A cada ciclo de aproximadamente 29 dias, a Lua percorre sua órbita e nos oferece perspectivas distintas de sua face iluminada. Nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, o satélite natural da Terra atravessa seus últimos momentos na fase Minguante — aquela em que a luz visível se retrai noite após noite, como um fôlego que se recolhe antes de um novo começo. Na madrugada de sexta-feira, às 00h27, a Lua Nova assumirá seu lugar, encerrando um capítulo e abrindo outro nesse ritmo antigo que governa marés, calendários e olhares voltados para o céu.
Lua Minguante nesta quinta-feira dá lugar à fase Nova amanhã
A redução da luz lunar cria uma vantagem para observadores do céu
Por que a Lua Minguante é tão interessante para observar o céu noturno?
Porque a Lua fica menos brilhante durante a noite, reduzindo a interferência de sua luz. Isso deixa as estrelas e outros objetos celestes muito mais visíveis.
Mas isso só funciona em locais afastados das cidades, certo? A poluição luminosa urbana ainda vai ofuscar bastante.
E como a gente reconhece a Lua Minguante no céu?
No Brasil, ela aparece iluminada à direita, parecendo a letra D. No Hemisfério Norte é o oposto — parece um C.
Isso muda conforme a posição do observador e a época do ano, então não é uma regra absoluta.
A Lua Minguante afeta as marés?
Sim, mas de forma diferente de outras fases. Nesse período, o Sol e a Lua formam um ângulo reto em relação à Terra, criando marés de quadratura com menor amplitude.
Menor amplitude significa que a diferença entre maré alta e baixa é menos pronunciada — é importante deixar claro que a Lua sempre afeta as marés, independentemente da fase.
Quanto tempo dura a Lua Minguante?
Ela faz parte de um ciclo lunar completo que dura em média 29 dias, 12 horas e 44 minutos.
A fonte não especifica exatamente quantos dias dura apenas a fase Minguante — apenas o ciclo completo.
Der Puls
- A porção iluminada da Lua encolhe visivelmente a cada noite, criando uma sensação de ausência progressiva no céu noturno.
- A transição para a Lua Nova está marcada para exatamente 00h27 de sexta-feira, 11 de setembro — uma virada precisa no ciclo lunar.
- Com menos luz lunar interferindo, observadores de estrelas aproveitam a fase Minguante para enxergar com mais nitidez planetas, nebulosas e aglomerados estelares.
- As marés perdem amplitude durante esse período, pois Sol e Lua formam ângulo reto em relação à Terra, enfraquecendo o efeito gravitacional combinado.
- Telescópios e binóculos revelam o terminador lunar — a fronteira entre luz e sombra — onde crateras e montanhas ganham relevo dramático nas últimas noites da fase.
A cada ciclo de aproximadamente 29 dias, a Lua percorre sua órbita e nos oferece perspectivas distintas de sua face iluminada. Nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, o satélite natural da Terra atravessa seus últimos momentos na fase Minguante — aquela em que a luz visível se retrai noite após noite, como um fôlego que se recolhe antes de um novo começo. Na madrugada de sexta-feira, às 00h27, a Lua Nova assumirá seu lugar, encerrando um capítulo e abrindo outro nesse ritmo antigo que governa marés, calendários e olhares voltados para o céu.
Na madrugada de sexta-feira, 11 de setembro, às 00h27, a Lua Minguante cede lugar à fase Nova, encerrando um período em que a porção iluminada visível da Terra foi diminuindo gradualmente. O fenômeno não é ausência de luz solar sobre o satélite, mas uma questão de geometria: conforme a Lua avança em sua órbita, muda o ângulo entre Sol, Terra e Lua — e, com ele, o quanto da face iluminada conseguimos enxergar.
Durante a fase Minguante, a Lua nasce cada vez mais tarde, surgindo na madrugada e nas primeiras horas da manhã. Nos últimos dias do ciclo, a faixa iluminada fica tão estreita que quase se perde com o clarear do dia. Esse recuo da luz lunar, porém, traz uma vantagem para quem observa o céu: sem a interferência do brilho do satélite, estrelas, planetas e nebulosas ficam mais nítidos, especialmente longe das cidades.
Para identificar a fase no céu, existe um truque simples: no Brasil e no Hemisfério Sul, a Lua Minguante aparece iluminada à direita, no formato da letra D. No Hemisfério Norte, a orientação se inverte, lembrando um C. Perto da Linha do Equador, a porção iluminada pode aparecer em posição mais horizontal, sugerindo um sorriso.
Quem usa telescópio ou binóculo encontra um espetáculo à parte no terminador — a linha que divide luz e sombra na superfície lunar. As sombras projetadas nessa fronteira realçam crateras e montanhas com um relevo que outras fases não oferecem. Nas marés, o efeito da fase Minguante é mais discreto: com Sol e Lua formando ângulo reto em relação à Terra, as forças gravitacionais atuam em direções diferentes, resultando em marés de menor amplitude. Quando a Lua Nova chegar, o ciclo recomeça — e os 29 dias, 12 horas e 44 minutos do próximo giro já terão começado.
Na madrugada de sexta-feira, 11 de setembro, a Lua Minguante cede lugar à fase Nova. O Instituto Nacional de Meteorologia marca a transição para exatamente 00h27, encerrando um período que começou após a Lua Cheia e que, durante estes dias, vem reduzindo gradualmente a porção iluminada visível da Terra.
O que acontece durante a Lua Minguante é uma questão de perspectiva — não de falta de luz solar atingindo o satélite. Conforme a Lua avança em sua órbita, as posições relativas entre o Sol, a Terra e nosso satélite natural se modificam continuamente. Essa mudança geométrica altera qual parte da face iluminada conseguimos enxergar daqui de baixo. A porção brilhante encolhe noite após noite até desaparecer quase completamente.
Durante essa fase, a Lua surge tarde na madrugada e nas primeiras horas da manhã, nascendo cada vez mais tarde conforme se aproxima do fim do ciclo. Nos últimos dias, a faixa iluminada fica tão estreita que fica difícil vê-la quando o céu começa a clarear. Essa redução da luz lunar cria uma vantagem inesperada para quem observa o céu noturno: com menos interferência luminosa do satélite, as estrelas, planetas, nebulosas e aglomerados estelares ficam mais visíveis, especialmente em locais longe das cidades.
Para quem quer reconhecer a Lua Minguante no céu, existe um truque simples. No Brasil e em todo o Hemisfério Sul, ela aparece iluminada à direita, lembrando a letra D. Já no Hemisfério Norte, a orientação se inverte — a parte brilhante fica à esquerda, parecendo um C. Próximo à Linha do Equador, dependendo da época do ano e da hora da observação, a Lua pode aparecer com a porção iluminada em posição mais horizontal, sugerindo o formato de um sorriso.
Um detalhe fascinante para observadores com telescópios ou binóculos é a região chamada terminador — a linha que divide as áreas iluminada e não iluminada da Lua. As sombras projetadas nessa fronteira destacam crateras, montanhas e outras formações da superfície lunar, tornando o relevo muito mais evidente do que em outras fases.
A Lua Minguante também influencia as marés, embora de forma menos intensa que em outras fases. Durante esse período, o Sol e a Lua formam aproximadamente um ângulo reto em relação à Terra. Nessa configuração, as forças gravitacionais dos dois astros atuam em direções diferentes, resultando nas chamadas marés de quadratura, que apresentam menor amplitude — as diferenças entre maré alta e baixa são menos pronunciadas.
Quando a Lua Nova chegar na madrugada de sexta-feira, a face iluminada pelo Sol estará voltada principalmente para o lado oposto à Terra, tornando o satélite praticamente invisível no céu. Depois disso, a iluminação voltará a aumentar gradualmente, iniciando uma nova sequência de fases lunares. O ciclo completo dura em média 29 dias, 12 horas e 44 minutos.
Bemerkenswerte Zitate
A porção iluminada do satélite visível da Terra diminui gradualmente durante a Lua Minguante, mas isso não significa que a Lua deixe de receber a luz do Sol— Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)