Pai e filho morrem em queda de avião na Bahia; piloto também é vítima

Três pessoas morreram no acidente: pai e filho residentes em Ilhéus e piloto executivo de Luís Eduardo Magalhães.
Três pessoas morreram em um avião que caiu a um quilômetro de onde decolou
Pai e filho de Ilhéus e piloto executivo morreram em acidente aéreo em Barreiras, na Bahia.
Mark

Como é que um avião cai tão perto de onde decolou? Parece estranho.

Mimi

É exatamente o que o Cenipa vai tentar descobrir. Pode ser falha mecânica, erro de pilotagem, condições climáticas — ainda é cedo para saber.

Luke

A gente sabe que caiu a um quilômetro, mas não temos informação sobre a hora, as condições do tempo, se havia vento forte, nada disso.

Mark

E os três estavam juntos por quê? Era um voo de negócio?

Mimi

A gente não sabe. Só que tiraram uma foto juntos antes de decolar. Pode ter sido lazer, pode ter sido trabalho.

Luke

Exatamente. A reportagem não diz por que estavam voando juntos. Pai e filho, piloto executivo — mas qual era o propósito do voo?

Mark

E a família deles, como está?

Mimi

A gente não tem informação sobre reações de familiares ou próximos. A reportagem se concentra em quem eram as vítimas.

Luke

Isso é um limite real da cobertura neste momento. Pode ser que a família não tenha falado ainda, ou que a reportagem tenha sido feita muito cedo.

Mark

Então basicamente a gente sabe quem morreu e onde, mas não por quê.

Mimi

Por enquanto, sim. O Cenipa vai responder a pergunta do por quê.

  • A aeronave caiu a menos de um quilômetro da decolagem, sugerindo uma falha súbita e sem tempo para qualquer reação.
  • O acidente ceifou três vidas de uma só vez: um pai e filho de Ilhéus unidos pelo lazer, e um piloto experiente de Luís Eduardo Magalhães.
  • A vegetação densa e o terreno de difícil acesso complicaram o trabalho do Corpo de Bombeiros na localização e resgate das vítimas.
  • Uma fotografia tirada instantes antes do voo tornou-se o último registro dos três, intensificando o peso humano da tragédia.
  • O Cenipa assumiu a investigação para determinar as causas exatas da queda, sem conclusões divulgadas até o momento.

Na manhã de um sábado de março, três vidas foram interrompidas nos primeiros instantes de um voo sobre o cerrado baiano. Um pai, seu filho e o piloto que os conduzia mal haviam deixado o solo quando a pequena aeronave caiu, a pouco mais de um quilômetro da pista em Barreiras. O que restou foi uma fotografia tirada momentos antes — e as perguntas que só uma investigação poderá, talvez, responder.

Na tarde do sábado, 2 de março, um avião de pequeno porte decolou da Associação Brasileira de Aerodesportiva em Barreiras, no interior da Bahia, e caiu poucos instantes depois, a pouco mais de um quilômetro da pista. Os três ocupantes — Jackson Bomfim, seu filho Matheus Bransford e o piloto Lucas Corisco — não sobreviveram.

Jackson e Matheus moravam em Ilhéus, no litoral sul baiano. Matheus tinha 27 anos e acumulava duas carreiras: engenheiro eletricista e piloto comercial. Nas redes sociais, o pai registrava a vida em família — passeios de bicicleta, momentos no jetski, o cotidiano partilhado. Lucas Corisco, piloto executivo residente em Luís Eduardo Magalhães, município vizinho, era quem comandava a aeronave naquele dia.

Pouco antes de embarcar, os três posaram juntos para uma fotografia — imagem que se tornaria o último registro de suas vidas. A aeronave caiu em área de vegetação densa e difícil acesso, exigindo a mobilização do Corpo de Bombeiros para chegar ao local. As causas do acidente ainda são desconhecidas e serão apuradas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Aeronáutica responsável por esse tipo de investigação.

Um avião de pequeno porte caiu a pouco mais de um quilômetro do ponto onde decolou, na Associação Brasileira de Aerodesportiva em Barreiras, na Bahia, no sábado 2 de março. Três pessoas morreram no acidente: Jackson Bomfim, seu filho Matheus Bransford e o piloto Lucas Corisco.

Jackson e Matheus viviam em Ilhéus, cidade litorânea no sul baiano. O filho tinha 27 anos e trabalhava como engenheiro eletricista, além de atuar como piloto comercial. Nas redes sociais, apresentava-se profissionalmente nessas duas áreas. Jackson usava suas contas para compartilhar momentos com a família — fotos praticando ciclismo, andando de jetski, registrando instantes de lazer e convívio.

Lucas Corisco, o piloto da aeronave, morava em Luís Eduardo Magalhães, município vizinho a Barreiras. Apresentava-se nas redes sociais como piloto executivo. Pouco antes do voo que resultaria em sua morte, as três vítimas posaram juntas para uma fotografia, capturando o que seria seus últimos momentos.

O local onde a aeronave caiu fica em uma região de vegetação densa e de difícil acesso. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi mobilizada para atuar na área. As circunstâncias exatas que levaram à queda ainda não foram determinadas.

A investigação sobre as causas do acidente ficará a cargo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão vinculado à Aeronáutica. O órgão conduzirá a apuração para determinar o que provocou a queda tão próxima ao ponto de decolagem.

Matheus Bransford se identificava nas redes sociais como engenheiro eletricista e piloto comercial de avião
— Perfis nas redes sociais das vítimas
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