a operadora utiliza um tamanho máximo de pacotes de dados ligeiramente abaixo do padrão, o que é transparente no telemóvel mas pode gerar problemas com certas aplicações em alguns routers. No futuro, quando a ANACOM aprovar o alargamento da largura de banda no 5G, Saraiva antecipa velocidades bem acima de 1 Gbps. Por agora, as melhorias no 4G já estão ativas — a rede está a ficar mais rápida por si só.

A DIGI começou a ativar mudanças técnicas na sua rede 4G que tornam a internet móvel mais rápida de forma automática. Nenhum cliente precisa de fazer qualquer coisa — as melhorias chegam sozinhas ao telemóvel.

Nos últimos dias, foram detetadas alterações concretas na infraestrutura de rede que se traduzem em velocidades mais altas para qualquer pessoa com um cartão DIGI, independentemente do plano que tem contratado. Ricardo Saraiva, técnico especializado em redes móveis, acompanha a evolução da rede DIGI desde o início e confirmou estas mudanças através de testes práticos. Um detalhe importante: a velocidade real que cada utilizador consegue não depende do valor que paga mensalmente, mas sim da qualidade do sinal no local onde está. Dois clientes no mesmo bairro podem ter experiências completamente diferentes apenas porque um está junto a uma janela e o outro está no interior de um edifício.

A melhoria mais recente prende-se com a forma como o telemóvel usa várias frequências em simultâneo. A DIGI está a expandir a cobertura da banda dos 900 MHz — aquela que tem maior alcance e penetra melhor nos edifícios — e passou a combiná-la ao mesmo tempo com as bandas de 1800 MHz e 2600 MHz. Na prática, isto significa que aumenta a capacidade total de tráfego e a velocidade da ligação. Nos testes de Saraiva, apenas com a banda dos 900 MHz, as velocidades eram de 39 Mbps em download e 18 Mbps em upload. Com as três bandas agregadas, os valores sobem consideravelmente.

Para tirar o máximo partido desta rede, o smartphone precisa de ser compatível com bandas específicas. Em 4G, as bandas relevantes são a B8 nos 900 MHz para cobertura alargada, a B3 nos 1800 MHz para capacidade em zonas urbanas, e a B7 nos 2600 MHz para velocidades mais altas em locais com boa cobertura. Em 5G, as bandas são n7, n38 e n78. A cobertura 5G da DIGI é maioritariamente na banda n38, uma banda de média frequência que oferece um bom equilíbrio entre alcance e velocidade.

Há um detalhe técnico relevante para quem usa o cartão DIGI num router em vez do telemóvel: a DIGI usa um tamanho máximo de pacotes de dados ligeiramente abaixo do padrão, o que é completamente transparente no telemóvel mas pode causar problemas com algumas aplicações em certos routers. Quando o regulador ANACOM aprovar o alargamento da largura de banda no 5G, a expectativa é de velocidades bem superiores às atuais. Ricardo Saraiva acredita que em breve no 5G será possível ver velocidades bem acima de 1 Gbps.

Por enquanto, as melhorias no 4G já estão a chegar aos utilizadores de forma automática. Quem tem um cartão DIGI no telemóvel não precisa de fazer nada — a rede está a ficar mais rápida por si só.

Com as alterações que estão a decorrer acredito que em breve no 5G conseguiremos ver velocidades bem acima de 1 Gbps
— Ricardo Saraiva, técnico de redes
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Porque é que a DIGI decidiu fazer isto agora? Há pressão da concorrência?

Model

A agregação de bandas é uma evolução técnica natural. A DIGI tem estado a investir na rede, e isto é uma forma de aproveitar melhor o espectro que já tem. Não é uma resposta a pressão — é otimização.

Inventor

Então qualquer pessoa com um cartão DIGI fica mais rápida?

Model

Sim, mas com um caveat importante: depende do telemóvel que tens. Se o teu smartphone não suporta as bandas B8, B3 e B7 em simultâneo, não vais beneficiar da agregação. É por isso que o técnico Saraiva sublinha a importância da compatibilidade.

Inventor

E se eu tiver um plano mais barato? Fico para trás?

Model

Não. Isto é uma das coisas mais interessantes da rede DIGI. A velocidade não é determinada pelo plano que pagas, mas pela qualidade do sinal no teu local. Um cliente com plano básico junto a uma antena pode ter mais velocidade do que um cliente premium num prédio antigo.

Inventor

Quando é que vamos ver 5G realmente rápido?

Model

Quando ANACOM aprovar o alargamento de largura de banda. Saraiva acredita que aí sim, vamos ver velocidades acima de 1 Gbps. Mas isso ainda depende de decisões regulatórias.

Inventor

E se eu usar o cartão DIGI num router?

Model

Aí há um problema técnico. A DIGI usa pacotes de dados ligeiramente abaixo do padrão, o que é invisível no telemóvel mas pode causar problemas em certos routers. É um detalhe que poucos sabem.

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