Morre Juarez da Tekpix, garoto-propaganda dos anos 2000, aos 56 anos

Falecimento de Juarez Aparecido Pontes Fernandes, aos 56 anos, figura pública que marcou gerações de telespectadores brasileiros.
Um bordão que atravessou gerações e ressurgiu transformado em meme
Juarez da Tekpix deixa marca duradoura na memória cultural brasileira, mesmo décadas após os comerciais originais.
Mark

Por que a morte de um garoto-propaganda de câmeras digitais virou notícia nacional? Ele era tão importante assim?

Mimi

Não era só sobre vender câmeras. Juarez se tornou um símbolo de uma época inteira da televisão brasileira — aquele momento em que os comerciais tinham personagens que você reconhecia, que faziam parte da sua rotina de telespectador. O bordão dele atravessou gerações.

Luke

Mas isso é memória afetiva, não é? A gente não sabe quantas pessoas realmente o assistiam regularmente. O que sabemos é que os comerciais viralizaram depois nas redes sociais, o que é coisa diferente.

Mark

Entendi. Então ele ganhou uma segunda vida na internet?

Mimi

Exatamente. Décadas depois, os vídeos antigos começaram a circular, viraram memes, e uma geração que nem tinha nascido quando os comerciais iam ao ar descobriu Juarez. Ele virou referência cultural de forma totalmente inesperada.

Luke

Mas a matéria também menciona que em 2025 ele foi afastado da RedeTV! por uma denúncia de assédio. Isso é importante e não pode ser ignorado.

Mimi

Verdade. Há uma denúncia, a emissora disse que investigaria, mas não há confirmação pública sobre o que aconteceu depois. É um lado mais sombrio da história que não pode ser apagado.

Mark

Então a morte dele traz à tona tanto a nostalgia quanto essa questão não resolvida?

Mimi

Sim. É complexo. Ele deixa um legado na publicidade, mas também deixa em aberto uma questão de conduta que nunca foi esclarecida publicamente.

Luke

E a causa da morte não foi divulgada. Então temos um personagem público que morre, mas sem informações básicas sobre como ou por quê.

Mark

Isso torna a história mais incompleta, não é?

Mimi

Torna. Mas o que fica claro é que Juarez marcou gerações de uma forma que ninguém esperava quando aqueles comerciais foram gravados.

  • Aos 56 anos, Juarez da Tekpix morre sem que a causa tenha sido divulgada publicamente, deixando fãs e contemporâneos em luto repentino.
  • A notícia reacendeu nas redes sociais o mesmo fenômeno que já havia surpreendido a todos: os vídeos antigos voltaram a circular, e com eles a nostalgia de uma televisão que não existe mais.
  • Sua trajetória carregava uma sombra recente — em 2025, foi afastado da RedeTV! após denúncia de assédio, caso cujo desfecho nunca foi confirmado publicamente.
  • A morte é recebida como o encerramento simbólico de uma era da publicidade televisiva brasileira, quando garotos-propaganda se tornavam rostos familiares da cultura popular.

Juarez Aparecido Pontes Fernandes, o homem que o Brasil conheceu como Juarez da Tekpix, morreu aos 56 anos, deixando para trás um bordão — 'Vamos falar de coisa boa?' — que sobreviveu à era que o criou e encontrou nova vida nas redes sociais décadas depois. Não era ator, mas tornou-se personagem; não vendia apenas câmeras, mas oferecia uma presença que se fixou na memória afetiva de gerações. Sua morte marca o silêncio definitivo de uma voz que, paradoxalmente, nunca havia deixado de ser ouvida.

Juarez Aparecido Pontes Fernandes morreu aos 56 anos. Para quem cresceu diante da televisão brasileira dos anos 2000, seu rosto e sua voz eram inconfundíveis — ele era Juarez da Tekpix, o vendedor entusiasmado que apresentava câmeras digitais com um jeito expressivo e genuíno que transcendia o simples ato de anunciar um produto.

Antes de chegar às telas, Juarez trabalhava com vendas por telefone. Quando a Tecnomania o contratou para as campanhas da marca Tekpix, aquela experiência em persuasão se transformou em algo maior. Seu bordão — 'Vamos falar de coisa boa?' — repetido em inúmeros comerciais, tornou-se uma assinatura cultural. Mesmo quem não acompanhava os anúncios sabia quem ele era.

Décadas depois, quando vídeos daqueles comerciais começaram a circular nas redes sociais, algo inesperado aconteceu: uma nova geração o descobriu não como vendedor, mas como personagem — suas falas viraram memes, referências carregadas de nostalgia por uma época específica da televisão brasileira. Juarez voltou a ser conhecido, mas transformado.

Além dos comerciais, ele teve passagem pela RedeTV!, onde participou de ações comerciais. Em 2025, foi afastado após uma denúncia de assédio envolvendo uma funcionária da emissora. O desfecho do caso nunca foi confirmado publicamente.

A morte foi anunciada em 9 de outubro. Causa, velório e sepultamento não foram divulgados. O que permanece é o bordão, a memória afetiva e a marca inesperada que um vendedor de câmeras deixou na história da publicidade e da cultura popular brasileira.

Juarez Aparecido Pontes Fernandes morreu aos 56 anos. O nome pode não soar familiar a quem não cresceu diante da televisão brasileira dos anos 2000, mas seu rosto e sua voz atravessaram décadas — primeiro como presença constante nas telas, depois como fantasma digital que ressurgia em redes sociais, transformado em meme, em piada compartilhada, em memória afetiva de uma geração inteira.

Ele ficou conhecido como Juarez da Tekpix, vendedor que protagonizava comerciais de câmeras digitais da marca. Não era ator de formação. Antes de chegar à televisão, Juarez trabalhava com vendas por telefone — um ofício que exigia persuasão, clareza, capacidade de convencer sem estar frente a frente. Quando a Tecnomania, empresa responsável pela comercialização dos equipamentos Tekpix, o contratou para as campanhas publicitárias, aquela experiência se transformou em algo maior. Seu jeito expressivo de apresentar os produtos, o entusiasmo genuíno ao destacar funcionalidades e ofertas, criou uma conexão com os telespectadores que transcendia o simples ato de vender uma câmera.

O que o tornou verdadeiramente memorável foi o bordão: "Vamos falar de coisa boa?". Três palavras que se repetiram tantas vezes, em tantos comerciais, que se fixaram na memória coletiva. Não era apenas um slogan publicitário — era uma marca, uma assinatura, a forma como uma geração inteira aprendeu a reconhecer aquele homem na tela. Mesmo quem não acompanhava regularmente os anúncios sabia quem era Juarez da Tekpix. Sua presença na televisão dos anos 2000 foi tão marcante que permaneceu viva na lembrança das pessoas muito depois que os comerciais deixaram de ir ao ar.

Decênios depois, quando as redes sociais começaram a circular vídeos antigos daqueles anúncios, algo inesperado aconteceu. Os comerciais viralizaram. Uma nova geração de internautas descobriu Juarez, não como consumidor de câmeras digitais, mas como personagem cultural — suas falas e seu estilo de apresentação se tornaram memes, piadas compartilhadas, referências que funcionavam porque carregavam consigo toda uma nostalgia de uma época específica da televisão brasileira. Ele voltou a ser conhecido, mas de forma diferente: não mais como vendedor, mas como ícone de um passado que a internet havia ressuscitado.

Além dos comerciais que o tornaram famoso, Juarez também trabalhou na RedeTV!, participando de ações comerciais e tendo passagem pela programação da emissora. Em 2025, porém, foi afastado após uma denúncia de assédio envolvendo uma funcionária de uma lanchonete localizada na sede do canal. A emissora informou na ocasião que as denúncias eram apuradas pelo departamento de compliance e que medidas cabíveis seriam adotadas caso fossem constatadas irregularidades. Não há confirmação pública sobre o desfecho desse caso.

A notícia de sua morte foi divulgada na sexta-feira, 9 de outubro. A causa não foi divulgada publicamente, assim como não foram confirmadas informações sobre velório e sepultamento. Sua morte repercutiu em veículos de imprensa e trouxe novamente à tona as lembranças daqueles comerciais que o tornaram conhecido — aquela fase da televisão em que anúncios de produtos eram apresentados diretamente durante a programação, com personagens que acabavam se tornando conhecidos do público, parte da paisagem cultural de quem assistia.

Juarez deixa sua marca na história da publicidade brasileira. Um bordão que atravessou gerações, que permaneceu na memória afetiva de quem acompanhou a televisão daquela época, que ressurgiu décadas depois transformado em algo que ninguém havia previsto quando aqueles comerciais foram gravados. Ele foi, de forma inesperada e duradoura, parte da vida de milhões de brasileiros.

Vamos falar de coisa boa?
— Bordão de Juarez da Tekpix nos comerciais de câmeras digitais
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