Datafolha: Cleitinho lidera com 49% dos votos válidos em Minas; Patrus tem 20%

No limite exato do que a lei exige para vencer
Cleitinho tem 49% dos votos válidos, precisando de pouco mais da metade para vencer no primeiro turno.
Mark

Então Cleitinho está praticamente eleito no primeiro turno?

Mimi

Ele está no limite exato. Tem 49% dos votos válidos, e precisa de mais da metade. Mas a margem de erro é de três pontos, então tecnicamente ele poderia cair para 46%.

Luke

Exatamente. Quando você inclui brancos, nulos e indecisos — os votos totais — ele cai para 40%. Isso é bem diferente de estar "praticamente eleito".

Mark

E os outros candidatos? Patrus e Kalil estão crescendo?

Mimi

Patrus cresceu de 18% para 20%, Kalil de 11% para 13%. Mas ainda estão longe. O resto dos candidatos não passa de 5%.

Luke

Mas novamente, com margem de erro de três pontos, Patrus poderia estar em 17% ou 23%. Kalil em 10% ou 16%. Não é movimento insignificante.

Mark

E a disputa pelo Senado? Parece mais aberta.

Mimi

Muito mais. Marília Campos lidera com 13%, mas Viana, Aécio e Domingos Sávio têm 11%, 11% e 9%. Tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Luke

E 20% dos eleitores ainda estão indecisos para o Senado. Isso é um terço do eleitorado. Muita coisa pode mudar.

Mark

A pesquisa incluiu o debate da TV Globo?

Mimi

Sim, foi feita entre 28 de setembro e 1º de outubro, incluindo o debate de terça-feira. Então captura o momento logo depois daquele evento.

Luke

Mas não sabemos quanto o debate movimentou as agulhas. Essa pesquisa é um retrato de um momento específico, não uma tendência.

  • Cleitinho permanece estacionado em 49% dos votos válidos — um único ponto percentual separa sua campanha de uma vitória já no primeiro turno, tornando cada oscilação politicamente decisiva.
  • Patrus e Kalil cresceram, mas o ritmo de avanço é lento demais: com margem de erro de três pontos, os dois ainda estão a uma distância considerável do senador.
  • A disputa pelo Senado é o verdadeiro campo de batalha: quatro candidatos — Marília Campos, Carlos Viana, Aécio Neves e Domingos Sávio — estão tecnicamente empatados entre 9% e 13%.
  • Nos cenários de segundo turno testados, Cleitinho venceria Kalil por 56% a 27% e Patrus por 60% a 24%, sinalizando uma vantagem que vai além da aritmética do primeiro turno.
  • Com 8% de indecisos ainda em aberto e o debate da TV Globo recém-realizado no período da pesquisa, o eleitorado mineiro ainda não fechou completamente sua equação.

Em Minas Gerais, a corrida pelo governo do estado revela um momento raro na política brasileira: um candidato que, a dias do pleito, paira exatamente sobre o limiar da vitória no primeiro turno. O senador Cleitinho sustenta 49% dos votos válidos segundo o Datafolha, enquanto seus adversários avançam em ritmo insuficiente para ameaçar sua dianteira. A pesquisa, realizada entre 28 de setembro e 1º de outubro com 1.204 eleitores, lembra que margens de erro existem justamente para nos ensinar que certezas eleitorais são sempre provisórias.

Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira coloca o senador Cleitinho no limite exato do que a lei eleitoral exige para vencer no primeiro turno: 49% dos votos válidos — aqueles que excluem brancos, nulos e indecisos. A margem de erro de três pontos percentuais impede que a vantagem seja considerada blindada, mas o cenário é confortável.

Em relação ao levantamento anterior, Cleitinho manteve o mesmo patamar. Seus concorrentes avançaram, porém de forma modesta: Patrus, do PT, foi de 18% para 20%, e Alexandre Kalil, do PSD, de 11% para 13%. Quando se incluem brancos, nulos e indecisos no cômputo geral, Cleitinho recua para 40%, Patrus vai a 16% e Kalil a 11%. Os indecisos caíram de 10% para 8%.

A disputa pelo Senado apresenta um quadro bem mais equilibrado. Marília Campos lidera com 13%, seguida de perto por Carlos Viana e Aécio Neves, com 11% cada, e Domingos Sávio, com 9% — todos dentro da margem de erro e, portanto, tecnicamente empatados. Na análise da primeira escolha dos eleitores, Marília cresceu de 18% para 20%, enquanto Aécio manteve 15%.

O Datafolha entrevistou presencialmente 1.204 eleitores mineiros entre 28 de setembro e 1º de outubro, período que incluiu o debate promovido pela TV Globo. A pesquisa está registrada sob o número MG-09729/2026, com nível de confiança de 95%.

Nos cenários de segundo turno simulados, Cleitinho venceria Kalil por 56% a 27% e Patrus por 60% a 24% — números que reforçam sua posição dominante, mas que, como o próprio levantamento ressalva, refletem intenções medidas no momento da pesquisa, não projeções do resultado final.

Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira coloca o senador Cleitinho em posição confortável para vencer a eleição ao governo de Minas Gerais já no primeiro turno. Com 49% dos votos válidos — aqueles que excluem brancos, nulos e indecisos — ele está no limite exato do que a lei eleitoral exige: mais da metade das escolhas efetivas. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, o que significa que sua vantagem, embora clara, não é blindada contra oscilações.

Em relação ao levantamento anterior, Cleitinho manteve exatamente o mesmo patamar de 49%. Seus principais concorrentes, porém, se movimentaram. Patrus, do PT, cresceu de 18% para 20% dos votos válidos. Alexandre Kalil, do PSD, avançou de 11% para 13%. Os demais candidatos ocupam posições bem mais modestas: Flávio Roscoe, do PL, aparece com 5%; Mateus Simões, do PSD, também com 5%; e Gabriel Azevedo, do MDB, com 3%. Os candidatos menores — Ben Mendes, Professor Túlio Lopes, Rafael Duda, Indira Xavier e Henrique Áreas — não ultrapassam 2% cada um.

Quando se consideram os votos totais, incluindo brancos, nulos e eleitores ainda indecisos, o cenário muda de proporção. Cleitinho cai para 40%, mantendo a mesma marca da pesquisa anterior. Patrus sobe para 16%, Kalil para 11%. O percentual de indecisos diminuiu de 10% para 8%, enquanto brancos e nulos permaneceram estáveis em 9%.

A disputa pelo Senado apresenta um quadro bem mais competitivo. Marília Campos, ex-prefeita de Contagem pelo PT, lidera com 13% das intenções de voto. Carlos Viana, do PSD, e Aécio Neves, do PSDB, têm 11% cada. Domingos Sávio, do PL, registra 9%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, esses quatro candidatos estão tecnicamente empatados. Os números refletem as duas escolhas que cada eleitor pode fazer para o Senado. Marília, Viana, Aécio e Domingos Sávio mantiveram os mesmos índices da pesquisa anterior, divulgada em 24 de setembro. Marcelo Aro, do PP, aparece com 6%, seguido por Áurea Carolina, do PSOL, com 5%. Os demais candidatos não ultrapassam 2% cada.

Quando se analisa apenas a primeira escolha para o Senado, Marília Campos cresceu de 18% para 20%. Aécio manteve 15%, Viana aparece com 13% e Domingos Sávio com 10%. Na segunda escolha, o quadro é diferente: Viana e Domingos Sávio subiram de 8% para 9%, enquanto Marília caiu de 8% para 6%. Aécio registra 7%, assim como Áurea Carolina e Marcelo Aro. O percentual de indecisos na segunda escolha é alto, passando de 26% para 24%.

O Datafolha entrevistou presencialmente 1.204 eleitores mineiros com 16 anos ou mais entre 28 de setembro e 1º de outubro. O período inclui o debate entre candidatos ao governo promovido pela TV Globo na terça-feira anterior. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-09729/2026, com nível de confiança de 95%.

O levantamento também testou dois cenários de eventual segundo turno. Em um confronto direto entre Cleitinho e Kalil, o senador registraria 56% dos votos totais contra 27% do ex-prefeito de Belo Horizonte. Em outro cenário, entre Cleitinho e Patrus, o senador marcaria 60% contra 24% do candidato petista. Esses números representam as intenções de voto medidas no período da pesquisa e não constituem uma projeção do resultado final.

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