Ex-apresentadora da Globo Thalita Tavares morre aos 46 anos

Morte de jornalista aos 46 anos deixa filho de 10 anos órfão e impacta comunidade de profissionais que conviveram com ela.
Uma mulher de energia rara que não passava despercebida
Como o Espaço Junior descreveu Thalita após sua morte, destacando seu impacto nas pessoas ao seu redor.
Mark

Ela trabalhou seis anos no Tocantins e depois saiu. O que a levou a deixar a carreira na televisão?

Mimi

Não está claro nos registros, mas em 2013 ela se mudou para Maceió. Talvez tenha buscado uma vida diferente, mais próxima da família. O que sabemos é que ela continuou dedicada a projetos pessoais.

Mark

O filho dela tinha dez anos quando ela faleceu. Ela o criou sozinha?

Mimi

Não há informações sobre isso. O que importa é que ela criou o Espaço Junior em homenagem a ele, então a relação com o filho era central em sua vida.

Mark

Como uma pessoa enfrenta câncer com bom humor, como disseram?

Mimi

Não é fácil responder. Mas quem a conhecia diz que era assim mesmo — uma energia rara. Talvez para ela fosse uma forma de proteger as pessoas ao redor, ou simplesmente quem ela era.

Mark

Ela era conhecida no Tocantins, mas depois desapareceu da mídia. Por quê?

Mimi

Saiu da televisão em 2013. Pode ter escolhido uma vida mais privada, focada na família e no projeto do Espaço Junior. Nem todo mundo quer permanecer sob os holofotes.

Mark

O que fica dela?

Mimi

A cobertura esportiva que ajudou a construir no Tocantins, o centro de autismo que fundou, e a memória de alguém que as pessoas não esquecem facilmente.

  • Faleceu aos 46 anos na madrugada de 26 de agosto em Santa Catarina
  • Trabalhou seis anos no Tocantins como apresentadora e comentarista esportiva
  • Fundou o Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo em homenagem ao filho
  • Deixa um filho de dez anos

Jornalista faleceu na madrugada de quarta-feira em Santa Catarina, onde residia com a família após deixar a carreira na televisão. Thalita trabalhou seis anos no Tocantins como apresentadora e comentarista esportiva, tornando-se figura conhecida na imprensa regional.

Thalita Tavares Caturelli Passoni, ex-apresentadora do Globo Esporte Tocantins, faleceu aos 46 anos após enfrentar câncer. A jornalista deixa um filho de 10 anos e legado na cobertura esportiva regional.

Thalita Tavares Caturelli Passoni morreu na madrugada de quarta-feira, 26 de agosto, aos 46 anos, em Santa Catarina, onde vivia com a família. A jornalista e ex-apresentadora do Globo Esporte Tocantins enfrentava um câncer e deixa um filho de dez anos. Nascida em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, ela construiu boa parte de sua carreira profissional no norte do país, onde se tornou uma figura reconhecida nos círculos da imprensa e do esporte.

Thalita chegou a Palmas em abril de 2007 e passou seus primeiros anos cobrindo campeonatos amadores e categorias de base regionais. Com o tempo, expandiu sua atuação para diferentes modalidades esportivas, ganhando destaque especial pela cobertura das decisões do futebol tocantinense. Além de apresentar o Globo Esporte na TV Anhanguera, trabalhou como comentarista esportiva na rádio CBN Tocantins. Entre os colegas de redação, era conhecida carinhosamente como "Japinha". Durante seus seis anos no estado, ela se tornou uma presença marcante no meio esportivo local, defendendo frequentemente o esporte como ferramenta de transformação social. Em 2013, deixou a emissora e se mudou para Maceió, em Alagoas.

Além da carreira no jornalismo, Thalita dedicou-se a um projeto que refletia suas prioridades pessoais. Ela foi uma das idealizadoras e fundadoras do Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, criado em homenagem ao seu filho. A instituição se tornou parte importante de seu legado, representando seu compromisso com a família e com a comunidade.

No último ano de vida, enquanto enfrentava o câncer, Thalita manteve uma postura que impressionou quem a cercava. Segundo nota de pesar publicada pelo Espaço Junior nas redes sociais, ela encarou a doença com bom humor e uma leveza que surpreendiam as pessoas ao seu redor. "Quem conviveu com ela sabe da força que ela era. Uma mulher de energia rara, que não passava despercebida em lugar nenhum, e que foi exemplo nos mais diferentes sentidos", afirmou o comunicado da instituição. "No último ano, encarou um câncer do mesmo jeito que encarava tudo na vida: com bom humor e com uma leveza que impressionava todo mundo em volta."

Por decisão da própria Thalita, não houve velório. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o sepultamento. Sua morte gerou manifestações de pesar entre pessoas que conviveram com ela durante os anos de atuação no jornalismo, especialmente no Tocantins. Seguidores e colegas compartilharam mensagens de saudade e reconhecimento, destacando sua alegria e sua capacidade de deixar marca onde passava. O legado de Thalita permanece tanto na cobertura esportiva que ajudou a consolidar na região quanto na instituição que fundou para apoiar famílias e crianças com autismo.

Quem conviveu com ela sabe da força que ela era. Uma mulher de energia rara, que não passava despercebida em lugar nenhum, e que foi exemplo nos mais diferentes sentidos.
— Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, em nota de pesar
No último ano, encarou um câncer do mesmo jeito que encarava tudo na vida: com bom humor e com uma leveza que impressionava todo mundo em volta.
— Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo
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