São Paulo, cidade que nunca cessa de reinventar sua mesa, chega à 15ª edição do guia gastronômico da Folha de S.Paulo com novecentos endereços recomendados — um número que, paradoxalmente, mal acompanha o ritmo de abertura de novos estabelecimentos. Mais do que um ranking, o movimento revela uma transformação cultural: pesquisas mostram que os paulistanos falam de gastronomia com crescente intimidade e repertório, como quem aprende, aos poucos, a nomear o que sempre sentiu. A Folha responde a esse apetite coletivo não apenas com um guia, mas com uma feira, cursos e um clube de benefícios — apo
Folha lança primeira feira gastronômica com 20 melhores restaurantes de SP
A cidade que não para de comer e de aprender sobre comida
Por que a Folha decidiu criar uma feira gastronômica agora, neste momento específico?
Porque o mercado está saturado de informação, mas falta experiência. Novecentos restaurantes recomendados é muito papel. As pessoas querem provar, conversar com o chef, entender o que torna um lugar especial.
E os dados da Datafolha — o que eles realmente dizem?
Que São Paulo finalmente desenvolveu uma linguagem comum sobre comida. Em 2012, muita gente não sabia responder o que era bom. Agora sabem. A cidade amadureceu seu paladar.
Fame e Ryo como novos vencedores em categorias tradicionais — isso significa que os antigos campeões caíram de qualidade?
Não necessariamente. Significa que a concorrência ficou feroz. Há mais casas boas agora, então as antigas precisam se reinventar ou perdem espaço. É saudável.
O Clube Folha Gourmet com 2 por 1 em duzentos restaurantes — isso não desvaloriza o trabalho do chef?
Ao contrário. Tira a barreira de entrada. Alguém que nunca foi em um restaurante estrelado agora consegue ir. Depois volta sozinho, paga cheio, vira cliente de verdade.
E o curso com Alex Atala? Por que ele, especificamente?
Porque ele representa uma mudança de paradigma. Não é mais sobre copiar a Europa. É sobre o que temos aqui, na floresta, nos rios. Atala é o símbolo disso.
El Pulso
- A cena gastronômica de São Paulo cresce mais rápido do que qualquer guia consegue registrar, com novos restaurantes, bares e cafeterias abrindo a cada semana em ritmo acelerado.
- Dados do Datafolha revelam que, entre 2012 e 2026, os paulistanos passaram a citar espontaneamente muito mais endereços — e cada vez menos pessoas ficam sem resposta quando perguntadas sobre os melhores da cidade.
- Em novembro, a Folha promove sua primeira feira gastronômica no parque Villa-Lobos, reunindo vinte dos restaurantes premiados em um espaço que combina pratos de chefs renomados, shows e debates sobre a cozinha brasileira.
- O chef Alex Atala levará quase três décadas de experiência no D.O.M. para um curso na CasaFolha, enquanto o Clube Folha Gourmet expande o acesso a menus de qualidade em mais de duzentos restaurantes para assinantes premium.
São Paulo, cidade que nunca cessa de reinventar sua mesa, chega à 15ª edição do guia gastronômico da Folha de S.Paulo com novecentos endereços recomendados — um número que, paradoxalmente, mal acompanha o ritmo de abertura de novos estabelecimentos. Mais do que um ranking, o movimento revela uma transformação cultural: pesquisas mostram que os paulistanos falam de gastronomia com crescente intimidade e repertório, como quem aprende, aos poucos, a nomear o que sempre sentiu. A Folha responde a esse apetite coletivo não apenas com um guia, mas com uma feira, cursos e um clube de benefícios — apostando que comer bem é, também, uma forma de pertencer à cidade.
A cena gastronômica de São Paulo cresce sem pausa. A cada semana, novos restaurantes, bares, padarias e cafeterias disputam espaço na cidade — e mesmo os novecentos endereços recomendados pela Folha de S.Paulo em O Melhor de São Paulo Gastronomia mal conseguem acompanhar esse ritmo.
Esta é a 15ª edição do guia, e as novidades vão além dos recém-inaugurados. Categorias tradicionais registraram vencedores inéditos: o Fame levou o prêmio de melhor italiano, e o Ryo conquistou o título de melhor japonês. O histórico completo de premiados ao longo dos anos está agora disponível no site do jornal.
Uma pesquisa Datafolha confirma que essa transformação é sentida pela população. Entre 2012 e 2026, cresceu o número de casas citadas espontaneamente pelos paulistanos em quase todas as categorias, enquanto diminuiu o percentual de quem não soube responder — sinal de que a cidade desenvolveu maior intimidade com o tema.
Para acompanhar esse cenário, a Folha lança iniciativas próprias. Em novembro, o jornal promove sua primeira feira gastronômica no parque Villa-Lobos, reunindo vinte dos melhores restaurantes da cidade. A programação inclui pratos de chefs renomados, shows e debates sobre a gastronomia brasileira.
No segundo semestre, o chef Alex Atala oferecerá um curso na CasaFolha, compartilhando lições de quase três décadas à frente do D.O.M., seu restaurante com duas estrelas Michelin. E para quem quer experimentar menus premiados sem pesar no bolso, o Clube Folha Gourmet oferece benefícios — incluindo a modalidade 2 por 1 — em mais de duzentos restaurantes para assinantes premium.
A cena gastronômica de São Paulo não para de crescer. A cada semana surgem novos restaurantes, bares, padarias e cafeterias disputando espaço e atenção na cidade. Mesmo que a Folha de S.Paulo recomende novecentos estabelecimentos em sua edição anual de O Melhor de São Paulo Gastronomia, esse número mal consegue acompanhar a velocidade com que novos negócios abrem suas portas.
Este ano marca a 15ª edição do guia, e as mudanças vão além dos restaurantes que inauguraram recentemente. Categorias tradicionais continuam registrando vencedores inéditos. O Fame conquistou o prêmio de melhor restaurante italiano, enquanto o Ryo levou o título de melhor japonês. Para quem quer conferir o histórico completo de casas premiadas ao longo dos anos, a Folha agora disponibiliza essa informação no site do jornal.
Os dados revelam que essa transformação não é apenas percepção dos críticos. Uma pesquisa Datafolha que pergunta aos paulistanos quais são os melhores endereços da cidade mostra que, entre 2012 e 2026, o número de casas mencionadas espontaneamente pelos entrevistados cresceu em quase todas as categorias. Ao mesmo tempo, diminuiu o percentual de pessoas que não souberam responder à pergunta — um sinal claro de que a população desenvolveu maior familiaridade e interesse pelo tema.
Para acompanhar esse cenário em transformação constante, a Folha lança suas próprias iniciativas. Em novembro, o jornal promove sua primeira feira gastronômica, reunindo vinte dos melhores restaurantes da cidade em um espaço especial no parque Villa-Lobos. Os vencedores de O Melhor de São Paulo estarão em destaque, apresentando a diversidade de cozinhas que caracteriza a gastronomia paulistana. Além de pratos preparados por chefs renomados, a programação inclui shows e debates dedicados à gastronomia brasileira.
Mas o investimento da Folha em gastronomia não se limita à feira. No segundo semestre, o chef Alex Atala, conhecido como pioneiro na divulgação de ingredientes brasileiros, oferecerá um curso na CasaFolha, a plataforma de streaming de conhecimento do jornal. Nas aulas, Atala compartilhará lições acumuladas em quase três décadas à frente do D.O.M., seu restaurante com duas estrelas Michelin.
Para leitores que desejam experimentar pratos de menus renomados sem comprometer o orçamento, existe o Clube Folha Gourmet, programa de benefícios disponível para assinantes premium em mais de duzentos restaurantes. Muitos deles oferecem a modalidade 2 por 1: o cliente escolhe um prato e ganha outro idêntico para seu acompanhante. A proposta é simples e direta — ampliar o acesso a experiências gastronômicas de qualidade na cidade que não para de comer e de aprender sobre comida.
Citas Notables
O espaço está cada vez mais disputado. Mesmo que O Melhor de São Paulo Gastronomia recomende 900 endereços, novos restaurantes pipocam a cada dia na capital, competindo pela atenção do leitor e do cliente.— Folha de S.Paulo