Conheça 10 lugares imprescindíveis para tomar brunch em São Paulo

Brunch é o contraponto da cidade rápida
São Paulo transforma uma manhã comum em ritual quando senta à mesa para brunch.
Mark

Por que brunch virou tão importante em São Paulo? Não é só café com pão.

Mimi

Porque brunch é o momento em que a cidade desacelera. É quando você senta, convida alguém, e transforma uma manhã em experiência. São Paulo sempre foi rápida — brunch é o contraponto.

Mark

Mas por que a Folha fez um guia com dez lugares? Não há centenas de cafés?

Mimi

Há mais de 900 estabelecimentos no especial de gastronomia. Mas dez lugares que realmente importam — escolhidos por especialistas e também pelo gosto dos paulistanos através de pesquisa. É filtro, não exaustão.

Mark

Qual é a diferença entre um brunch de R$ 59 e outro de R$ 180?

Mimi

Escala e completude. No Salvi, R$ 59 é um combo pensado — pães de queijo, brownie, avocado toast, bebidas. No Nica, R$ 180 é acesso a um bufê inteiro, com charcutaria, queijos, frios, tudo que você consegue comer em duas horas.

Mark

Parece que cada bairro tem sua identidade de brunch.

Mimi

Tem. Pinheiros é mais rooftop e design. Higienópolis é padaria artesanal judaica. Santana é mais casual e com opções veganas. A cidade inteira está nessa lista.

Mark

E quem não tem tempo? Quem quer algo rápido?

Mimi

Ainda assim tem lugar. O Botanikafé vende pão de queijo por R$ 14. Você come em pé, em cinco minutos. Brunch não é só ritual longo — é também a possibilidade de escolher.

  • A cultura do brunch em São Paulo cresceu a ponto de exigir um mapeamento sério: mais de 900 estabelecimentos foram avaliados para que dez se destacassem como referências.
  • A tensão entre preço e experiência é real — a cidade oferece desde um pão de queijo por R$ 14 até combos completos para dois por R$ 180, e escolher bem exige orientação.
  • Diferentes regiões da cidade disputam espaço na lista: Pinheiros, Santana, Higienópolis, Jardim Paulista e Vila Buarque aparecem como polos de uma gastronomia matinal descentralizada.
  • Preferências dietéticas diversas — vegana, low carb, tradicional, judaica — encontram endereços específicos, sinalizando que o brunch paulistano já não serve a um único perfil de cliente.
  • A lista da Folha funciona como um mapa de navegação para quem quer transformar uma manhã comum em experiência memorável, sem precisar errar o endereço.

Em São Paulo, o brunch deixou de ser uma refeição e tornou-se um rito coletivo — uma pausa deliberada que a cidade inventou para si mesma entre a pressa da semana e o descanso do fim de semana. A Folha de S.Paulo, em seu especial anual de gastronomia, percorreu mais de 900 endereços para identificar dez lugares que traduzem, com fidelidade, como a capital paulista entende esse momento. A seleção, construída com júri especializado e pesquisa Datafolha, revela uma cidade plural: de padarias artesanais em casarões históricos a rooftops com vista, de opções por R$ 14 a combos elaborados por R$ 180.

São Paulo transformou o brunch em ritual urbano. Não se trata apenas de café e pão — é a forma que a cidade encontrou de tornar uma manhã comum em algo que merece atenção e companhia. Para orientar esse hábito crescente, a Folha de S.Paulo mapeou mais de 900 estabelecimentos em seu especial anual de gastronomia, com júri especializado e pesquisa Datafolha, chegando a dez endereços imprescindíveis.

No Ibirapuera, o Botanikafé serve ao ar livre das 8h às 18h30, com opções que vão do pão de queijo por R$ 14 ao brioche com abacate e ovo mexido por R$ 38. Em Santana, o Cozy Coffee House & Bistrô oferece um brunch generoso para dois por R$ 119, com waffles, ovos, frios, guacamole e brownies. Em Pinheiros, o Futuro Refeitório ganhou nova filial no parque Villa-Lobos, mantendo a identidade da matriz com ovos mexidos por R$ 19 e cozinha aberta o dia todo. No mesmo bairro, o HM Food Café ocupa um rooftop com rede para deitar, onde o combo de fim de semana parte de R$ 85.

Em Higienópolis, a padaria artesanal judaica Kez funciona apenas aos sábados, domingos e feriados, com ovos beneditinos com salmão por R$ 72 e brunch inglês por R$ 59. O Mug.sp, presente em cinco unidades em imóveis charmosos pela cidade, oferece brunch para dois com charcutaria artesanal, stracciatella com pesto e pães de fermentação natural por R$ 145. No Jardim Paulista, o Nica Café monta bufê aos fins de semana por R$ 180, com frutas, queijos, frios, pães e itens preparados na hora. Na região norte, a Panni Padaria Artesanal serve brunch em um casarão com vista para a Serra da Cantareira, com opção completa para compartilhar — incluindo vinho em taça — por R$ 129.

Em Santana, o Salvi apresenta quatro combos temáticos: o abusada por R$ 59, o low carb por R$ 49 e a versão vegana por R$ 52, todos com expresso incluído. Na Vila Buarque, o Takko aposta em cafés especiais e pratos autorais como o queijo quente com pasta de alho tostado por R$ 33. Juntos, esses dez endereços desenham o retrato de uma cidade que leva o café da manhã a sério — plural, descentralizada e atenta a todos os gostos.

São Paulo é uma cidade onde o brunch virou ritual. Não é apenas café com pão — é o jeito que a capital encontrou de transformar uma manhã comum em algo que merece tempo, atenção, companhia. A Folha de S.Paulo, em seu especial anual de gastronomia, mapeou mais de 900 estabelecimentos onde comer e beber na cidade. Desse universo vasto, dez lugares se destacam como endereços imprescindíveis para quem quer entender como São Paulo toma brunch.

O projeto que sustenta essa seleção é ambicioso. Um júri especializado escolheu seus favoritos, mas a opinião dos paulistanos também pesou — uma pesquisa Datafolha traçou o mapa dos melhores endereços segundo quem realmente vive aqui. O resultado é uma lista que reflete tanto a excelência quanto o gosto da cidade.

No Ibirapuera, o Botanikafé funciona das 8h às 18h30 em mesas ao ar livre, servindo desde o simples pão de queijo por R$ 14 até o brioche com abacate e ovo mexido por R$ 38. Tem outras unidades no Jardim Paulista e em Pinheiros. Já em Santana, na região norte, o Cozy Coffee House & Bistrô oferece um brunch que leva o nome da casa — pães, miniwaffle, waffle de pão de queijo, ovos com bacon, presunto cru, iogurtes, guacamole, mel, granola, manteiga, patê, geleia, bebidas e brownies — tudo por R$ 119 para dois. Quem prefere itens avulsos encontra a avocado toast em pão de fermentação natural por R$ 34.

Em Pinheiros, o Futuro Refeitório ganhou uma nova filial dentro do parque Villa-Lobos este ano, inaugurada pela chef Gabriela Barretto junto com sua irmã Karina. O espaço mantém a identidade da matriz — mesas de vários tamanhos, cozinha aberta para o salão, funcionamento que mistura café, restaurante e bar. Ovos mexidos saem por R$ 19, fruta com iogurte da casa por R$ 24, servidos o dia todo. Também em Pinheiros, o HM Food Café ocupa um rooftop com rede para deitar, onde a tostada de cogumelos em pão de fermentação natural custa R$ 39. Nos fins de semana, o combinado brunch inclui tostada à escolha, frutas ou panqueca doce, uma bebida fria e outra quente, a partir de R$ 85.

Em Higienópolis, a padaria artesanal judaica Kez serve brunch apenas aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 16h. Os ovos beneditinos com salmão defumado e molho de tomate levemente picante custam R$ 72. A panqueca de abóbora com bacon, ovo e brotos sai por R$ 46. O brunch inglês, com bagel à escolha com cream cheese de cebola e cogumelos, ovos mexidos, bacon e tomates assados, custa R$ 59. O Mug.sp, com cinco unidades espalhadas pela cidade em casarões antigos ou imóveis charmosos, oferece panquecas americanas com mel ou ganache de chocolate por R$ 35, ou um brunch para dois que inclui frutas, iogurte, granola, mel, charcutaria artesanal, ovos, geleia, manteiga com flor de sal, stracciatella com pesto, pães de fermentação natural e bebidas quentes ou frias por R$ 145.

No Jardim Paulista, o Nica Café monta bufê de brunch aos sábados e domingos entre 10h e 15h. Por R$ 180, o cliente tem acesso ao menu completo — frutas, queijos, frios, pães, folhados, toasts, bolos, iogurtes, grãos e bebidas. Alguns itens, como ovos, omeletes, panquecas, tapiocas e croque monsieur, devem ser pedidos aos garçons. Na região norte, a Panni Padaria Artesanal funciona em um casarão com vista para a Serra da Cantareira, servindo brunch das 7h30 às 20h. A opção mais completa para compartilhar reúne mix de pães, bolo, geleia, manteiga, requeijão, ovos mexidos com bacon, fruta, frios, torta de frango ou palmito e até quatro bebidas quentes ou frias, inclusive vinho em taça, por R$ 129.

Em Santana, o Salvi oferece quatro combos de brunch sem hora para sair. O abusada reúne pães de queijo, brownie de doce de leite, avocado toast, expresso e mimosa por R$ 59. O low carb traz ovos mexidos, crispy de parmesão, iogurte de coco com frutas, expresso e bebida sem álcool por R$ 49. A versão vegana, por R$ 52, inclui suco e expresso com toast de tomates assados com queijo de castanha cremoso, pãozinho e iogurte de coco com frutas. Na Vila Buarque, o Takko serve café coado na V60 de R$ 19 a R$ 25, ou matchá latte vegetal por R$ 23, acompanhados por opções como queijo quente com pasta de alho tostado, mix de queijos, mostarda ancienne e cebolinha por R$ 33, ou o prato de café da manhã que combina trio de frutas, queijo minas, ovos, bacon, manteiga e pão de fermentação natural por R$ 44. A lista reflete a diversidade de São Paulo — desde padarias artesanais até rooftops com vista, desde opções simples até combos elaborados, atendendo diferentes públicos e preferências dietéticas.

O projeto destaca vencedores eleitos pelo júri especializado e a opinião dos moradores da cidade por meio de pesquisa Datafolha
— Folha de S.Paulo
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