Pastor belga do Senado é afastado após atacar veterinária que segue em estado grave

Veterinária de 36 anos sofreu mordida grave no pescoço com parada cardiorrespiratória, necessitando cirurgia de emergência e internação em UTI com prognóstico grave.
Sozinha no canil, sangrando e desacordada, até que um policial a encontrou
Vitória permaneceu ferida por alguns minutos antes de receber ajuda após o ataque do cão.
Mark

Por que uma veterinária estava sozinha alimentando um cão de trabalho tão grande e treinado?

Mimi

Essa é justamente a pergunta que o Senado está tentando responder agora. Vitória era contratada terceirizada — não funcionária direta — e estava cumprindo sua rotina normal. Mas o fato de estar sozinha no momento do ataque parece ter sido crucial para a gravidade do que aconteceu.

Mark

Um pastor belga malinois é um cão de segurança. Como ele atacou alguém que o alimentava regularmente?

Mimi

Esses cães são treinados para detecção, patrulha e até intervenção em distúrbios. São animais poderosos com instintos aguçados. Algo desencadeou o ataque — pode ter sido um gesto mal interpretado, um ruído, um estado emocional do cão. Ainda não sabemos.

Mark

E agora, o que acontece com o cão?

Mimi

Ele foi afastado das operações imediatamente. Passará por exames e ficará em observação. O Senado confirmou que está vacinado, mas a investigação vai determinar se há algo mais grave — se o animal é seguro para continuar trabalhando ou se representa um risco permanente.

Mark

A empresa terceirizada tem responsabilidade aqui?

Mimi

Tecnicamente, sim. A Polo Administração é contratada para cuidar dos animais e da segurança de seus funcionários. Eles já disseram que priorizam segurança, mas um ataque desse nível — mordida no pescoço, parada cardiorrespiratória — sugere que algo falhou nos protocolos.

Mark

Qual é o prognóstico para Vitória?

Mimi

Ninguém está dizendo publicamente. O hospital mantém sigilo médico. Sabemos que ela está na UTI, que passou por cirurgia de trauma, e que seu estado é grave. Tudo depende de como seu corpo responde nos próximos dias.

  • Uma mordida no pescoço e uma parada cardiorrespiratória transformaram uma rotina de trabalho em emergência de vida ou morte dentro do próprio Senado Federal.
  • Vitória estava sozinha no canil quando foi atacada — e permaneceu desacordada no chão até ser encontrada por um policial legislativo que acionou socorro.
  • Após cirurgia de emergência, ela segue internada na UTI em estado grave, com detalhes clínicos protegidos por sigilo médico.
  • O pastor belga malinois foi afastado das operações e colocado em observação, enquanto o Senado abriu investigação para entender o que desencadeou o ataque.
  • Tanto o Senado quanto a empresa terceirizada Polo Administração emitiram notas de apoio, mas a ausência de protocolos claros de segurança para trabalho solo com cães de alta periculosidade permanece como questão central.

Na manhã de uma terça-feira comum em Brasília, uma veterinária de 36 anos entrou em um canil do Senado Federal para alimentar um cão de serviço — e saiu em estado crítico. Vitória Valle foi atacada por um pastor belga malinois, sofrendo mordida no pescoço e parada cardiorrespiratória, e permanece internada na UTI do Hospital de Base do Distrito Federal. O episódio coloca em evidência a vulnerabilidade silenciosa de trabalhadores que cuidam de animais treinados para a força, muitas vezes sem a proteção que a gravidade do risco exige.

Vitória Valle de Oliveira Pinha, veterinária de 36 anos contratada por empresa terceirizada, entrou no canil do Senado Federal em Brasília na manhã de terça-feira para uma tarefa rotineira: alimentar um pastor belga malinois do Serviço de Cinotecnia. O que se seguiu mudou tudo. O cão a atacou com violência, cravando os dentes em seu pescoço. O impacto foi tão severo que ela sofreu parada cardiorrespiratória e caiu desacordada no chão, sozinha, sangrando.

Foi um policial legislativo quem a encontrou. Ele prestou os primeiros socorros e acionou uma ambulância. Vitória chegou ao Hospital de Base do Distrito Federal em estado crítico e foi submetida a cirurgia de emergência ainda na terça-feira. Ela permanece internada na UTI sob cuidados da equipe de Cirurgia do Trauma, em estado grave. O hospital não divulga detalhes clínicos por sigilo médico.

O cão envolvido foi imediatamente afastado das atividades operacionais e colocado em observação para exames. O Senado abriu investigação para apurar as circunstâncias exatas do ataque e emitiu nota informando que acompanha o estado de saúde de Vitória e presta assistência à profissional e sua família. A Polo Administração, empresa responsável pelo serviço veterinário, lamentou o ocorrido e afirmou estar em contato direto com a família.

O incidente levanta perguntas que ainda não têm resposta: por que Vitória estava sozinha no canil com um animal de alta periculosidade? Quais protocolos existiam — e se eram suficientes? Enquanto a investigação avança, ela luta pela recuperação, e o que causou o ataque permanece sob apuração.

Vitória Valle de Oliveira Pinha estava fazendo seu trabalho na terça-feira de manhã quando tudo mudou. A veterinária de 36 anos, contratada por uma empresa terceirizada para cuidar dos animais do Senado Federal em Brasília, entrou no canil para alimentar um pastor belga malinois que integra o Serviço de Cinotecnia da Casa. O que aconteceu nos minutos seguintes deixou a profissional em estado grave, internada na UTI do Hospital de Base do Distrito Federal.

O cão atacou Vitória com violência. A mordida atingiu seu pescoço — uma das áreas mais vulneráveis do corpo humano. O impacto foi tão severo que ela sofreu uma parada cardiorrespiratória no local. Sozinha no canil por alguns minutos, sangrando e desacordada, Vitória permaneceu ali até que um policial legislativo a encontrou deitada no chão. Ele prestou os primeiros socorros e acionou uma ambulância. Ela chegou ao hospital em estado crítico.

Na terça-feira, Vitória foi levada ao centro cirúrgico para cirurgia de emergência. Seu estado de saúde permanece grave. O hospital, respeitando o sigilo médico e a Lei Geral de Proteção de Dados, não divulga detalhes clínicos específicos sobre sua condição, mas confirmou que ela segue internada na UTI sob cuidados da equipe de Cirurgia do Trauma.

O pastor belga malinois envolvido no ataque foi imediatamente retirado das atividades operacionais. O Senado informou que o animal possui vacinação em dia e passará por exames enquanto permanece em observação. O cão faz parte do Serviço de Cinotecnia, unidade que treina e comanda cães para patrulha, policiamento, detecção de substâncias ilícitas, explosivos e armas de fogo, além de outras operações de segurança. A instituição abriu investigação para apurar as circunstâncias exatas do episódio.

O Senado Federal emitiu nota informando que acompanha o estado de saúde de Vitória e presta assistência à profissional e sua família. A Polo Administração, empresa responsável pelo cuidado veterinário dos animais da Casa, também se pronunciou, lamentando profundamente o acidente de trabalho e reforçando que prioriza a segurança e integridade de sua equipe em todas as operações. A empresa informou estar em contato direto com a família de Vitória para prestar suporte necessário neste momento.

O incidente levanta questões sobre os protocolos de segurança no canil do Senado. Vitória estava sozinha quando foi atacada — uma situação que pode ter contribuído para a gravidade do ocorrido. Enquanto a investigação avança, a veterinária luta pela recuperação em uma cama de UTI, e o cão que a atacou aguarda avaliação em isolamento. O que causou o ataque permanece sob investigação, assim como as medidas que serão implementadas para evitar que algo semelhante aconteça novamente.

A Polo Administração reforça que prioriza a segurança e a integridade de sua equipe em todas as operações
— Polo Administração (empresa terceirizada)
O Senado acompanha o estado de saúde da profissional, que se encontra na UTI, e presta assistência a ela e à família
— Senado Federal
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