Um estudo apresentado na maior conferência de oncologia clínica do mundo revelou que o movimento do corpo humano, quando prescrito com rigor durante o tratamento do cancro colorretal, reduz a probabilidade de recidiva e prolonga a vida. Em Portugal, onde quase três quartos da população nunca pratica exercício, esta descoberta colide com uma cultura de sedentarismo profundamente enraizada. O que a ciência agora demonstra com clareza é que o exercício não é um complemento opcional ao tratamento oncológico — é, ele próprio, uma forma de terapia.
Exercício físico como prescrição no tratamento do cancro colorretal
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