No teatro imprevisível do futebol europeu, Sebastian Hoeness saiu de Stuttgart com uma derrota, mas não com a resignação que ela poderia sugerir. Diante do FC Porto, a sua equipa encontrou um momento de viragem que alterou o curso da noite — e o treinador, em vez de procurar culpados, escolheu olhar para a frente. É a postura de quem sabe que uma partida não define um destino, e que a coragem, mesmo quando não basta, é sempre um ponto de partida.
Hoeness recusa desistir: "Tudo já aconteceu no futebol"
No futebol, tudo já aconteceu, e tudo pode acontecer ainda
Qual foi o momento exato em que sentiu que o jogo se perdeu?
Aos 20 minutos, quando a bola bateu no ferro. Nesse instante, a energia mudou completamente de lado. Até lá tínhamos entrado bem, mas depois disso o Porto tomou conta.
A sua equipa foi corajosa, mas faltou precisão. Como se corrige isso?
Precisamos de ser mais eficientes nas oportunidades que criamos. Não criámos muitas — e isso era esperado — mas as que tivemos tinham de contar mais.
Houve oito minutos em que perderam a bola muito rapidamente. Isso foi tático ou apenas falta de concentração?
Quando essas situações acontecem sucessivamente, é difícil contrariar. Não é só concentração, é também o ritmo do jogo, a pressão do adversário.
O FC Porto é uma equipa muito experiente. Isso fez diferença?
Sim, e reconheço isso. Eles sabem como gerir estes jogos. Mas temos um segundo encontro, e aí procuraremos colocar-lhes problemas diferentes.
Pensa que o resultado poderia ter sido outro?
Sim. Não quero falar de árbitros ou de sorte, mas o futebol é assim — pequenos detalhes mudam tudo. Temos de voltar com a mesma intensidade.
Der Puls
- Um remate no ferro aos 20 minutos apagou a energia do Estugarda num instante, entregando o controlo do jogo ao Porto.
- Os alemães responderam com um golo, mas a falta de precisão e oito minutos de perdas sucessivas de bola custaram caro.
- Hoeness recusou entrar no caminho das queixas arbitrais, preferindo reconhecer a qualidade e experiência do adversário.
- O treinador garante que a derrota não fecha nada — o próximo jogo em Portugal será disputado com intensidade e paixão renovadas.
- Com a Bundesliga à espreita no domingo, o Estugarda não tem margem para se deixar abater pela noite de hoje.
No teatro imprevisível do futebol europeu, Sebastian Hoeness saiu de Stuttgart com uma derrota, mas não com a resignação que ela poderia sugerir. Diante do FC Porto, a sua equipa encontrou um momento de viragem que alterou o curso da noite — e o treinador, em vez de procurar culpados, escolheu olhar para a frente. É a postura de quem sabe que uma partida não define um destino, e que a coragem, mesmo quando não basta, é sempre um ponto de partida.
Sebastian Hoeness saiu da derrota frente ao FC Porto sem aceitar que o assunto estava encerrado. O treinador do Estugarda identificou o momento decisivo da partida num remate que bateu no ferro aos 20 minutos — o instante em que a energia da sua equipa se dissipou. Até aí, os alemães tinham entrado bem, mas sem criar perigo real. Depois daquele lance, o Porto assumiu o controlo e marcou dois golos.
Hoeness não fugiu à análise: a equipa foi corajosa, criou algumas oportunidades, mas não as suficientes contra um adversário de tal qualidade. Reconheceu também um período de oito minutos em que o Estugarda perdeu a bola repetidamente, tornando difícil qualquer reação. Sobre as decisões arbitrais, o técnico recusou comentar — preferiu focar-se no que ainda está por jogar.
O treinador deixou claro que uma derrota não encerra uma eliminatória nem uma temporada. Prometeu que a intensidade e a paixão que faltaram em certos momentos desta noite estarão presentes no próximo encontro em Portugal — e também no jogo da Bundesliga de domingo. No futebol, como Hoeness bem sabe, tudo ainda pode acontecer.
Sebastian Hoeness saiu da derrota de 1-2 contra o FC Porto sem levantar a bandeira branca. O treinador do Estugarda reconheceu o ponto de viragem do jogo — um remate que bateu no ferro aos 20 minutos — e viu nele o momento em que a energia da sua equipa desapareceu. Até lá, os alemães tinham entrado bem, com boa disposição, embora sem criar muito perigo real. Depois daquele lance, porém, tudo mudou de lado.
O Porto marcou dois golos. O Estugarda respondeu com um. Hoeness não fugiu à realidade: a sua equipa foi corajosa, criou algumas oportunidades, mas não muitas — e isso já era esperado contra um adversário daquela qualidade. O que faltou foi precisão. Hoeness apontou também os oito minutos em que o Estugarda perdeu a bola muito rapidamente, sucessivamente, e reconheceu que é difícil contrariar esse tipo de situações quando acontecem.
Mas o treinador não se deixou abater. Elogiou a coragem dos seus jogadores e reconheceu a qualidade do FC Porto — uma equipa experiente, muito boa, que mostrou porque está onde está. Quando questionado sobre decisões arbitrais que possam ter prejudicado o Estugarda, Hoeness recusou entrar nesse caminho. Não quis falar do árbitro. Preferiu focar-se no que vem a seguir.
Hoeness deixou claro que uma derrota não encerra nada. O resultado poderia ter sido outro, disse, e haverá um novo jogo em que o Estugarda procurará colocar problemas ao Porto. A intensidade e a paixão que faltaram em certos momentos desta noite terão de estar presentes no próximo encontro — tanto em Portugal como no jogo da Bundesliga de domingo, que também exigirá o melhor da equipa.
O técnico do Estugarda não desceu os braços. No futebol, tudo já aconteceu, e tudo pode acontecer ainda.
Bemerkenswerte Zitate
Fomos corajosos e do outro lado esteve uma boa equipa muito boa, muito experiente— Sebastian Hoeness, treinador do Estugarda
O resultado até poderia ser outro, mas haverá um novo jogo no qual procuraremos colocar problemas ao FC Porto— Sebastian Hoeness