Após quatro anos de espera e um aborto espontâneo, a Sra. NTL conseguiu engravidar, mas enfrentou diabetes gestacional severa e encurtamento cervical crítico. Na 24ª semana, a bolsa rompeu prematuramente e o líquido amniótico secou quase completamente, criando risco iminente de infecção e morte fetal.
Mãe jovem dá boas-vindas a filho após parto extremamente prematuro com múltiplas complicações
Se você se sentir muito desconfortável, por favor, avise a mamãe
Como uma mulher consegue passar por tudo isso — quatro anos esperando, um aborto, depois uma gravidez repleta de crises — e ainda encontrar força para cooperar durante o parto?
Acho que o instinto materno é mais forte do que qualquer medo. Ela sussurrou para o filho ainda não nascido pedindo ajuda. Isso diz tudo sobre o que ela estava sentindo.
Mas precisamos ser claros: ela sobreviveu porque estava em um hospital de qualidade com médicos competentes. Nem todas as mulheres têm esse acesso. O caso dela é um milagre, sim, mas um milagre que dependeu de recursos específicos.
O que exatamente significa um colo do útero medindo 25 milímetros? Por que isso é tão perigoso?
É quando o colo começa a encurtar e dilatar prematuramente, abrindo caminho para o bebê sair antes da hora. Combinado com diabetes e ruptura da bolsa, criou uma tempestade perfeita de riscos.
E a cerclagem cervical — os pontos que colocaram — funcionou? Porque ela ainda teve ruptura prematura de membranas na 24ª semana.
Funcionou em ganhar tempo. Sem ela, talvez tivesse perdido o bebê semanas antes. Mas não foi suficiente para evitar a ruptura.
Qual era a chance real de o bebê sobreviver quando nasceu com 24 semanas?
O Dr. Thang disse que o prognóstico era reservado, com taxa altíssima de complicações. Mas ele também disse que manter o feto no útero por mais alguns dias, aliado às técnicas modernas, foi a chave.
Então não sabemos exatamente qual era a taxa de sobrevivência naquele hospital naquele momento. Sabemos que ele sobreviveu, mas isso não nos diz quantos outros bebês nascidos com 24 semanas não sobrevivem ali.
Verdade. O que sabemos é que este bebê passou por crises respiratórias, insuficiência hepática e insuficiência respiratória e superou tudo isso.
O marido dela enviou uma mensagem perguntando se ela queria trazer a criança para casa ou mandá-la para um templo. Como alguém chega a esse ponto?
Ele estava fora da sala de cirurgia, chorando inconsolavelmente, sem poder fazer nada. Aquela mensagem reflete o desespero absoluto — ele estava se preparando para o pior.
É uma mensagem que revela a realidade cultural e médica do lugar onde ela estava. Não é apenas sobre medicina; é sobre o que as famílias enfrentam quando não sabem se o bebê vai viver.
Der Puls
- Quatro anos tentando engravidar, um aborto espontâneo, depois gravidez bem-sucedida no final de 2025
- Colo do útero medindo 25 mm na 12ª semana, depois 20 mm na 16ª semana, com diabetes gestacional grave exigindo até 70 unidades de insulina diárias
- Ruptura prematura de membranas na 24ª semana com líquido amniótico praticamente seco
- Parto no dia 26 de abril com 24 semanas de gestação; bebê internado em UTI neonatal com suporte respiratório e alimentação intravenosa
Após quatro anos de espera e um aborto espontâneo, a Sra. NTL conseguiu engravidar, mas enfrentou diabetes gestacional severa e encurtamento cervical crítico. Na 24ª semana, a bolsa rompeu prematuramente e o líquido amniótico secou quase completamente, criando risco iminente de infecção e morte fetal.
Uma jovem mãe de Hanói enfrentou múltiplas complicações obstétricas graves, incluindo encurtamento cervical, diabetes gestacional e ruptura prematura de membranas, culminando no parto bem-sucedido de seu filho com apenas 24 semanas de gestação.
Cinco meses depois de dar à luz, a Sra. NTL ainda sente a irrealidade de segurar seu filho nos braços — de abraçá-lo, de respirar seu cheiro. A jovem mãe de Hanói, nascida em 2004, percorreu uma gravidez que foi, do começo ao fim, uma sucessão de crises médicas que a colocaram repetidamente à beira do desastre.
Tudo começou com esperança. Após quatro anos tentando engravidar e sofrendo um aborto espontâneo que a deixou devastada, ela conseguiu, no final de 2025, fazer uma transferência de embriões que funcionou na primeira tentativa. A alegria, porém, durou pouco. Com doze semanas de gravidez, o médico descobriu que seu colo do útero media apenas 25 milímetros — uma medida alarmantemente pequena. Na mesma época, recebeu o diagnóstico de diabetes gestacional grave, uma condição que exigiria controle rigoroso com insulina em doses de até 70 unidades diárias. Duas semanas depois, o colo havia encolhido ainda mais, para 20 milímetros, forçando um procedimento de cerclagem cervical em um hospital particular — uma tentativa de fechar o colo com pontos para evitar o parto prematuro.
Na décima nona semana, quando procurou o Hospital de Obstetrícia e Ginecologia de Hanói, descobriu-se que o colo havia se dilatado para dois centímetros. Agora ela enfrentava uma tríplice ameaça: era diabética, tinha uma cerclagem cervical e apresentava dilatação prematura — uma combinação que criava risco constante de infecção e parto antes do tempo. Foi internada imediatamente no Departamento de Obstetrícia do Hospital A4, onde o Dr. Truong Minh Phuong, vice-chefe do departamento, e o Dr. Nguyen Viet Thang assumiram seu acompanhamento.
O momento crítico chegou na vigésima quarta semana. A bolsa amniótica rompeu prematuramente, obrigando os médicos a remover os pontos do colo. Ela chorou copiosamente, devastada, pedindo apenas que conseguisse manter seu bebê por mais tempo. Cinco dias depois, caiu enquanto tomava banho. Naquela noite, os exames revelaram que o líquido amniótico havia praticamente desaparecido — um sinal de perigo extremo que abria a porta para infecção, desenvolvimento fetal inadequado, hipoplasia pulmonar ou morte fetal. Na escuridão do quarto do hospital, ela sussurrou para seu filho ainda não nascido: "Se você se sentir muito desconfortável, por favor, avise a mamãe."
Na manhã seguinte começou a sangrar. O feto havia descido profundamente, com os pés posicionados junto ao colo do útero. Foi transferida com urgência para a enfermaria A2 para se preparar para o parto. Enquanto ela sofria as dores na mesa de cirurgia, seu marido permanecia do lado de fora, chorando inconsolavelmente. Ele enviou uma mensagem de texto emocionada perguntando se ela gostaria de trazer a criança para casa ou mandá-la para um templo — uma pergunta que refletia o medo absoluto de que o bebê não sobrevivesse.
Soluçando, ela reuniu todas as suas forças restantes e cooperou perfeitamente com as instruções do médico. O bebê nasceu com 24 semanas, no dia 26 de abril, extremamente pequeno. Foi imediatamente internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, onde começou uma longa batalha pela vida com o auxílio de ventiladores, incubadoras e alimentação intravenosa rigorosa. A cada dia, superou crises respiratórias, insuficiência hepática e insuficiência respiratória, crescendo pouco a pouco enquanto os pais observavam com esperança.
Segundo o Dr. Nguyen Viet Thang, partos extremamente prematuros com 24 semanas, acompanhados de ruptura prematura de membranas e diabetes gestacional, são casos complexos com prognóstico reservado e taxa altíssima de complicações. Manter o feto no útero materno por mais alguns dias, combinado com técnicas modernas de reanimação neonatal, foi a chave para alcançar o que os médicos chamam de milagre. O Dr. Thang aconselhou outras gestantes com risco de parto prematuro a realizarem exames regulares em instalações de saúde conceituadas e a terem sua gravidez bem monitorada — especialmente aquelas com comorbidades como diabetes de difícil controle, que devem ser hospitalizadas precocemente se apresentarem dor abdominal ou corrimento anormal.
Bemerkenswerte Zitate
Partos extremamente prematuros com 24 semanas, acompanhados de ruptura prematura de membranas e diabetes gestacional, são casos complexos com prognóstico reservado e taxa altíssima de complicações. Manter o feto no útero materno por mais alguns dias, aliado a técnicas modernas de reanimação neonatal, é a chave para alcançar um milagre.— Dr. Nguyen Viet Thang