Duas em cada três pessoas com Alzheimer são mulheres — e a ciência começa a explicar por quê. Pesquisadores identificaram que a queda do estrogênio durante a perimenopausa e a menopausa priva o cérebro feminino de uma proteção essencial contra inflamação e estresse oxidativo, abrindo caminho para alterações neurodegenerativas que podem se iniciar já aos 45 anos. No Brasil, onde 8,5% dos idosos acima de 60 anos convivem com a doença, compreender essa disparidade de gênero não é apenas uma questão científica — é um imperativo de saúde pública e de cuidado humano.
Duas em cada três pessoas com Alzheimer são mulheres; sintomas podem começar aos 45
Pacientes com Alzheimer enfrentam progressiva perda de autonomia e qualidade de vida, com impacto significativo em familiares e cuidadores.
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