Na manhã de 14 de setembro de 2021, uma aeronave caiu logo após decolar de Piracicaba, no interior de São Paulo, ceifando de uma só vez seis vidas que representavam décadas de história familiar, empresarial e esportiva. Entre as vítimas estava Celso Silveira Mello Filho, empresário influente do setor sucroenergético, sua esposa, três filhos adultos e os dois tripulantes que conduziam o voo. O acidente lembra, com crueza, como a fragilidade do instante pode interromper legados construídos ao longo de gerações.
Família de empresário do setor sucroenergético morre em queda de avião em Piracicaba
Seis vidas desapareceram segundos após a decolagem
Como uma família inteira acaba em um avião que cai segundos após decolar? Isso parece ser um acidente raro.
Raro, sim. Seis pessoas morreram — a família toda de um empresário importante do setor de açúcar e álcool, mais os dois tripulantes. A fonte não detalha as causas do acidente, apenas que caiu segundos depois da decolagem.
Exatamente. A gente sabe que caiu, sabe quem estava a bordo, mas não temos informação sobre por quê. Falha mecânica? Erro de pilotagem? Condições climáticas? Tudo isso fica em aberto.
E quem era Celso Silveira Mello Filho, além de um empresário?
Ele tinha 73 anos, era acionista do grupo Cosan, uma das maiores produtoras de álcool e álcool do Brasil. Seu irmão preside o conselho da empresa. Ele também fundou uma faculdade na Amazônia e era presidente do time de futebol da cidade.
Mas a reportagem não explora muito quem ele era como pessoa. A gente vê os títulos, as posições, mas pouco da vida dele. E dos filhos?
Os gêmeos parecem ter sido atletas de destaque.
Sim. Fernando era atirador campeão brasileiro e representou o Brasil nos Pan-americanos de 2019. Celsinho era tricampeão brasileiro de autocross. Ambos tinham 46 anos. A filha mais velha, Camila, de 48, dirigia a faculdade que o pai havia criado.
Então a gente tem uma família inteira de realizadores — empresários, atletas, educadores — todos desaparecendo em um instante. Mas a reportagem não nos diz nada sobre o que aconteceu tecnicamente com o avião.
Isso vai ser investigado depois, imagino.
Provavelmente. Mas por enquanto, a gente só sabe que decolou e caiu. Tudo o mais é contexto sobre quem eram essas pessoas.
Le Pouls
- A aeronave caiu segundos após a decolagem, sem tempo para qualquer reação — seis pessoas morreram instantaneamente em solo piracicabano.
- A tragédia eliminou de uma só vez o patriarca de uma das famílias mais influentes do agronegócio brasileiro e três de seus filhos adultos, cada um com trajetória própria e consolidada.
- O setor sucroenergético perdeu um de seus acionistas históricos: Celso era ligado ao grupo Cosan, que controla gigantes como Raízen, Comgás e Rumo.
- No esporte, o impacto foi igualmente profundo — os gêmeos Fernando e Celsinho eram atletas de alto rendimento em tiro esportivo e autocross, respectivamente, com títulos nacionais e presença em competições internacionais.
- O Esporte Clube XV de Piracicaba, clube que Celso presidiu por duas vezes, emitiu nota de luto, evidenciando o quanto sua perda reverbera além do mundo dos negócios.
Na manhã de 14 de setembro de 2021, uma aeronave caiu logo após decolar de Piracicaba, no interior de São Paulo, ceifando de uma só vez seis vidas que representavam décadas de história familiar, empresarial e esportiva. Entre as vítimas estava Celso Silveira Mello Filho, empresário influente do setor sucroenergético, sua esposa, três filhos adultos e os dois tripulantes que conduziam o voo. O acidente lembra, com crueza, como a fragilidade do instante pode interromper legados construídos ao longo de gerações.
Na manhã de uma terça-feira de setembro, uma aeronave despencou segundos após decolar de Piracicaba, levando consigo seis pessoas. Entre elas, o empresário Celso Silveira Mello Filho, de 73 anos, sua esposa Maria Luiza Meneghel, de 71, e três de seus filhos: Camila, de 48, e os gêmeos Celso e Fernando, de 46. O piloto Celso Elias Carloni e o copiloto Giovani Dedini Gulo também não sobreviveram.
Celso era uma figura central no setor sucroenergético brasileiro. Proprietário da CSM Agropecuária e acionista do grupo Cosan — que controla empresas como Raízen, Comgás e Rumo —, ele pertencia a uma família de peso no agronegócio nacional. Seu irmão Rubens Ometto Silveira Mello preside o Conselho de Administração da Cosan. As propriedades rurais de Celso se espalhavam por cinco estados brasileiros.
Além dos negócios, Celso havia fundado uma faculdade na Amazônia, instituição que estava sob a direção de Camila, sua filha mais velha, também vítima do acidente. Em Piracicaba, era igualmente reconhecido pela paixão pelo futebol: presidiu o Esporte Clube XV em duas ocasiões e integrava seu Conselho Deliberativo até o momento da tragédia.
Os filhos gêmeos deixaram legados esportivos notáveis. Fernando era atirador campeão brasileiro e sul-americano, tendo representado o Brasil nos Jogos Pan-americanos de Lima em 2019. Celsinho, por sua vez, era tricampeão brasileiro de autocross, modalidade que praticava desde criança. Ambos estavam no auge de suas trajetórias quando o avião caiu.
Uma aeronave caiu segundos após decolar de Piracicaba na manhã de terça-feira, 14 de setembro, levando consigo seis vidas: o empresário Celso Silveira Mello Filho, de 73 anos, sua esposa Maria Luiza Meneghel, de 71, seus filhos adultos e os dois tripulantes que pilotavam a máquina.
Celso era figura de peso no setor sucroenergético brasileiro. Proprietário da CSM Agropecuária e acionista do grupo Cosan — uma das maiores produtoras de álcool e açúcar do país — ele fazia parte de uma das famílias mais tradicionais do ramo. Seu irmão, Rubens Ometto Silveira Mello, preside o Conselho de Administração da Cosan, que controla empresas como Raízen, Moove, Comgás e Rumo. As operações de Celso se estendiam por propriedades rurais em São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Pará.
Além dos negócios agrícolas, Celso investiu na educação. Fundou a Faculdade de Ensino Superior da Amazônia, instituição que estava sob comando de sua filha mais velha, Camila Meneghel Silveira Mello Zanforlin, de 48 anos, uma das vítimas do acidente. Com ela no avião estavam os gêmeos Celso Meneghel Silveira Mello e Fernando Meneghel Silveira Mello, ambos com 46 anos. O piloto Celso Elias Carloni, de 39 anos, e o copiloto Giovani Dedini Gulo, de 24, também não sobreviveram.
Em Piracicaba, Celso era conhecido também por sua paixão pelo futebol. Presidiu o Esporte Clube XV de Piracicaba em duas ocasiões e integrava o Conselho Deliberativo do clube no momento de sua morte. O XV divulgou nota lamentando o falecimento do empresário, sua família e os tripulantes, destacando que Celso havia sido presidente da instituição e que seu irmão Rubens era patrocinador master do time.
Os filhos gêmeos carregavam legados próprios no esporte. Fernando era atirador de destaque nacional — campeão brasileiro e sul-americano, representou o Brasil nos Jogos Pan-americanos de Lima, em 2019, na categoria fossa olímpica. Seu irmão Celso, conhecido como Celsinho, era piloto e praticante de autocross desde a infância, tendo conquistado o título brasileiro da modalidade em três ocasiões: 2011, 2012 e 2017. Ambos carregavam a marca de atletas de ponta em suas respectivas disciplinas quando a aeronave caiu.
Citations marquantes
O XV de Piracicaba lamenta profundamente o falecimento de Celso Silveira Mello Filho, sua esposa, filhos e demais tripulantes vítimas da queda da aeronave— Esporte Clube XV de Piracicaba, em comunicado oficial