Às vésperas das eleições no Distrito Federal, uma pesquisa Datafolha encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo revela que Celina Leão, do Progressistas, consolida uma liderança expressiva com 46% das intenções de voto, enquanto Leandro Grass, do PT, permanece distante com 22%. O levantamento, realizado com 910 eleitores entre 28 de setembro e 1º de outubro, sugere que a corrida eleitoral pode estar se aproximando de uma conclusão antes mesmo do segundo turno. Em momentos assim, os números não apenas refletem preferências — eles moldam o comportamento do eleitorado que ainda hesita.
Datafolha: Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 46%
Leão amplia vantagem e aparece com 46% das intenções de voto
Por que essa pesquisa importa agora, em outubro? A eleição não é logo?
Sim, é em outubro mesmo. Esta é uma das últimas medições antes do voto. Mostra como o eleitorado está se posicionando na reta final.
Mas vale lembrar: é uma pesquisa, não uma previsão. A margem de erro é de 3 pontos. Leão está em 46%, então tecnicamente ela poderia estar entre 43% e 49%.
Entendi. E esse crescimento de 42% para 46% — é significativo?
É um movimento positivo para ela. Quatro pontos em poucos dias sugerem consolidação do voto, talvez eleitores que estavam indecisos se definindo.
Mas não sabemos exatamente quando essa mudança aconteceu. A pesquisa foi feita entre 28 de setembro e 1º de outubro. Qualquer evento nesse período poderia ter influenciado.
E Grass? Ele caiu um ponto. Isso é preocupante para ele?
Ele mantém a segunda posição com 22%, mas está bem atrás. A distância para Leão é grande demais para recuperar em dias.
Verdade, mas um ponto de queda está dentro da margem de erro. Não podemos dizer com certeza que ele perdeu apoio real.
Paula Belmonte subiu de 7% para 9%. Ela tem alguma chance?
Ela cresceu, sim, mas ainda está longe. Nove por cento é pouco em uma eleição com essa concentração de voto em um candidato.
E os votos válidos mostram 53% para Leão. Isso é importante porque exclui indecisos. Mas ainda há 14% de brancos, nulos e indecisos na pesquisa estimulada. Para onde vão esses votos é uma incógnita.
Der Puls
- Celina Leão salta de 42% para 46% em poucos dias, sinalizando uma consolidação que vai além da simples liderança — aponta para uma possível vitória no primeiro turno.
- A distância de 24 pontos percentuais entre Leão e Grass cria um vácuo político que pressiona os demais candidatos e acelera o fenômeno do voto útil.
- Paula Belmonte avança para 9% e se firma como terceira força, enquanto candidatos menores perdem terreno, com Cappelli caindo de 5% para 3%.
- Nos votos válidos, Leão chega a 53% contra 26% de Grass — uma diferença de 27 pontos que torna o cenário de segundo turno cada vez mais improvável.
- Com margem de erro de apenas três pontos e nível de confiança de 95%, os números deixam pouco espaço para reversões dramáticas antes do dia da eleição.
Às vésperas das eleições no Distrito Federal, uma pesquisa Datafolha encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo revela que Celina Leão, do Progressistas, consolida uma liderança expressiva com 46% das intenções de voto, enquanto Leandro Grass, do PT, permanece distante com 22%. O levantamento, realizado com 910 eleitores entre 28 de setembro e 1º de outubro, sugere que a corrida eleitoral pode estar se aproximando de uma conclusão antes mesmo do segundo turno. Em momentos assim, os números não apenas refletem preferências — eles moldam o comportamento do eleitorado que ainda hesita.
A pesquisa Datafolha divulgada em 1º de outubro desenha um cenário de liderança sólida para Celina Leão na disputa pelo governo do Distrito Federal. A candidata do Progressistas aparece com 46% das intenções de voto na pesquisa estimulada — quatro pontos acima da medição anterior —, mantendo-se isolada à frente de todos os concorrentes com uma margem que sugere vitória já no primeiro turno.
Leandro Grass, do PT, sustenta o segundo lugar com 22%, praticamente estável. Paula Belmonte, do PSDB, avançou dois pontos e marca 9%, consolidando-se como terceira força. Os demais candidatos somam apenas 8% juntos, enquanto brancos, nulos e indecisos representam 14% do eleitorado.
Quando se consideram apenas os votos válidos, o quadro se torna ainda mais favorável a Leão: ela sobe para 53%, contra 26% de Grass e 10% de Belmonte. Esse recorte elimina as incertezas dos indecisos e é frequentemente usado para projetar o resultado final de uma eleição.
A trajetória de Leão entre as duas medições é reveladora. Enquanto ela cresce tanto na pesquisa estimulada quanto nos votos válidos, concorrentes como Cappelli e Samara Mineiro perdem terreno — um padrão típico de consolidação do voto útil em torno de quem lidera com folga. Com uma diferença de 24 pontos para o segundo colocado e margem de erro de apenas três pontos percentuais, a candidata do Progressistas precisaria de uma queda abrupta e improvável para ver sua vantagem desaparecer.
A pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, 1º de outubro, desenha um cenário claro para a disputa pelo governo do Distrito Federal: Celina Leão, do Progressistas, ampliou sua vantagem e agora aparece com 46% das intenções de voto na pesquisa estimulada — aquela em que os entrevistados conhecem os nomes dos candidatos. Quatro pontos percentuais acima de onde estava há alguns dias, ela segue isolada na liderança, com uma margem que sugere uma possível vitória já no primeiro turno.
Leandro Grass, do Partido dos Trabalhadores, mantém a segunda posição com 22% das intenções, praticamente estável em relação à medição anterior. Paula Belmonte, do PSDB, avançou dois pontos e agora marca 9%, consolidando-se como a terceira força na corrida. Os demais candidatos — Cappelli do PSB, Kiko Caputo do Novo, Professor Robson do PSTU, Professora Samara Mineiro da UP, Elisson do Agir, Expedito Mendonça do PCO e Rico Pinheiro do PRTB — somam juntos apenas 8% das intenções. Brancos, nulos e indecisos representam 14% do eleitorado.
O levantamento foi realizado entre 28 de setembro e 1º de outubro, com 910 pessoas entrevistadas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Globo e pela Folha de S.Paulo, e seu número de registro é DF-00905/2026.
Quando se considera apenas os votos válidos — excluindo brancos, nulos e indecisos — o quadro se torna ainda mais favorável a Leão. Ela sobe para 53%, enquanto Grass fica em 26% e Belmonte em 10%. Os demais candidatos não ultrapassam 3% neste recorte. Este cenário de votos válidos é frequentemente usado para projetar o resultado final de uma eleição, já que elimina as incertezas dos indecisos e dos votos que não contam para a definição do vencedor.
A trajetória de Leão entre as duas medições é particularmente significativa. Ela saiu de 42% para 46% na pesquisa estimulada e de 51% para 53% nos votos válidos. Esse crescimento ocorre enquanto alguns de seus concorrentes perdem terreno — Cappelli caiu de 5% para 3%, e Samara Mineiro recuou de 2% para 1%. O cenário sugere uma consolidação do voto útil em torno da candidata que lidera, um padrão comum em eleições quando um candidato abre vantagem significativa.
O que estes números revelam é uma corrida que, do ponto de vista das intenções de voto, já apresenta um resultado bastante definido. Com quase metade do eleitorado declarando voto em Leão e uma margem de erro de apenas três pontos, a candidata do Progressistas teria de sofrer uma queda abrupta e improvável para perder a eleição. A distância para o segundo colocado é de 24 pontos percentuais na pesquisa estimulada — um abismo em termos eleitorais. Nos votos válidos, essa diferença sobe para 27 pontos.
Bemerkenswerte Zitate
Pesquisa foi contratada pela Globo e pela Folha de S.Paulo— Datafolha