Lucy Ramos diz que precisou despertar seu corpo para a Dança dos Famosos

O meu corpo se encontrava bastante adormecido, devido à quarentena
Lucy descreve o estado físico em que se encontrava quando aceitou o desafio da dança profissional.
Mark

Por que Lucy esperou tanto tempo para aceitar um convite que já havia recebido antes?

Mimi

A questão era prática: sua agenda de atriz não permitia. Mas quando finalmente conseguiu encaixar, o momento também fazia sentido emocional — ela sentia que a leveza da dança era necessária naquele período.

Mark

Ela tinha experiência com dança antes disso?

Mimi

Tinha, mas como amadora. Dançava por diversão, sem nunca se preocupar com técnica. Agora, pela primeira vez, enfrentaria a dança como profissão, com um professor e estrutura real.

Mark

Como ela se preparou fisicamente?

Mimi

Seu corpo estava "adormecido" pela quarentena, nas suas palavras. Começou a fazer ioga, musculação e exercícios aeróbicos para reativá-lo. Era um despertar deliberado.

Mark

Qual era seu maior medo?

Mimi

Esquecer um passo durante a apresentação — o equivalente dançarino do medo que todo ator tem de esquecer a fala no palco.

Mark

O que a animava?

Mimi

Aprender ritmos como tango e valsa. Ela via neles uma combinação de delicadeza e intensidade que a atraía profundamente.

Mark

Como ela encarava a possibilidade de não vencer?

Mimi

Com maturidade. O que importava era a experiência e o aprendizado, não necessariamente o troféu. Ela estava ali para se desafiar e crescer.

  • O corpo de Lucy estava literalmente adormecido pela quarentena quando o convite chegou, exigindo um esforço deliberado de reativação com ioga, musculação e aeróbicos.
  • Pela primeira vez, ela precisaria transformar o que sempre foi diversão espontânea em técnica e performance profissional — uma fronteira que a deixava genuinamente ansiosa.
  • A semana de estreia seria de presença dupla e contínua na Globo: dançarina aos domingos e arquiteta de segunda a sábado, na reprise de 'A Força do Querer'.
  • Seu maior medo — esquecer um passo no momento decisivo — espelhava o terror clássico do ator que esquece a fala, revelando que a vulnerabilidade artística não muda de forma, apenas de ritmo.
  • Apesar da ansiedade, ela se mantinha determinada: campeã ou não, tinha certeza de que sairia transformada pela experiência.

Lucy Ramos, atriz de 37 anos, chegou à Dança dos Famosos não apenas por disponibilidade de agenda, mas carregando a consciência de um momento coletivo delicado. Após convites anteriores não concretizados, ela aceitou o desafio em 2020 como um ato de reativação — do corpo adormecido pela quarentena, do prazer de dançar elevado agora à disciplina, e da presença pública como forma de oferecer leveza a quem assiste. É a história de alguém que transforma a vulnerabilidade em palco.

Lucy Ramos havia recebido convites anteriores para a Dança dos Famosos, mas nunca conseguira encaixar o compromisso na agenda. Aos 37 anos, finalmente disse sim — e o timing ia além da disponibilidade. Para ela, participar em 2020 era também uma forma de levar leveza e energia positiva ao público em um período de incerteza coletiva.

A semana de estreia seria intensa: enquanto dançaria aos domingos no Domingão do Faustão, também voltaria ao ar como Leila na reprise de 'A Força do Querer', de segunda a sábado. Duas facetas bem distintas para o público acompanhar. 'Veremos uma Lucy dançarina e uma Lucy arquiteta', brincou, referindo-se à profissão da personagem.

Sua relação com a dança sempre existiu, mas nunca havia saído do território do lazer. Agora, pela primeira vez, enfrentaria o lado profissional — ao lado do professor Léo Santos, veterano do quadro. 'Fico feliz de estar em boas mãos', comentou. O desafio era real: o convite chegou quando seu corpo estava 'bastante adormecido' pela quarentena, e ela precisou iniciar um processo de reativação com ioga, musculação e exercícios aeróbicos.

O medo que a habitava era familiar a qualquer artista de palco, apenas traduzido para a pista: esquecer um passo no momento decisivo, assim como um ator esquece a fala. Mas havia também entusiasmo genuíno, especialmente pela possibilidade de aprender tango e valsa. Determinada, Lucy deixava claro que, vencesse ou não, o que importava era viver a experiência por inteiro — e sair dela transformada.

Lucy Ramos tinha recebido convites anteriores para participar da Dança dos Famosos, mas nunca havia conseguido encaixar o compromisso em sua agenda profissional. Aos 37 anos, a atriz finalmente disse sim neste ano, quando a agenda permitiu. A partir do domingo 20 de setembro, ela seria uma das seis mulheres a se apresentar no quadro do Domingão do Faustão, na Globo.

O timing, para ela, era mais do que uma questão de disponibilidade. "Agora, além de estar com mais tempo para me dedicar ao quadro, também entra a questão desse momento delicado que estamos vivendo", refletiu em entrevista. Ela enxergava a atração como uma forma de trazer leveza e energia positiva para os lares do público em um período de incerteza. A semana seguinte seria intensa: enquanto dançaria aos domingos, também retornaria ao ar como a personagem Leila na reprise de "A Força do Querer", que começaria na segunda-feira. Isso significava presença contínua na emissora de domingo a domingo.

Essa dupla exposição permitiria ao público ver duas facetas bem distintas da atriz. "Veremos uma Lucy dançarina e uma Lucy arquiteta", brincou, referindo-se à profissão da personagem que interpretava. A Leila que voltaria às telas era uma mulher independente, alguém que sabia exatamente quando retomar o controle de sua vida. Mas na pista de dança, o público veria um lado dela que nem ela mesma havia explorado completamente.

Sua relação com a dança sempre existiu, mas nunca havia transcendido o amadorismo. "Eu amo dançar, mas sempre encarei como diversão em um momento de lazer ou durante um exercício", explicou. Quando uma música toca, ela dança naturalmente, mas nunca se preocupou com técnica ou estrutura. Agora, pela primeira vez, enfrentaria o lado profissional da dança, e a perspectiva a deixava ansiosa. Seu parceiro seria o professor Léo Santos, que já estava em sua terceira participação no quadro, tendo trabalhado anteriormente com a atriz Mariana Xavier e a cantora Luísa Sonza. "Fico feliz de estar em boas mãos", comentou.

Apesar de seu corpo estar acostumado aos palcos, ela reconhecia que não estava em seu melhor estado. "O convite veio em um momento em que o meu corpo se encontrava bastante adormecido, devido à quarentena", confessou. Desde que aceitou participar, porém, começou um processo de reativação. Ioga, musculação e exercícios aeróbicos passaram a fazer parte de sua rotina, um esforço deliberado para acordar o corpo e prepará-lo para o desafio que se aproximava.

Seu maior medo era o mesmo que qualquer ator conhece bem, mas traduzido para a dança. "O maior medo de uma atriz é esquecer a sua fala em pleno espetáculo", comparou. "Como estou aqui como dançarina, o medo se transforma em esquecer um passo ou não entregar o meu melhor." Ela estava trabalhando para que isso não acontecesse, mas a ansiedade era real. Por outro lado, sentia-se genuinamente entusiasmada com a possibilidade de aprender ritmos como tango e valsa. "Acho os passos tão delicados e intensos ao mesmo tempo", observou.

Para dançar esses ritmos nas fases finais da competição, precisaria se manter na disputa. Mas Lucy estava determinada. "Eu gosto de encarar desafios e dar sempre o meu melhor para conseguir alcançar o objetivo", afirmou. Mesmo que não vencesse, ela sentia que teria tentado e se esforçado genuinamente. O que realmente importava era viver a experiência e extrair dela o máximo de aprendizado. Campeã ou não, tinha certeza de que sairia transformada.

Acho a Dança dos Famosos uma atração alegre e ficarei feliz de levar essa alegria e boa energia para a casa do público
— Lucy Ramos
Eu gosto de encarar desafios e dar sempre o meu melhor para conseguir alcançar o objetivo
— Lucy Ramos
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