Messi chama de 'loucura' foto de banho com Lamine Yamal antes de final da Copa

Tirei uma foto quando ele era um nenê, e o moleque está na Copa
Messi reflete sobre a coincidência de ter fotografado Yamal bebê em 2007 e enfrentá-lo agora na final.
Mark

Como é possível que uma foto de 2007 ressurja assim, quase vinte anos depois, com tanto significado?

Mimi

Porque o futebol é feito de coincidências que parecem roteiro. Messi estava lá, Yamal era um bebê, ninguém sabia que aquele menino se tornaria um dos melhores do mundo. A vida segue seu curso e de repente você está frente a frente com alguém que você ajudou a banhar.

Mark

Messi parecia genuinamente impressionado com Yamal, não apenas como adversário?

Mimi

Sim. Havia admiração real ali. Messi sabe reconhecer talento quando vê, e Yamal é inegavelmente brilhante. Mas também havia uma tensão — ele precisava dizer que tentaria neutralizá-lo. É a dualidade do futebol: respeito e competição no mesmo fôlego.

Mark

Por que Messi mencionou Barcelona especificamente ao falar de Yamal?

Mimi

Porque Barcelona é a casa de ambos. Messi construiu sua carreira lá. Yamal é o futuro do clube. Há uma continuidade, uma linhagem. Quando Messi diz que o bem de Yamal é o bem do Barcelona, ele está reconhecendo que existe algo maior que a final — existe a história do clube.

Mark

A Argentina tinha um plano específico para Yamal?

Mimi

Tinham consciência de que precisavam contê-lo, mas Messi foi honesto: não é só sobre Yamal. A Espanha joga um futebol coletivo muito forte. Você não neutraliza um time apenas marcando um jogador. Você precisa de estrutura, disciplina, trabalho.

Mark

O que aquele público na Fanatics Fest realmente queria?

Mimi

Ver Messi. Ouvir Messi. Estar perto da lenda. Os outros jogadores e técnicos falavam, mas as crianças, os adultos — todos queriam apenas que Messi falasse. Ele é o centro gravitacional de qualquer sala em que entra.

  • A foto de 2007 ressurgiu como símbolo perfeito de uma final improvável: o homem que banhava o bebê agora precisa contê-lo em campo.
  • Messi chamou a coincidência de 'loucura' diante de uma multidão que gritava seu nome, enquanto Tom Brady conduzia o momento ao vivo.
  • O argentino elogiou Yamal sem reservas — 'um dos melhores do mundo no momento' — mas deixou claro que o desejo de sorte ao jovem termina onde começa o jogo.
  • A Argentina já trabalha para neutralizar não apenas Yamal, mas toda uma Espanha que Messi reconhece como tecnicamente superior à média.
  • A final de domingo no MetLife Stadium carrega o peso de uma narrativa que parece ter sido escrita antes mesmo de começar.

Há histórias que o tempo tece com uma ironia quase impossível de inventar: em 2007, Lionel Messi segurou nos braços um bebê chamado Lamine Yamal para uma campanha publicitária, sem imaginar que, quase duas décadas depois, aquele mesmo menino — agora com 19 anos e considerado um dos melhores jogadores do mundo — seria seu adversário na final da Copa do Mundo. O encontro aconteceu em Nova York, durante o Fanatics Fest organizado pela Fifa, onde Messi foi questionado sobre a fotografia que o persegue como um presságio. O argentino riu da coincidência, reconheceu o talento do espanhol e prometeu batalha — porque a poesia da história não dispensa a necessidade de vencer.

Lionel Messi estava em Nova York para o Fanatics Fest da Fifa quando Tom Brady lhe fez a pergunta que todos queriam ouvir: o que ele achava daquela fotografia de 2007, em que aparecia dando banho em Lamine Yamal bebê? A multidão gritava seu nome. Messi riu. "Essa foto é uma loucura", disse. "Tirei uma foto quando ele era um nenê, e o moleque está na Copa do Mundo."

A ironia é quase literária: o mesmo homem que um dia segurou Yamal nos braços agora precisará contê-lo em campo na final de domingo, no MetLife Stadium, em East Rutherford. Yamal tem 19 anos, joga pelo Barcelona — o clube onde Messi construiu sua lenda — e é hoje um dos jogadores mais temidos do planeta.

Messi não escondeu o respeito. "É um dos melhores jogadores do mundo no momento, sem dúvida", afirmou, acrescentando um desejo genuíno de sorte ao jovem espanhol — com a ressalva de que esse bem seria do Barcelona, não da Argentina naquele domingo. A estratégia já estava sendo desenhada: trabalhar para que Yamal não encontrasse seu melhor futebol, e enfrentar uma Espanha que Messi reconheceu como tecnicamente qualificada. "Vamos trabalhar", prometeu.

No mesmo evento, Dibu Martínez e Lionel Scaloni representavam a Argentina, enquanto Luis de la Fuente e Rodri respondiam a Novak Djokovic pelo lado espanhol. Mas os olhos da multidão, repleta de crianças, estavam fixos em Messi — o homem que testemunhou a ascensão de Yamal desde o berço e agora enfrenta as consequências dessa história improvável.

Lionel Messi estava em Nova York para um evento da Fifa quando alguém lhe perguntou sobre uma fotografia que o perseguia há quase vinte anos. Em 2007, quando Lamine Yamal era apenas um bebê, Messi havia aparecido em uma campanha publicitária dando banho no menino. Agora, aos 39 anos, Messi se veria frente a frente com aquele mesmo Yamal — hoje com 19 anos e um dos melhores jogadores do mundo — na final da Copa do Mundo, marcada para domingo no MetLife Stadium, em East Rutherford.

A pergunta veio do ex-jogador de futebol americano Tom Brady, diante de uma multidão que gritava o nome de Messi. O argentino riu da coincidência absurda. "A verdade é que essa foto é uma loucura", respondeu. "Tirei uma foto quando ele era um nenê, e o moleque está na Copa do Mundo. É isso, uma loucura." Havia algo de poético na situação — o homem que um dia o banhou agora teria de contê-lo em campo.

Messi não hesitou em reconhecer o talento do adversário. Yamal, que joga pelo Barcelona, o mesmo clube onde Messi construiu sua lenda, merecia respeito. "É um dos melhores jogadores do mundo no momento, sem dúvida", disse o craque. Ele acrescentou um desejo genuíno de sorte ao jovem espanhol, mas com uma ressalva clara: o bem de Yamal seria também o bem do Barcelona, não da Argentina naquele domingo.

A estratégia argentina já estava sendo moldada. Messi deixou claro que a equipe trabalharia para impedir que Yamal tivesse sua melhor versão em campo. Mas o desafio ia além do jovem prodígio. "A Espanha tem grandíssimos jogadores, pratica um grande futebol", reconheceu Messi. "Vamos trabalhar." Era uma admissão de respeito e, ao mesmo tempo, uma promessa de luta.

O evento, chamado Fanatics Fest, reuniu outras vozes importantes. O goleiro Dibu Martínez e o técnico Lionel Scaloni representavam a Argentina. Do lado espanhol, o treinador Luis de la Fuente e o volante Rodri respondiam a perguntas do tenista Novak Djokovic. Cada um deles falou sobre suas expectativas para o confronto de domingo. Mas a multidão, repleta de crianças, tinha olhos apenas para Messi. Ele era a atração principal, o homem que havia testemunhado a ascensão de Yamal desde o berço e agora enfrentaria as consequências dessa história improvável.

A verdade é que essa foto é uma loucura. É a vida, não? Tirei uma foto quando ele era um nenê, e o moleque está na Copa do Mundo.
— Lionel Messi
É um dos melhores jogadores do mundo no momento, sem dúvida. Desejo-lhe muita sorte porque o bem dele vai ser sempre o bem do Barcelona também.
— Lionel Messi
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