Aos 27 anos, o fotógrafo carioca Marcelo Moraes — conhecido artisticamente como 1993agosto — morreu afogado em Florianópolis na quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021, deixando para trás uma esposa e uma carreira que já havia tocado os centros vivos da cultura brasileira. Nascido em Belford Roxo e formado entre a moda, o vídeo e a fotografia, ele era daqueles criadores que recusam fronteiras, construindo pontes visuais entre o rap, o hip-hop e o mundo da moda internacional. A sua partida prematura lembra que o talento não negocia com o tempo.
Morre fotógrafo 1993agosto, aos 27 anos, vítima de afogamento
Transitava entre moda, vídeo e criação, recusando-se a limites
Por que a morte de um fotógrafo, mesmo talentoso, merecia essa cobertura em um veículo nacional?
Porque Marcelo não era apenas um fotógrafo — ele era parte da engrenagem criativa que produzia a cultura que as pessoas consumiam. Quando você vê uma capa de disco de Djonga ou uma foto de Anitta que viraliza, há um criador por trás. Ele era esse criador.
Mas a matéria não explica como ele morreu. Afogamento em Florianópolis — foi um acidente? Estava sozinho? Essas perguntas ficam sem resposta.
É verdade. A notícia é breve porque provavelmente foi publicada logo após a morte, quando os detalhes ainda estavam sendo apurados. O foco estava em registrar quem ele era e o que havia feito.
E quanto à vida pessoal dele? Sabemos que era casado, mas pouco mais.
A matéria menciona a esposa, Morana, mas não aprofunda. Talvez por respeito à privacidade da família em um momento de luto, ou simplesmente porque o foco era documentar sua contribuição profissional.
Há algo que me intriga: ele começou aos 14 anos e aos 27 já tinha esse portfólio impressionante. Isso é uma trajetória muito rápida. Mas não sabemos se havia outros projetos em andamento, se estava em um momento de transição criativa.
Exatamente. A morte congela a história. Não sabemos para onde ele estava indo.
O Pulso
- Marcelo Moraes morreu afogado em Florianópolis aos 27 anos, cidade onde havia se estabelecido com a esposa Morana desde 2020.
- A notícia abalou a cena cultural brasileira, que perdia um dos seus fotógrafos mais versáteis e em plena ascensão profissional.
- Seu nome estava associado a trabalhos de grande repercussão, como as fotos irreverentes de Anitta no Peru e a capa icônica do disco de Djonga em 2018.
- Além da câmera, Marcelo transitava pela moda como modelo e estilista, tendo desfilado na SPFW e criado acessórios para a marca Korshi.
- No momento da publicação, detalhes sobre o enterro ainda não haviam sido divulgados, deixando amigos e admiradores em compasso de espera e luto.
Aos 27 anos, o fotógrafo carioca Marcelo Moraes — conhecido artisticamente como 1993agosto — morreu afogado em Florianópolis na quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021, deixando para trás uma esposa e uma carreira que já havia tocado os centros vivos da cultura brasileira. Nascido em Belford Roxo e formado entre a moda, o vídeo e a fotografia, ele era daqueles criadores que recusam fronteiras, construindo pontes visuais entre o rap, o hip-hop e o mundo da moda internacional. A sua partida prematura lembra que o talento não negocia com o tempo.
Marcelo Moraes tinha 27 anos quando morreu afogado em Florianópolis, na quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021. O fotógrafo carioca, que assinava seus trabalhos como 1993agosto — referência ao ano e mês em que nasceu —, deixa a esposa Morana, com quem dividia a vida na cidade desde o ano anterior.
Natural de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, Marcelo começou a fotografar aos 14 anos e construiu uma trajetória marcada pela recusa em se limitar a um único campo. Transitava com naturalidade entre a fotografia, a moda e o vídeo, mantendo laços especialmente fortes com o universo do rap e do hip-hop brasileiro.
Entre seus trabalhos mais reconhecidos está a capa do álbum 'O Menino que queria ser Deus', do rapper Djonga, lançado em 2018. Naquele mesmo ano, um ensaio fotográfico com Anitta no Peru viralizou nas redes sociais, levando muitos a procurar saber quem estava por trás daquelas imagens. Seu portfólio reunia ainda colaborações com Karol Conká, Mano Brown, Thiaguinho, Rael e outros nomes de peso da música nacional.
Formado em design gráfico, Marcelo também atuava como modelo e estilista. Desfilou na São Paulo Fashion Week em 2018 pela marca Korshi, para a qual criou uma linha de acessórios, e seus trabalhos circulavam além das fronteiras brasileiras. Com sua morte, a cultura do país perde um criativo em pleno voo, cujo olhar já havia deixado marcas visíveis na produção visual de uma geração.
Marcelo Moraes tinha 27 anos quando morreu afogado em Florianópolis, na quarta-feira, 24 de fevereiro. O fotógrafo carioca, que adotou o nome artístico 1993agosto em referência ao ano e mês de seu nascimento, deixa a esposa Morana, com quem morava na cidade desde o ano anterior. Até o momento da publicação desta notícia, detalhes sobre o enterro ainda não haviam sido divulgados.
Natural de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, Marcelo começou a trabalhar com fotografia aos 14 anos e rapidamente se consolidou como uma figura relevante na cena cultural brasileira. Seu trabalho se caracterizava pela ousadia e pela recusa em se limitar a um único campo — transitava entre moda, vídeo e criação, mantendo uma relação particularmente próxima com o rap e o hip-hop. Essa versatilidade o levou a colaborar com nomes importantes da música e da cultura do país.
Em 2018, Marcelo participou da criação da capa do disco "O Menino que queria ser Deus", do rapper Djonga, um trabalho que o consolidou entre os profissionais mais procurados da indústria. Seu portfólio incluía colaborações com artistas como Bivolt, JXNV $, Thiaguinho e Rael, Davi Sabbag com Jaloo, Derek, Karol Conká, Mano Brown e Léo Santana. Com Anitta, realizou um trabalho fotográfico no Peru em 2018 que gerou grande repercussão nas redes sociais — as imagens irreverentes chamaram tanta atenção que muitos internautas passaram a procurar saber quem era o autor daquelas fotos.
Além de fotógrafo, Marcelo também se destacava na moda. Formado em design gráfico, trabalhou como modelo e estilista, tendo desfilado na São Paulo Fashion Week em 2018 pela marca Korshi, para a qual criou uma linha de acessórios. Seus trabalhos eram publicados não apenas no Brasil, mas também em outros países, consolidando sua reputação como um criativo de alcance internacional.
Com sua morte, a cena cultural brasileira perde um profissional em pleno desenvolvimento de sua carreira, cujo trabalho atravessava múltiplas linguagens e deixava marcas visíveis na produção visual de alguns dos artistas mais relevantes do país.
Citações Notáveis
Seu trabalho mostrava ousadia e ele não se limitava a uma área apenas, trafegava pela moda, vídeo, criação, mantendo estreita relação com o rap e o hip-hop— Descrição de sua trajetória profissional