Farioli: campo dos Barreiros estava inclinado, mas na direção oposta

O campo estava inclinado, mas na direção oposta
Resposta de Farioli à reclamação do treinador do Marítimo sobre o estado do relvado dos Barreiros.
Mark

Farioli respondeu com ironia ao treinador do Marítimo sobre o relvado. Isso não é apenas um comentário de técnico irritado — há algo mais ali?

Mimi

Há. Van der Gaag estava a reclamar do terreno como desculpa, e Farioli virou a narrativa. Estava a dizer: o campo foi difícil para ambos, mas nós ganhámos à mesma. É uma forma de desacreditar a reclamação.

Luke

Mas espera — nós temos apenas a versão de Farioli. Van der Gaag disse que o campo era inclinado, Farioli diz que era inclinado na direção oposta. Quem tem razão? O relvado dos Barreiros é realmente inclinado?

Mimi

Boa pergunta. A fonte não nos diz isso. Sabemos que Farioli acredita que o Porto mereceu ganhar, e que usou a ironia para responder. Mas a verdade sobre o estado do campo fica em aberto.

Mark

E quanto a Pietuszewski? Parece ser uma história de redenção — lesões, paragem internacional, depois entra e faz a diferença.

Mimi

Exatamente. Farioli planeava tê-lo a treinar durante a paragem, mas a seleção chamou-o. Chegou em pior condição, mas quando entrou, mudou o jogo.

Luke

Mas quantos minutos jogou realmente? Farioli diz que Pietuszewski disse que podia fazer 20 minutos, e que "fez a diferença". Isso é facto ou interpretação?

Mimi

É interpretação de Farioli. Sabemos que Pietuszewski entrou e que o Porto marcou, mas não sabemos exatamente quanto tempo jogou ou qual foi o seu contributo específico.

Mark

E William Gomes? A lesão parece preocupante.

Mimi

Muito. Saiu de maca no início da segunda parte. Farioli diz que as imagens não parecem boas, embora Gomes estivesse a sorrir no balneário.

Luke

Mas qual é o diagnóstico? Farioli não sabe — ele está apenas a ler as imagens. Pode ser desde uma entorse até algo mais grave. Fica tudo em suspenso até haver mais informação.

  • O golo inesperado do Marítimo chegou como uma bofetada, obrigando o Porto a reagir com urgência antes que o jogo lhes escapasse das mãos.
  • O relvado dos Barreiros tornou-se palco de uma troca de acusações entre treinadores, com Farioli a usar a ironia como escudo e como espada.
  • Pietuszewski, regressado de lesão e com apenas 20 minutos nas pernas, entrou do banco e decidiu o encontro, transformando a sua fragilidade em argumento decisivo.
  • William Gomes saiu em maca no início da segunda parte, lançando uma sombra sobre a euforia da vitória e complicando a gestão do plantel.
  • Com a Liga dos Campeões à porta — e a memória da derrota frente ao Manchester City ainda fresca — o Porto precisa de recuperar física e mentalmente antes de enfrentar o Bétis em Sevilha.

Na Madeira, o FC Porto confirmou a sua capacidade de sofrer e vencer ao mesmo tempo, superando o Marítimo por 1-2 num relvado que se tornou, ele próprio, personagem do jogo. Francesco Farioli, com a serenidade de quem acredita no mérito da sua equipa, respondeu às queixas adversárias com ironia elegante, enquanto já orienta o pensamento para Sevilha e para os desafios que a Europa exige.

Francesco Farioli não deixou passar em branco as palavras de Mitchell van der Gaag. Quando o treinador do Marítimo se queixou da inclinação do relvado dos Barreiros, o técnico italiano concordou — mas inverteu o argumento. "O campo estava inclinado, mas na direção oposta", disse, deixando claro que, na sua leitura, foi o Porto quem mereceu os três pontos.

A vitória por 1-2 na Madeira não foi tranquila. O Marítimo marcou primeiro, de forma inesperada, e o Porto teve de reagir. Antes do intervalo, a equipa já tinha igualado e criado oportunidades para mais. Nos minutos finais, com o adversário a pressionar, o Porto ainda encontrou espaço para contra-ataques que podiam ter ampliado a vantagem. Farioli reconheceu as dificuldades do terreno, mas valorizou a atitude dos jogadores: "Provaram que estão conectados."

O momento individual mais marcante foi o de Pietuszewski. O jovem avançado tinha vivido uma época de início muito difícil, interrompida por lesões. A chamada à seleção durante a pausa complicou ainda mais a sua recuperação — chegou em pior estado do que quando saiu. Ainda assim, quando Farioli lhe perguntou quanto tempo aguentava, ele disse 20 minutos. Entrou, marcou e fez a diferença.

Mas nem tudo foi celebração. William Gomes saiu em maca no início da segunda parte, e as imagens preocuparam o treinador. "Não parece bem", admitiu Farioli, sem esconder a inquietação. Com o Bétis de Sevilha à espera na Liga dos Campeões — competição em que o Porto já perdeu em casa com o Manchester City — a recuperação física da equipa torna-se agora a prioridade máxima.

Francesco Farioli saiu da conferência de imprensa com uma resposta pronta para Mitchell van der Gaag. O treinador do Marítimo tinha reclamado sobre o estado do relvado dos Barreiros, dizendo não saber que o campo era tão inclinado. Farioli concordou — mas apenas em parte. "Eu concordo com o treinador quando diz que o campo estava inclinado, mas na direção oposta", respondeu o técnico italiano, com uma ironia que não deixava dúvidas sobre quem acreditava ter merecido a vitória.

O Porto tinha vencido 1-2 na Madeira, num jogo que Farioli descreveu como complicado mas ganho com mérito. "No geral acho que não há dúvida de quem devia ter ganho este jogo", disse em declarações à Sport TV. O primeiro golo do Marítimo chegou de forma inesperada — "uma chapada na cara do nada", nas palavras do técnico — mas a reação portista foi imediata. Antes do intervalo, o Porto já tinha igualado e criado boas oportunidades para fazer mais.

O regresso após a paragem internacional não era esperado ser fácil. Farioli sabia disso. "Nós sabíamos que ia ser um jogo complicado", reconheceu, mas o que o surpreendeu foi a qualidade dos treinos que precederam o encontro. "Após a paragem internacional, foram treinos de bom nível e com boa atitude. E hoje os jogadores provaram que estão conectados." O técnico não escondeu as limitações — "Não foi o melhor jogo, mas não era fácil neste relvado" — mas valorizou a capacidade de sofrer e competir quando as coisas não corriam como planeado. Nos últimos minutos, o Marítimo pressionou com tudo, mas o Porto conseguiu ainda dois ou três contra-ataques que poderiam ter dilatado a vantagem.

O destaque individual foi para Pietuszewski, o jovem avançado que saiu do banco para fazer a diferença. O jogador tinha começado a época de forma "muito complicada", marcado por lesões que o afastaram do ritmo competitivo. Durante a paragem internacional, a seleção nacional chamou-o, o que dificultou o controlo da sua recuperação. "Ele chegou em pior nível do que quando saiu", explicou Farioli. Mas quando perguntou quantos minutos o jogador podia fazer, Pietuszewski respondeu que conseguia 20 minutos. "E fez a diferença", concluiu o treinador, reconhecendo o impacto decisivo do jovem na vitória.

Nem tudo foram boas notícias. William Gomes abandonou o relvado no início da segunda parte, transportado em maca, e as imagens não tranquilizavam. "Não parece bem pelas imagens. Lá dentro está a sorrir, como sempre, mas parece ser doloroso", disse Farioli, deixando em aberto a gravidade da lesão. A recuperação física da equipa passa agora a ser prioridade, com a Liga dos Campeões à porta. O Porto enfrenta o Bétis de Sevilha na quarta-feira, numa altura em que a bateria precisa de ser recarregada. Farioli foi claro sobre o objetivo: "Temos alguns dias para preparar-nos e ir para Sevilha com a melhor condição para fazer um grande jogo". O encontro ganha ainda mais peso porque o Porto já tinha perdido em casa frente ao Manchester City na primeira jornada da competição.

Eu concordo com o treinador quando diz que o campo estava inclinado, mas na direção oposta. Acho que merecemos os três pontos.
— Francesco Farioli, treinador do FC Porto
Ele chegou em pior nível do que quando saiu. Ontem perguntei quantos minutos podia fazer e ele disse 20 minutos. E fez a diferença.
— Francesco Farioli, sobre Pietuszewski
Möchten Sie die ganze Geschichte? Das Original lesen bei Jornal de Notícias ↗
Kontakt FAQ