Piloto e filho agrônomo morrem em queda de avião em Rio Claro

Duas mortes: piloto Everaldo Costa Filho (73) e seu filho agrônomo Valentim Costa (40); Valentim deixa esposa e dois filhos pequenos.
Valentim foi voar com o pai e o avião caiu. Eles não estão mais entre nós.
Mensagem da viúva de Valentim Costa confirmando a morte do marido e do sogro no acidente aéreo.
Mark

Por que um piloto com tanta experiência — três mil horas de voo — estava voando em condições que levaram a uma colisão com um morro?

Mimi

Essa é exatamente a pergunta que a Anac está tentando responder. O que sabemos é que Everaldo tinha experiência comprovada, mas as circunstâncias específicas do voo naquele domingo ainda não foram divulgadas.

Luke

Certo. Então não sabemos se foi erro do piloto, falha mecânica, condições climáticas, desorientação — nada disso está confirmado ainda. A experiência dele não nos diz nada sobre o que aconteceu naquele dia específico.

Mark

E quanto ao filho? Valentim era passageiro ou tinha algum papel na operação do avião?

Mimi

Tudo indica que era passageiro. Ele era agrônomo, não piloto. Estava voando com o pai, provavelmente para um deslocamento profissional relacionado ao trabalho deles na empresa de controle de pragas.

Luke

A fonte não deixa claro se havia alguma razão específica para aquele voo naquele dia. Sabemos que eles viajavam juntos para trabalho, mas não sabemos para onde iam ou por quê.

Mark

A viúva de Valentim tem dois filhos pequenos. Como fica a situação deles?

Mimi

Ela fica sozinha com duas crianças pequenas. Perdeu o marido de repente. Não há informação sobre apoio financeiro ou previdenciário, mas é uma situação de vulnerabilidade clara.

Luke

A gente não sabe a idade exata das crianças, não sabe se Valentim tinha seguro de vida, não sabe qual era a situação financeira da família. O que sabemos é que duas crianças perderam o pai e a mãe está sozinha.

  • Um monomotor TL-3000 Sirius bateu contra um morro em plena área de mata, matando instantaneamente pai e filho que viajavam juntos a trabalho.
  • Everaldo acumulava mais de três mil horas de voo e experiência em 300 aeródromos — sua morte surpreende por tratar-se de um piloto de longa trajetória e reconhecida habilidade.
  • A viúva Thayna Quirino confirmou as mortes em mensagem devastadora: 'Valentim foi voar com o pai e o avião caiu. Eu estou destruída', deixando dois filhos pequenos sem pai.
  • A Agência Nacional de Aviação Civil abriu investigação formal para determinar as causas do acidente, enquanto o governo do estado emitiu nota de solidariedade e acompanha as apurações.
  • Duas crianças crescerão sem o pai e sem o avô — o custo humano mais silencioso e duradouro desta queda.

No domingo 29 de março, um monomotor colidiu com um morro em área de mata em Rio Claro, interior do Rio de Janeiro, ceifando duas vidas unidas pelo sangue e pelo trabalho: o piloto experiente Everaldo Costa Filho, 73 anos, e seu filho agrônomo Valentim Costa, 40. Pai e filho partilhavam não apenas uma empresa de controle de pragas, mas também o céu que os levou — e que, naquele dia, não os devolveu. A tragédia deixa uma família despedaçada e abre perguntas que a Anac agora tenta responder.

Na manhã de domingo, 29 de março, um avião monomotor colidiu com um morro em área de mata em Rio Claro, no interior do Rio de Janeiro. A bordo estavam Everaldo Costa Filho, 73 anos, piloto privado com mais de três mil horas de voo, e seu filho Valentim Costa, 40 anos, agrônomo. Nenhum dos dois sobreviveu.

Pai e filho eram sócios na prática e na vida. Everaldo detinha participação na Valma Brasil, empresa de controle de pragas sediada em Guaratiba, zona oeste do Rio. Valentim, formado em agronomia pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, atuava como agrônomo na mesma companhia. O monomotor TL-3000 Sirius era o meio pelo qual ambos percorriam o estado e além, levando o negócio da família a diferentes regiões do país.

Everaldo não era apenas um piloto experiente — era um apaixonado pela aviação. Havia pousado e decolado em pelo menos 300 aeródromos espalhados por 17 estados brasileiros. Em 2012, integrou a equipe de apoio da Esquadrilha Céu, grupo de demonstrações aéreas para o qual forneceu óleo de fumaça e suporte em solo.

A confirmação da morte de Valentim veio de sua esposa, a engenheira agrônoma Thayna Quirino, em palavras que traduzem o peso do irreparável: 'Valentim foi voar com o pai e o avião caiu. Eles não estão mais entre nós. Eu estou destruída. Que dor horrível.' O casal tinha dois filhos pequenos, que agora crescerão sem o pai.

A Agência Nacional de Aviação Civil abriu investigação para apurar as causas do acidente. O desembargador Ricardo Couto de Castro, no exercício do cargo de governador do Rio de Janeiro, expressou solidariedade às famílias e informou que o governo estadual acompanha as apurações e presta suporte às equipes envolvidas.

Um avião monomotor caiu em uma área de mata em Rio Claro, no interior do Rio de Janeiro, no domingo 29 de março. A aeronave colidiu com um morro. Morreram na queda o piloto Everaldo Costa Filho, 73 anos, e seu filho Valentim Costa, 40 anos, agrônomo de formação.

Os dois trabalhavam juntos. Everaldo era dono de uma participação significativa na Valma Brasil, empresa especializada em controle de pragas com sede em Guaratiba, na zona oeste do Rio. Valentim havia estudado agronomia na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e atuava como agrônomo na mesma companhia. Pai e filho usavam a aeronave TL-3000 Sirius para seus deslocamentos profissionais — viagens que levavam a empresa para diferentes regiões do estado e além.

Everaldo era piloto privado com mais de três mil horas de voo acumuladas. Sua experiência incluía decolagens e pousos em pelo menos 300 aeródromos espalhados por 17 estados brasileiros. Ele era conhecido também por sua paixão pela aviação. Em 2012, quando foi criada a Esquadrilha Céu — um grupo que reúne pilotos para demonstrações aéreas — Everaldo forneceu óleo de fumaça para as operações e integrou a equipe de apoio de solo do grupo.

A morte de Valentim foi confirmada por sua esposa, a engenheira agrônoma Thayna Quirino. O casal tinha dois filhos pequenos. Em uma mensagem, Thayna descreveu o impacto da perda: "Valentim foi voar com o pai e o avião caiu. Eles não estão mais entre nós. Eu estou destruída. Que dor horrível". A viúva deixa duas crianças pequenas sem pai.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) abriu investigação para determinar as causas do acidente. O desembargador Ricardo Couto de Castro, que exerce a função de governador do Rio de Janeiro, emitiu nota oficial lamentando o ocorrido. "Expresso minha solidariedade aos familiares e amigos das vítimas neste difícil momento", disse. Segundo ele, as circunstâncias do acidente serão investigadas pelos órgãos competentes e o governo do estado segue acompanhando a ocorrência e prestando suporte às equipes envolvidas.

Valentim foi voar com o pai e o avião caiu. Eles não estão mais entre nós. Eu estou destruída. Que dor horrível.
— Thayna Quirino, esposa de Valentim Costa
Expresso minha solidariedade aos familiares e amigos das vítimas neste difícil momento. O Governo do Estado segue mobilizado, acompanhando a ocorrência e prestando todo o suporte necessário às equipes envolvidas.
— Desembargador Ricardo Couto de Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro
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