Homem é preso após matar e enterrar namorada em cova rasa no Rio

Bianca da Silva Ribeiro, 26 anos, foi morta e enterrada em cova rasa por seu companheiro, sendo encontrada parcialmente enterrada em área de mata.
Enquanto fazia isso, ela já estava enterrada
A tentativa de Marlon de simular buscas por Bianca enquanto seu corpo já estava em uma cova rasa.
Mark

Como os investigadores conseguiram rastrear Marlon tão rapidamente, sendo que o corpo foi encontrado dias depois?

Mimi

As câmeras de segurança foram cruciais. Elas mostraram ele saindo sozinho do hotel e depois carregando o corpo dela. A partir daí, a polícia tinha uma direção clara — Miguel Pereira. Não era um desaparecimento misterioso.

Mark

E a tentativa dele de fingir que a procurava — isso não o tornou mais suspeito ainda?

Mimi

Exatamente. Ele enviou uma foto dela em uma mata para uma conhecida, dizendo que não sabia onde ela estava. Mas enquanto fazia isso, ela já estava enterrada. É o tipo de coisa que os investigadores veem e sabem imediatamente que algo está muito errado.

Mark

Por que ele pediu emprestada uma pá e uma enxada? Não era óbvio demais?

Mimi

Ele disse que era para uma obra. Mas os investigadores descobriram que foi na manhã do desaparecimento dela. Quando você monta a cronologia — a hospedagem, as câmeras, o pedido dos instrumentos, o corpo em Miguel Pereira — tudo converge para a mesma história.

Mark

E quando foi preso, ele ofereceu resistência?

Mimi

Sim. Entrou em luta corporal, tentou tomar a arma de um dos policiais. A situação escalou rápido. Um disparo atingiu a perna dele. Ele foi levado para um hospital sob custódia.

Mark

Qual é o próximo passo agora?

Mimi

Ele está preso, acusado de homicídio. A investigação forneceu provas sólidas — as imagens, a cronologia, os elementos técnicos. Agora é questão de processo judicial.

  • Bianca desapareceu em 6 de julho e seu corpo foi encontrado quatro dias depois, parcialmente enterrado em uma fazenda no interior do Rio — sem dignidade, sem despedida.
  • Câmeras de segurança registraram Marlon saindo sozinho da hospedagem e carregando o corpo inerte de Bianca até um veículo, desfazendo qualquer dúvida sobre sua responsabilidade.
  • Para encobrir o crime, Marlon pediu emprestados uma pá e uma enxada alegando fazer uma obra, e depois enviou a uma conhecida uma foto de Bianca fingindo procurá-la.
  • No momento da prisão, no bairro Barão de Javary, ele entrou em luta corporal com policiais e tentou tomar a arma de um investigador, sendo baleado na perna.
  • Marlon foi detido e levado a uma unidade médica sob custódia; a família de Bianca aguarda agora o início do processo judicial.

Bianca da Silva Ribeiro tinha 26 anos e um futuro interrompido quando desapareceu no início de julho no Rio de Janeiro. Seu corpo foi encontrado em uma cova rasa, em área de mata próxima a Miguel Pereira, cinco dias depois — enterrado às pressas por quem deveria protegê-la. A investigação, guiada por câmeras de segurança e pela frieza das evidências, conduziu os policiais até seu companheiro, Marlon Souza da Silva, que resistiu à prisão e foi baleado na perna antes de ser detido. O que resta agora é o peso de uma ausência irreversível e a longa busca por justiça que a família de Bianca merece.

Bianca da Silva Ribeiro tinha 26 anos quando alguém denunciou seu desaparecimento à Delegacia de Descoberta de Paradeiros, no dia 6 de julho. Quatro dias depois, seu corpo foi localizado parcialmente enterrado em uma área de mata próxima a Miguel Pereira, no interior do Rio de Janeiro — uma cova rasa, sem proteção, sem cerimônia. Seu companheiro, Marlon Souza da Silva, foi preso em 15 de julho, acusado de tê-la matado.

A investigação reconstruiu os últimos passos do casal: os dois estiveram juntos na Pedra do Sal e depois em uma hospedagem na Rua do Ouvidor. As câmeras de segurança contaram o restante — Marlon saiu sozinho do imóvel e, em seguida, foi flagrado carregando o corpo de Bianca até um veículo antes de seguir em direção a Miguel Pereira.

A tentativa de encobrir o crime foi meticulosa, mas frágil. Na manhã do desaparecimento, Marlon foi a uma fazenda da região e pediu emprestados uma pá e uma enxada, alegando precisar fazer uma obra. Depois, enviou a uma conhecida uma foto de Bianca em área de mata, fingindo procurá-la e afirmando não saber onde ela estava. Era uma encenação — ela já estava enterrada.

Quando os investigadores o localizaram no bairro Barão de Javary, Marlon resistiu à abordagem, entrou em luta corporal com um policial e tentou tomar sua arma. Os agentes dispararam e a bala o atingiu na perna. Ele foi socorrido e permaneceu sob custódia em uma unidade médica. O que começa agora é o processo — e a busca pelas respostas que a família de Bianca merece.

Bianca da Silva Ribeiro tinha 26 anos quando desapareceu. No dia 6 de julho, alguém denunciou seu sumiço à Delegacia de Descoberta de Paradeiros. Quatro dias depois, seu corpo foi encontrado parcialmente enterrado em uma área de mata perto de Miguel Pereira, no interior do Rio de Janeiro — em uma cova rasa, sem proteção, sem dignidade. Seu companheiro, Marlon Souza da Silva, foi preso na quarta-feira, 15 de julho, acusado de tê-la matado.

Os investigadores começaram a montar o quebra-cabeça a partir do dia em que a denúncia chegou. Reconstruíram os últimos movimentos de Bianca: ela esteve na Pedra do Sal, no centro do Rio, acompanhada de Marlon, e depois os dois foram para uma hospedagem na Rua do Ouvidor. Câmeras de segurança registraram o momento em que ele saiu sozinho do imóvel. Depois, as mesmas câmeras o mostraram carregando o corpo dela — inerte, sem reação — até um veículo. A partir daquele ponto, os investigadores seguiram o rastro: Marlon dirigiu-se a Miguel Pereira.

Há um detalhe que revela a tentativa de dissimulação. Na manhã do desaparecimento de Bianca, Marlon foi a uma fazenda na região e pediu emprestados uma pá e uma enxada, dizendo que precisava fazer uma obra. Depois, para afastar suspeitas sobre si mesmo, enviou a uma conhecida uma foto de Bianca em uma área de mata, fingindo procurá-la, afirmando que não sabia onde ela estava. Era uma encenação — enquanto isso, ela já estava enterrada.

A polícia o localizou no bairro Barão de Javary. Investigadores da Delegacia de Descoberta de Paradeiros, com apoio da 96ª Delegacia de Polícia de Miguel Pereira, foram até ele. No momento da abordagem, Marlon resistiu. Entrou em luta corporal com um dos policiais e tentou tomar a arma do investigador. Diante da agressão, os policiais dispararam. A bala atingiu sua perna. Ele foi socorrido e levado a uma unidade médica, onde permaneceu sob custódia.

O corpo de Bianca foi identificado na última sexta-feira, 10 de julho, em uma área de mata próxima a Vassouras. A investigação que começou com uma denúncia de desaparecimento terminou em um crime de homicídio, em uma cova rasa, em uma fazenda no interior do estado. Os detalhes técnicos — as imagens das câmeras, o cruzamento de informações, os elementos probatórios — todos apontavam para a mesma conclusão. Marlon Souza da Silva foi preso. O que vem agora é o processo, a justiça, as respostas que a família de Bianca merece.

Marlon enviou a uma conhecida uma fotografia da vítima em uma área de mata, simulando estar à procura dela e afirmando desconhecer seu paradeiro
— Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro
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