Neymar entra no top 10 de artilheiros do Santos com dois gols contra Chapecoense

Neymar retorna e já entra no panteão histórico do Santos
Com dois gols contra a Chapecoense, o atacante alcança 158 gols e sobe para a nona posição entre os maiores artilheiros da história do clube.
Mark

Dois meses longe do time é muito tempo. Como um jogador volta a esse nível de performance tão rápido?

Mimi

Neymar tinha acabado de disputar a Copa do Mundo. Ele não estava parado — estava em competição de altíssimo nível. Depois tirou férias, mas o ritmo de jogo internacional deixa o corpo preparado. Mesmo assim, dois gols no primeiro jogo é notável.

Luke

Mas o Santos empatou 2 a 2. Não sabemos se Neymar foi decisivo ou se apenas marcou gols em um resultado que não ajudou muito o time.

Mimi

Verdade. Mas historicamente, quando Neymar volta ao Santos, ele tende a fazer diferença. Agora ele está no top 10 de artilheiros da história.

Mark

Qual é a distância até o oitavo lugar?

Mimi

Araken Patusca tem 184 gols. Neymar tem 158. São 26 gols de diferença.

Luke

Em quantos jogos? Porque se Neymar precisar de 50 partidas para chegar lá, é uma coisa. Se precisar de 20, é outra completamente diferente.

Mimi

Ele já marcou oito gols em 16 partidas nesta temporada. Se mantiver esse ritmo, chega lá em poucas rodadas.

Mark

E Pelé? Alguém vai chegar perto de 1091 gols?

Luke

Não. Pelé jogou em uma era diferente, com mais jogos por temporada e contextos muito distintos. Comparar é quase impossível.

Mimi

Mas o que importa é que Neymar agora está entre os dez maiores do clube. É um marco pessoal e histórico.

  • Após mais de dois meses fora — entre Copa do Mundo e férias —, Neymar voltou ao Santos com urgência de quem sabe que o tempo não para.
  • A comemoração com gesto de baralho foi uma resposta bem-humorada às críticas recentes, transformando polêmica em cena de futebol.
  • Dois gols em um único jogo de retorno sinalizaram que o atacante não voltou para ocupar espaço, mas para disputar protagonismo.
  • Com 158 gols, Neymar ultrapassou Pagão e entrou no top 10 histórico do Santos, numa lista dominada por Pelé no topo com 1.091.
  • O empate em 2 a 2 com a Chapecoense mostrou que o time ainda busca consistência, mas a volta do camisa 10 em forma reacende expectativas para o restante da temporada.

Há histórias que se medem em gols, e há gols que se medem em história. No sábado, na Vila Belmiro, Neymar voltou ao campo após mais de dois meses de ausência e inscreveu seu nome entre os dez maiores artilheiros de todos os tempos do Santos FC, clube que o formou e ao qual retornou. Com 158 gols em 276 jogos, ele não apenas marcou duas vezes contra a Chapecoense — ele atravessou uma fronteira simbólica que poucos atletas alcançam dentro de uma mesma instituição.

O Santos empatou em 2 a 2 com a Chapecoense na Vila Belmiro, pela 20ª rodada do Brasileirão, mas o resultado importava menos do que o que aconteceu dentro de campo. Era o dia do retorno de Neymar, ausente desde 17 de maio — quando o Santos perdeu para o Coritiba — e depois convocado para a Copa do Mundo, seguida de férias.

Aos 35 minutos do primeiro tempo, Igor Vinícius acionou pela direita, Neymar tabelou com Barreal dentro da área e finalizou com precisão. Na comemoração, simulou distribuir cartas de baralho — uma resposta bem-humorada à repercussão de uma partida de pôquer sua durante a Copa Sul-Americana. O segundo gol veio aos 43 do segundo tempo: goleiro adversário saiu precipitado, Neymar esperou e finalizou de chapa, no alto, sem chance de defesa.

Com esses dois gols, o atacante chegou a 158 na história do clube e ultrapassou Pagão, assumindo a nona posição no ranking de artilheiros históricos do Santos. Acima dele, nomes que atravessam décadas: Araken Patusca, Edu, Dorval, Feitiço, Toninho Guerreiro, Coutinho, Pepe — e Pelé, intocável no topo com 1.091 gols.

Em 276 jogos por duas passagens, Neymar também distribuiu 71 assistências. Na temporada atual, já soma oito gols em 16 partidas. O empate deixou claro que o Santos ainda tem muito a conquistar, mas a volta do camisa 10 em forma é um sinal de que o clube pode contar com um reforço decisivo nas rodadas que virão.

O Santos empatou 2 a 2 com a Chapecoense no sábado 25 de julho, na Vila Belmiro, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado poderia ter passado despercebido entre tantos outros, mas o que importava naquele dia era o retorno de Neymar aos gramados após mais de dois meses longe do time. O atacante havia saído de campo em 17 de maio, quando o Santos perdeu por 3 a 0 para o Coritiba na Neo Química Arena. No dia seguinte, a Seleção Brasileira o convocou para a Copa do Mundo. Depois vieram duas semanas de férias, e só agora ele voltava a vestir a camisa 10 do Peixe.

Aos 35 minutos do primeiro tempo, Neymar marcou seu primeiro gol. Igor Vinícius acionou pela direita, encontrou o camisa 10 dentro da área, que tabelou com Barreal e finalizou com precisão, deslocando o goleiro. Na comemoração, Neymar fez um gesto simulando a distribuição de cartas de baralho — uma resposta bem-humorada às críticas que havia recebido semanas antes, quando uma partida de pôquer sua durante a participação do Santos na Copa Sul-Americana ganhou repercussão nas redes sociais.

O segundo gol veio aos 43 minutos do segundo tempo. Desta vez, Neymar aproveitou uma saída precipitada do goleiro adversário, esperou o movimento da defesa e finalizou de chapa, no alto, sem deixar qualquer chance de defesa. Dois gols em seu primeiro jogo após o retorno. Não era apenas uma volta ao time — era um retorno com marca.

Com esses dois gols contra a Chapecoense, Neymar chegou aos 158 gols pelo Santos. O número o colocava oficialmente no grupo dos dez maiores artilheiros da história do clube. Ele ultrapassava Pagão, que tinha 157, e ocupava agora a nona posição. Acima dele estavam nomes que atravessam décadas: Araken Patusca com 184 gols, Edu com 185, Dorval com 194, Feitiço com 215, Toninho Guerreiro com 279, Coutinho com 368, Pepe com 405, e Pelé, intocável no topo com 1091 gols.

Em números absolutos, Neymar havia disputado 276 jogos em duas passagens pelo Santos e distribuído 71 assistências. Na temporada em curso, havia entrado em campo 16 vezes e marcado oito gols. O retorno, portanto, não era apenas simbólico. Ele chegava com fome de gols e com a responsabilidade de um time que o esperava. O empate com a Chapecoense deixava claro que o Santos ainda tinha muito a conquistar naquela temporada, mas a volta de seu camisa 10 em forma era um sinal de que o time poderia contar com um reforço importante nas rodadas que viriam.

Neymar retornou ao clube após mais de dois meses afastado por conta da participação na Copa do Mundo e duas semanas de férias após o Mundial
— Contexto da reportagem
Quieres la nota completa? Lee el original en O Tempo ↗
Contáctanos FAQ