Pisko: Portugal quer "algo mais" no Europeu de futsal feminino após vice em 2019

Queremos sempre algo mais quando voltamos a uma competição destas
Pisko reflete sobre o objetivo de Portugal após ser vice-campeã europeia em 2019.
Mark

Pisko fala em querer "algo mais" — mas o que é exatamente esse algo? É o título, ou é apenas chegar mais longe do que em 2019?

Mimi

Acho que é o título. Quando diz "algo mais", está a falar de uma equipa que chegou à final e perdeu por 4-0. Isso deixa marca. Agora têm a chance de voltar ao mesmo sítio e fazer diferente.

Luke

Mas ela também diz que primeiro há a meia-final com a Hungria. Portanto, não é garantido que chegam à final. Pode ser que o "algo mais" seja apenas ganhar à Hungria.

Mark

Pisko tem 33 anos e 92 jogos pela seleção. Quantas oportunidades como esta é que uma jogadora tem na carreira?

Mimi

Exatamente. Aos 33 anos, este pode ser um dos últimos Europeus em que ela joga. A urgência é real, mesmo que ela não a diga diretamente.

Luke

Verdade, mas não sabemos se ela vai continuar a jogar depois disto. Ela pode ter mais Europeus pela frente, ou pode não ter. O artigo não diz.

Mark

Ela fala da defesa baixa da Hungria e da dificuldade em criar ocasiões. Isso soa como uma equipa que sabe exatamente o que a espera.

Mimi

Sim, há preparação tática clara. Não é especulação. Eles estudaram a Hungria e sabem o que vem aí. Isso é profissionalismo.

Luke

Mas também é o que qualquer equipa diz antes de um jogo. Não sabemos se a análise está correta ou se a Hungria vai fazer algo diferente.

  • Portugal entra no Europeu2022 com a ferida de uma final perdida por 4-0 frente à Espanha em 2019 ainda presente na memória coletiva da equipa.
  • O regresso ao Pavilhão Multiusos de Gondomar — o mesmo palco da derrota — carrega uma tensão simbólica que a própria jogadora Pisko reconhece abertamente.
  • A meia-final contra a Hungria, marcada para sexta-feira às 21:30, exige paciência tática: espera-se uma defesa baixa magiar que dificultará a criação de golos.
  • A equipa rejeita a ansiedade prematura e mantém o foco na preparação imediata, adiando os grandes objetivos para depois de ultrapassar o primeiro obstáculo.
  • Se vencer, Portugal terá ainda de enfrentar Espanha ou Ucrânia na final de 3 de julho — o caminho para o título passa pelas maiores potências do continente.

Três anos depois de uma final dolorosa no mesmo pavilhão, a seleção portuguesa de futsal feminino regressa a Gondomar carregando tanto a memória da derrota como a ambição de a redimir. O Europeu2022 começa esta sexta-feira com uma meia-final contra a Hungria — um passo necessário antes de qualquer sonho maior. É a história recorrente do desporto: o mesmo lugar, a mesma equipa, mas uma vontade diferente.

Daniela Ferreira, conhecida como Pisko, guarda a memória de uma final que ficou por ganhar. Em 2019, em Gondomar, Portugal chegou à decisão do Europeu feminino de futsal e saiu derrotado pela Espanha por 4-0. Agora, com o torneio de 2022 a regressar ao mesmo pavilhão, a ambição é clara: a equipa quer mais do que o segundo lugar.

A ala de 33 anos, com 92 internacionalizações e 21 golos pela seleção, é direta sobre o objetivo mas também sobre as prioridades imediatas. Antes de pensar em troféus, há uma meia-final contra a Hungria na sexta-feira às 21:30. Pisko antecipa uma equipa magiar fechada defensivamente, o que obrigará Portugal a ter paciência e criatividade para encontrar espaços. "Ansiedade vamos sentir se calhar no dia antes do jogo ou no próprio jogo. Agora estamos focadas em melhorar", afirmou.

O quadro competitivo mantém o suspense: no mesmo dia, a campeã em título Espanha defronta a Ucrânia. A final está marcada para 3 de julho, e Portugal, caso avance, terá de superar uma dessas potências para conquistar um título que ainda nunca ganhou. Pisko faz ainda um apelo ao público, vendo a presença das bancadas como uma força extra num pavilhão que, desta vez, a equipa quer deixar com um resultado diferente.

Daniela Ferreira, conhecida no futsal como Pisko, carrega consigo a memória de uma final que não correu como esperado. Três anos atrás, em Gondomar, a seleção portuguesa de futsal feminino chegou à final do Europeu e saiu derrotada pela Espanha por 4-0. Agora, com o torneio de 2022 a regressar ao mesmo pavilhão, a equipa tem uma ambição clara: desta vez, quer mais.

A ala de 33 anos não esconde o objetivo. "Chegámos à final no último Europeu e fomos vice-campeãs, por isso, quando voltamos a uma competição destas, queremos sempre algo mais", disse Pisko em declarações à Federação Portuguesa de Futebol. Mas antes de sonhar com troféus, há trabalho imediato: uma meia-final contra a Hungria marcada para sexta-feira às 21:30, no Pavilhão Multiusos de Gondomar.

Pisko, que acumula 92 jogos e 21 golos pela seleção nacional, é clara sobre o que espera do confronto com a equipa magiar. Antecipa uma defesa baixa, o que significa que Portugal terá provavelmente mais posse de bola, mas também enfrentará dificuldades maiores para criar oportunidades de golo. "Teremos que ser pacientes", explica. A preparação tem sido focada, e a jogadora rejeita qualquer sinal de ansiedade prematura. "Ansiedade vamos sentir se calhar no dia antes do jogo ou no próprio jogo. Agora estamos focadas em melhorar e fazer a melhor preparação possível."

O calendário do Europeu2022 está estruturado para manter o suspense até ao final. No mesmo dia do jogo português, a Espanha — a campeã de 2019 — enfrenta a Ucrânia às 17:00. A final está marcada para 3 de julho, o que significa que Portugal, se vencer a Hungria, terá de passar por uma das duas potências europeias para conquistar o título que lhe escapa desde a criação da competição.

Pisko faz um apelo direto ao público. "O público pode ser uma motivação-extra, uma força-extra para nós, por isso, peço a todos que venham assistir aos jogos no pavilhão." O regresso de Gondomar como palco do Europeu feminino não é coincidência — é o mesmo local onde Portugal chegou perto de vencer em 2019. Desta vez, a equipa quer transformar essa proximidade em realidade.

Chegámos à final no último Europeu e fomos vice-campeãs, por isso, quando voltamos a uma competição destas, queremos sempre algo mais.
— Pisko, ala da seleção portuguesa
O público pode ser uma motivação-extra, uma força-extra para nós, por isso, peço a todos que venham assistir aos jogos no pavilhão.
— Pisko
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