Em Mato Grosso, um documento forjado com brasão oficial e nome de secretário de Estado circulou por aplicativos de mensagem afirmando que o décimo terceiro salário dos servidores seria adiado para dezembro. O governo desmentiu a informação com rapidez: o calendário permanece inalterado, com a primeira parcela prevista para 30 de julho. O episódio revela como a desinformação bem elaborada pode semear ansiedade entre aqueles que dependem de certezas financeiras — e lembra que a confiança, uma vez abalada por um boato, exige esforço para ser restaurada.
Governo nega fake news sobre adiamento do 13º de servidores de MT
Mensagens recebidas por aplicativos devem ser tratadas com desconfiança
Por que um documento falso assim consegue circular tão facilmente?
Porque imita bem. Tem o brasão, tem o nome de um secretário real, tem a estrutura de uma nota oficial. Quem recebe pelo WhatsApp, com pressa, não para para verificar.
Mas o governo respondeu rápido. Isso é suficiente para parar a desinformação?
Ajuda, mas não resolve tudo. Quem já compartilhou o documento falso pode não ver a desmentida. A fake news viaja mais rápido que a correção.
Qual é o dano real aqui? É só ansiedade ou tem consequência financeira?
É mais ansiedade e desconfiança. Mas para um servidor que estava contando com aquele dinheiro em julho, a notícia falsa causa estresse real. E corrói a confiança nas comunicações oficiais.
Como um servidor deveria ter reagido ao receber esse documento?
Deveria ter ido direto ao portal do governo ou ao aplicativo MT Cidadão. Qualquer coisa importante sobre pagamento vem por canal oficial, não por grupo de mensagem.
Isso vai acontecer de novo?
Provavelmente. Enquanto houver servidores preocupados com salário, haverá quem tente explorar esse medo com documentos falsos.
The Pulse
- Um documento falso, convincente o suficiente para enganar servidores atentos, espalhou-se rapidamente por grupos de WhatsApp com a aparência de comunicado oficial do Estado.
- A peça forjada usava brasão, formato institucional e o nome de um secretário real para justificar um suposto adiamento do 13º por razões de equilíbrio fiscal.
- A Secretaria de Planejamento e Gestão negou categoricamente o conteúdo e confirmou que nenhuma alteração foi feita no calendário de pagamentos.
- O calendário vigente, divulgado em janeiro, segue intacto: primeira parcela do 13º em 30 de julho para efetivos, segunda em 18 de dezembro; comissionados e temporários recebem em parcela única em dezembro.
- O governo orienta que qualquer comunicação sobre pagamentos seja verificada exclusivamente pelo portal oficial e pelo aplicativo MT Cidadão, e não por mensagens recebidas em redes sociais.
Em Mato Grosso, um documento forjado com brasão oficial e nome de secretário de Estado circulou por aplicativos de mensagem afirmando que o décimo terceiro salário dos servidores seria adiado para dezembro. O governo desmentiu a informação com rapidez: o calendário permanece inalterado, com a primeira parcela prevista para 30 de julho. O episódio revela como a desinformação bem elaborada pode semear ansiedade entre aqueles que dependem de certezas financeiras — e lembra que a confiança, uma vez abalada por um boato, exige esforço para ser restaurada.
Um documento falso começou a circular por aplicativos de mensagem em Mato Grosso trazendo o brasão do Estado e afirmando que o décimo terceiro salário dos servidores estaduais, previsto para 30 de julho, seria adiado para dezembro e pago em parcela única. A peça forjada usava o nome do secretário de Planejamento e Gestão para ganhar aparência de autenticidade e alegava necessidade de equilíbrio fiscal como justificativa.
O governo respondeu com rapidez. A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) negou categoricamente o conteúdo e confirmou que o calendário de pagamentos segue inalterado. O documento imitava com precisão o formato das comunicações oficiais, o que explica por que ganhou tração entre servidores preocupados com seus vencimentos.
O calendário divulgado em janeiro permanece em vigor: servidores efetivos receberão o 13º em duas parcelas — a primeira em 30 de julho e a segunda em 18 de dezembro. Comissionados e contratados temporários receberão o benefício em parcela única, também em dezembro.
O caso ilustra um padrão crescente de desinformação direcionada a servidores públicos. A Seplag recomendou que qualquer comunicação sobre pagamentos seja confirmada exclusivamente pelos canais oficiais do Estado — o portal do governo e o aplicativo MT Cidadão. Mensagens recebidas por WhatsApp, mesmo com brasões e assinaturas, devem ser tratadas com desconfiança. Quando em dúvida, a orientação é simples: procure diretamente a fonte oficial.
Um documento falso começou a circular pelas redes sociais e aplicativos de mensagem de Mato Grosso na semana passada, trazendo o brasão do Estado e afirmando que o décimo terceiro salário dos servidores estaduais, originalmente marcado para 30 de julho, seria adiado para dezembro e pago em parcela única. A peça forjada usava o nome do secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra Guimarães dos Santos, para ganhar aparência de autenticidade, e justificava a mudança alegando necessidade de equilíbrio fiscal.
O governo de Mato Grosso respondeu rapidamente. A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) procurada pela reportagem negou categoricamente o conteúdo e confirmou que nenhuma alteração foi feita no calendário de pagamentos. A informação que circula é falsa. O documento forjado imita com precisão o formato das comunicações oficiais do Estado, o que explica por que ganhou tração entre servidores preocupados com seus vencimentos.
O calendário que segue em vigor foi divulgado oficialmente em janeiro e permanece inalterado. Para os servidores efetivos, o décimo terceiro será pago em duas parcelas: a primeira no dia 30 de julho, conforme previsto, e a segunda em 18 de dezembro. Já os servidores comissionados e contratados temporários receberão o benefício em parcela única, também em 18 de dezembro. Essa estrutura de pagamento não mudou.
A circulação dessa fake news ilustra um padrão crescente de desinformação que afeta servidores públicos. O documento falso foi suficientemente bem elaborado para enganar pessoas que não verificaram a informação diretamente com as autoridades. A Seplag recomendou que qualquer servidor que receba comunicações sobre pagamentos confirme a autenticidade apenas através dos canais oficiais do Estado: o portal do governo e o aplicativo MT Cidadão. Mensagens recebidas por aplicativos como WhatsApp, mesmo que tragam brasões e assinaturas, devem ser tratadas com desconfiança.
O caso serve como alerta para a importância de verificação de fontes. Servidores públicos dependem de informações precisas sobre seus vencimentos para planejamento financeiro, e a disseminação de boatos sobre adiamentos pode gerar ansiedade desnecessária e prejudicar a confiança nas comunicações oficiais. A recomendação é simples: quando em dúvida sobre prazos de pagamento ou mudanças no calendário, procure diretamente os canais oficiais do governo estadual, não redes sociais ou grupos de mensagem.
Notable Quotes
O calendário de pagamento do Executivo Estadual deste ano segue sem qualquer alteração— Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão