iPhone Duo: Apple lança primeiro celular dobrável com tela de 7,6 polegadas e chip A20 Pro

Você precisa procurar para encontrar o vinco
O acabamento nano-texture do iPhone Duo reduz drasticamente a marca de dobra visível, diferenciando-se de outros dobráveis.
Mark

Por que esse vinco praticamente invisível importa tanto? Parece um detalhe.

Mimi

Porque é o que você vê toda vez que abre o aparelho. Em outros dobráveis, fica óbvio. Aqui, você precisa procurar para encontrar. Muda a experiência de usar o celular.

Luke

Mas a Apple não promete que desaparecerá completamente com o tempo. Então a gente não sabe como fica depois de um ano de uso.

Mark

E quanto à multitarefa? Isso é realmente diferente de um iPhone normal?

Mimi

Completamente. Com a tela aberta, você tem 50% mais espaço que o Pro Max. Você pode arrastar conteúdos de um lado para o outro, trabalhar com dois aplicativos simultaneamente. É mais próximo de um iPad.

Luke

Mas é um iPad? Porque se for, por que não comprar um iPad?

Mimi

Não é um iPad. É um iPhone que se abre. A diferença é que você carrega um dispositivo só, e ele se transforma conforme você precisa.

Mark

E o desempenho? Consegue lidar com tudo isso?

Mimi

Usa o mesmo chip dos Pro, o A20 Pro. Nos testes em Cupertino, respondeu rapidamente, sem travamentos.

Luke

Testes em Cupertino, em ambiente controlado. A gente não sabe como vai ser em uso real, com variações de temperatura, quedas, desgaste.

Mark

Qual é o preço?

Mimi

Começa em R$ 21.999 e vai até R$ 30.999, dependendo da memória.

Luke

Isso é caro. Mais caro que o Pro Max?

Mimi

Bem mais. O Pro Max sai por menos.

Mark

Então por que alguém compraria?

Mimi

Porque é novo, porque oferece uma forma diferente de usar um smartphone, porque tem a tela maior sem aumentar o tamanho quando fechado.

Luke

Mas ninguém sabe se a dobradiça aguenta dois anos de uso diário.

  • A Apple chegou tarde ao mercado de dobráveis, mas trouxe uma resposta direta ao principal defeito do segmento: o vinco visível na tela interna é quase imperceptível no Duo, graças ao acabamento nano-texture.
  • O iOS 27 foi reescrito para o formato — aplicativos se ajustam fluidamente ao abrir ou fechar o aparelho, sem a sensação de troca brusca de dispositivo que afasta usuários de outros dobráveis.
  • Com preço inicial de R$ 21.999 e podendo chegar a R$ 30.999, o Duo posiciona a Apple no topo de um segmento premium que ainda busca convencer o grande público de sua utilidade.
  • A durabilidade da dobradiça e o comportamento da tela após meses de uso intenso permanecem como incógnitas — perguntas que nenhum teste em ambiente controlado consegue responder.

Depois de anos observando rivais experimentarem o formato dobrável, a Apple apresentou o iPhone Duo — um aparelho que não apenas entra nesse mercado, mas tenta redefinir seus termos. Testado em Cupertino, o Duo propõe uma síntese entre a intimidade do iPhone e a amplitude de um iPad, apostando em engenharia de dobradiça, tela com acabamento nano-texture e um iOS 27 redesenhado para tornar a dobra não um compromisso, mas uma vantagem. A grande questão que o tempo responderá é se essa promessa resiste ao desgaste silencioso do uso cotidiano.

A Apple finalmente estreou no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo foi testado por O GLOBO na sede da empresa em Cupertino, na Califórnia, e a impressão inicial é de um aparelho que tenta resolver os problemas mais conhecidos do segmento antes de criar novos.

A dobradiça, desenvolvida com mais de cem componentes, abre e fecha com suavidade notável. A tela interna de 7,6 polegadas usa um acabamento nano-texture que torna a superfície mais fosca e, mais importante, quase esconde a linha de dobra — algo que, em outros dobráveis, costuma ser imediatamente visível. Camadas do display deslizam umas sobre as outras durante o movimento, reduzindo o estresse mecânico na tela ao longo do tempo.

O software acompanha o hardware. O iOS 27 foi adaptado especificamente para o formato dobrável: aplicativos se ajustam ao abrir ou fechar o aparelho sem interrupções visíveis, e é possível começar uma tarefa na tela externa e continuá-la na tela maior sem a sensação de estar trocando de dispositivo. Com a tela aberta, o Duo se aproxima de um tablet — a tela interna é 50% maior que a do iPhone 18 Pro Max — e permite trabalhar com múltiplos aplicativos simultaneamente, arrastar conteúdos e dividir tarefas.

O sistema de câmeras aposta em sensores de 48 megapixels com zoom óptico de 2x e inclui recursos que aproveitam o formato dobrável, como a possibilidade de a pessoa fotografada acompanhar a imagem em tempo real. O processador é o A20 Pro, o mesmo dos modelos Pro da linha, garantindo desempenho sem concessões.

O Duo entra em pré-venda no dia 16 de outubro, com lançamento no dia 23, nas cores branco e azul escuro. Os preços vão de R$ 21.999 a R$ 30.999, conforme a capacidade de armazenamento. A pergunta que permanece aberta — e que só o tempo responderá — é como a tela e a dobradiça se comportarão depois de meses ou anos de uso intenso.

A Apple finalmente entrou no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo, testado pela primeira vez por O GLOBO dentro da sede da companhia em Cupertino, na Califórnia, representa a estreia da empresa nesse segmento — e traz consigo uma abordagem que tenta reconciliar a familiaridade do iPhone com a capacidade multitarefa de um iPad.

O aparelho é fino e leve, com uma dobradiça que funciona de forma notavelmente suave. A Apple desenvolveu esse mecanismo com mais de cem componentes trabalhando em conjunto, e na prática isso se nota: não há aquele movimento brusco que caracteriza muitos dobráveis quando as duas metades se encontram. Mas é quando você abre a tela interna que a engenharia fica mais evidente. O display de 7,6 polegadas usa um acabamento chamado nano-texture, que torna a superfície mais fosca e reduz reflexos. Mais importante: essa tecnologia ajuda a disfarçar a marca da dobra. Durante o teste, foi necessário procurar ativamente pela linha de dobra para percebê-la — e mesmo assim ela era quase imperceptível, uma diferença gritante em relação a outros dobráveis, onde o vinco fica óbvio assim que você abre o aparelho. A Apple combina esse acabamento com adesivos ópticos transparentes que permitem que as camadas do display deslizem umas sobre as outras durante a abertura e fechamento, reduzindo o estresse na tela. A empresa não promete que a marca desaparecerá completamente depois de anos de uso, mas o primeiro contato sugere um avanço real.

O software é onde o Duo começa a se diferenciar de um smartphone tradicional. O iOS 27 foi adaptado especificamente para o formato dobrável, e isso aparece na prática de forma fluida. Quando você abre ou fecha o aparelho, os aplicativos se ajustam rapidamente à nova configuração. Você pode começar uma atividade na tela externa e continuar na tela maior sem aquela sensação de estar simplesmente trocando de dispositivo. As animações acompanham o movimento da tela. O mesmo acontece quando você gira o aparelho — aplicativos e conteúdos se adaptam rapidamente, permitindo maior fluidez em um celular que pode ser usado aberto, fechado, na horizontal ou na vertical. Essa integração entre hardware e software é um dos pontos altos do projeto.

Com a tela aberta, o Duo ganha uma característica que o aproxima mais de um tablet do que de um smartphone: a possibilidade de trabalhar com diferentes aplicativos ao mesmo tempo. Você pode arrastar conteúdos de um lado para o outro da tela e organizar diferentes tarefas. Para quem precisa responder a uma mensagem enquanto consulta uma página ou trabalha com documentos, o espaço adicional faz diferença real. A tela interna é 50% maior que a do iPhone 18 Pro Max, segundo a Apple. Um problema comum nos dobráveis é o teclado da tela externa — como o aparelho fechado costuma ter uma tela mais estreita, digitar mensagens pode ser desconfortável. No Duo, a experiência é melhor. O teclado externo é mais espaçado e permite digitar com menos dificuldade. Aberto, é possível dividir o teclado em dois para facilitar o uso. Parece uma mudança pequena, mas é justamente o tipo de detalhe que pode determinar se o usuário vai querer permanecer com o aparelho fechado ou abrir o celular para praticamente qualquer tarefa.

A câmera também aproveita a capacidade de dobrar o aparelho. Um dos recursos permite que a pessoa fotografada consiga acompanhar a imagem enquanto a outra pessoa segura o celular para fazer a foto. Há ainda modos que usam as duas telas para chamar a atenção de crianças, exibindo elementos visuais e animações no display externo. O sistema fotográfico aposta em sensores de 48 megapixels e zoom óptico de 2x — uma boa configuração para um dobrável que aproxima a experiência fotográfica do que a Apple oferece em seus modelos mais avançados, embora o Duo não tenha exatamente o mesmo conjunto de câmeras do 18 Pro e do 18 Pro Max. O Duo também não conta com a abertura variável da câmera principal dos modelos Pro, uma das principais novidades deste ano.

Por dentro, o Duo não é um iPhone de segunda linha. O aparelho utiliza o A20 Pro, o mesmo processador dos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max. Isso significa que o dobrável tem capacidade para lidar com tarefas pesadas, incluindo jogos e recursos de inteligência artificial. Nos primeiros testes realizados em Cupertino, o aparelho respondeu rapidamente às operações, sem apresentar travamentos ou sinais perceptíveis de perda de desempenho. O sistema térmico segue uma arquitetura avançada, com uma câmara de vapor desenvolvida para dissipar o calor, projetada para manter o desempenho elevado mesmo em atividades que exigem bastante do processador.

O iPhone Duo entra em pré-venda no dia 16 de outubro e estará à venda no dia 23 de outubro, mesmos dias dos EUA. Os preços começam em R$ 21.999 e podem chegar a R$ 30.999, já que a capacidade de memória começa em 256 GB e vai até 2 TB. Duas cores estão disponíveis: branco e azul escuro. Ainda é cedo para saber como a tela e a dobradiça vão se comportar depois de meses ou anos de abertura e fechamento — esse é um ponto que só um teste prolongado poderá responder. Mas no primeiro contato em Cupertino, o Duo impressiona principalmente por resolver alguns dos problemas mais evidentes dos dobráveis: a percepção do vinco, a transição entre telas e a adaptação do sistema operacional.

A tela interna é 50% maior que a do iPhone 18 Pro Max
— Apple
O aparelho respondeu rapidamente às operações, sem apresentar travamentos ou sinais perceptíveis de perda de desempenho
— Observação do teste em Cupertino
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