Na Neo Química Arena, em São Paulo, a seleção brasileira feminina demonstrou resiliência ao reverter uma desvantagem precoce e vencer os Estados Unidos por 2 a 1 em amistoso preparatório. Com gols de Tainá Maranhão e Bia Zaneratto ainda no primeiro tempo, o Brasil sinalizou maturidade tática e coletiva a pouco mais de um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027, que o próprio país sediará. A noite também reservou um momento simbólico: Marta, ausente por lesão, recebeu ovação da torcida — lembrança de que certas presenças transcendem o campo.
Brasil vence EUA de virada em amistoso na Neo Química Arena
O Brasil virou um jogo que começou mal e criou chances para ampliar
Por que essa vitória importa agora, em junho de 2026? Parece cedo demais para pensar em Copa do Mundo.
Não é cedo não. A Copa é em 2027, e esses amistosos contra times de ponta como os EUA são o jeito que Arthur Elias tem de testar ideias, ver quem funciona junto, entender o que precisa melhorar.
Mas é só um amistoso. O Brasil perdeu outras vezes para os EUA em amistosos e depois foi bem em torneio. Quanto peso a gente dá para um resultado assim?
Justo. Mas olha o contexto: o Brasil virou um jogo que começou mal, criou chances, defendeu bem. Isso diz algo sobre o caráter do time.
E Marta? Ela é a estrela, certo? Como fica a preparação sem ela?
Marta é ícone, mas ela está se recuperando. O importante é que o time mostrou que consegue vencer sem ela — e ela estava lá, recebendo o carinho da torcida.
Mas a gente não sabe quanto tempo ela vai levar para voltar 100%. Um edema na coxa pode ser rápido ou pode virar problema crônico. A reportagem não deixa claro.
Então a próxima partida na terça em Fortaleza vai ser outro teste?
Exatamente. Mesmos adversários, novo estádio, nova chance de ver como o time responde.
Il Polso
- Os Estados Unidos abriram o placar nos primeiros minutos, aproveitando falha na saída de bola da defesa brasileira e impondo pressão imediata sobre a equipe de Arthur Elias.
- O Brasil respondeu com velocidade e precisão: em menos de 15 minutos, Tainá Maranhão e Bia Zaneratto viraram o jogo e colocaram a seleção em vantagem confortável.
- A goleira Lelê foi decisiva ao salvar o confronto em ao menos uma chance clara dos EUA, enquanto a trave americana também entrou em cena no segundo tempo.
- Marta permaneceu no banco durante todo o amistoso, em recuperação de edema na coxa, mas desceu ao gramado antes do jogo e foi ovacionada pela torcida.
- O placar de 2 a 1 foi mantido até o apito final, consolidando um resultado positivo que serve de referência para o segundo amistoso, marcado para terça-feira no Castelão, em Fortaleza.
Na Neo Química Arena, em São Paulo, a seleção brasileira feminina demonstrou resiliência ao reverter uma desvantagem precoce e vencer os Estados Unidos por 2 a 1 em amistoso preparatório. Com gols de Tainá Maranhão e Bia Zaneratto ainda no primeiro tempo, o Brasil sinalizou maturidade tática e coletiva a pouco mais de um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027, que o próprio país sediará. A noite também reservou um momento simbólico: Marta, ausente por lesão, recebeu ovação da torcida — lembrança de que certas presenças transcendem o campo.
A seleção brasileira feminina começou o amistoso de sábado à noite na Neo Química Arena de forma turbulenta: Sophia Wilson aproveitou um erro defensivo e colocou os Estados Unidos na frente logo nos minutos iniciais. Mas o Brasil de Arthur Elias não demorou a reagir.
Antes dos 15 minutos, Tainá Maranhão cabeceou para o fundo da rede após cruzamento de Isabela, empatando o jogo. Na sequência, Bia Zaneratto recebeu de Dudinha, avançou e finalizou na saída da goleira McGlynn para virar o placar. O 2 a 1 resistiu até o fim, mesmo com o jogo permanecendo movimentado nos dois lados.
A goleira Lelê foi fundamental para preservar a vantagem, especialmente ao sair bem em uma chance cara a cara de Sophia Wilson. No segundo tempo, um chute americano ainda acertou a trave após desvio da arqueira brasileira, mas o resultado não se alterou.
A grande ausência da noite foi também uma das maiores presenças: Marta, em recuperação de edema na coxa esquerda, não entrou em campo, mas desceu ao gramado antes do apito inicial e recebeu ovação calorosa da torcida — um tributo ao seu peso na história da seleção.
O amistoso integra a preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que o Brasil sediará. As duas seleções voltam a se enfrentar na terça-feira, no Castelão, em Fortaleza, em mais um teste antes do torneio.
A seleção brasileira feminina entrou em campo na Neo Química Arena em São Paulo no sábado à noite e saiu com uma vitória que não começou bem. Os Estados Unidos marcaram cedo — Sophia Wilson aproveitou um vacilo na saída de bola da defesa brasileira e colocou as norte-americanas na frente nos minutos iniciais. Mas o Brasil, sob comando de Arthur Elias, não se deixou abalar. Antes dos 15 minutos, a equipe havia virado o jogo completamente.
Tainá Maranhão foi a primeira a reagir, cabeceando para o fundo da rede após um cruzamento de Isabela que cortou a defesa americana. Poucos minutos depois, Bia Zaneratto recebeu um passe de Dudinha, avançou e finalizou na saída da goleira McGlynn para colocar o Brasil em vantagem. O placar final de 2 a 1 ficaria assim até o apito final, mas o jogo continuou movimentado nos dois lados.
No restante do primeiro tempo, o Brasil criou mais oportunidades para ampliar. Dudinha desperdiçou uma chance clara dentro da área, e Tainá Maranhão obrigou McGlynn a fazer uma defesa importante. Os Estados Unidos responderam com perigo, especialmente através de Sophia Wilson, que saiu cara a cara com a goleira Lelê em uma das melhores chances americanas — Lelê fez uma defesa decisiva para manter a vantagem brasileira intacta.
No segundo tempo, o ritmo se manteve. Bia Zaneratto voltou a assustar em uma jogada individual, enquanto as americanas tiveram um chute de Hutton que bateu na trave após desvio de Lelê. Nenhum dos dois lados conseguiu quebrar o empate no placar, e a vitória brasileira foi confirmada.
Um detalhe marcou a noite: Marta, a camisa 10 da seleção, estava presente no estádio mas não entrou em campo. A atacante segue em recuperação de um edema na coxa esquerda e permaneceu no banco de reservas durante todo o amistoso. Antes do jogo começar, ela desceu ao gramado, acenou para a torcida e recebeu uma ovação dos torcedores brasileiros — um reconhecimento ao seu peso na equipe mesmo fora de ação.
Este amistoso faz parte da preparação da seleção para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. O confronto com os Estados Unidos não termina aqui: as duas equipes voltam a se enfrentar na terça-feira seguinte, desta vez no Castelão, em Fortaleza, em mais um teste antes do torneio que a seleção vai sediar.
Citazioni salienti
Marta, presente no estádio, desceu ao gramado antes do jogo, acenou para a torcida e recebeu uma ovação dos torcedores brasileiros— Relato do amistoso