Benfica já superou pontuação de toda a época passada na Champions em apenas um jogo

Num só jogo, conseguiu fazer mais pontos do que em todos os seis da temporada passada
O treinador Ivan Baptista reflete sobre a magnitude da vitória do Benfica sobre a Juventus na Champions League feminina.
Mark

Como é que uma vitória numa única jornada consegue superar o total de pontos de uma época inteira?

Mimi

Porque na temporada passada o Benfica só conquistou dois pontos em seis jogos. Agora, com esta vitória sobre a Juventus, já tem três pontos num jogo.

Luke

Espera — dois pontos em seis jogos significa que tiveram um empate e cinco derrotas? Ou dois empates e quatro derrotas?

Mimi

A fonte não especifica a distribuição exata. Sabemos que foram eliminados na fase de grupos, mas os detalhes de cada resultado não estão documentados.

Mark

E quanto aos primeiros 25 minutos que Baptista descreveu como difíceis — isso foi uma questão tática ou simplesmente a Juventus começou melhor?

Mimi

Baptista atribui a dificuldade ao estilo de jogo da Juventus, que domina a posse e torna difícil recuperar a bola. Mas não entra em detalhes sobre o que mudou depois.

Luke

Portanto, não sabemos exatamente como o Benfica conseguiu sair desse período difícil. Mudou de formação? Ajustou a pressão? Isso fica em aberto.

Mimi

Fica. O que sabemos é que conseguiram ultrapassar essa fase e depois marcaram três golos limpos.

Mark

O golo anulado a Chandra Davidson — isso foi uma decisão correta ou controversa?

Mimi

A árbitra considerou que havia falta, mas a fonte não oferece análise sobre se a decisão foi justa ou não.

Luke

Então não sabemos se foi realmente falta ou se foi uma decisão errada. Apenas que a árbitra viu de uma forma.

Mark

E Marit Lund — por que é que ela foi a figura do jogo?

Mimi

A fonte não detalha as suas ações específicas. Apenas regista que ela expressou satisfação com a defesa e o aproveitamento das oportunidades.

  • A memória da derrota de 2025 no mesmo estádio pesava sobre o Benfica antes do apito inicial, tornando este reencontro muito mais do que um jogo de estreia.
  • Os primeiros 25 minutos foram de sufoco: a Juventus dominou a posse e impediu as lisboetas de respirar, testando os limites do espírito da equipa.
  • A equipa resistiu, ajustou-se e converteu a resiliência em golos — três, marcados com clareza, apesar de um golo anulado a Davidson por falta contestada.
  • Com a vitória, o Benfica supera em um jogo o total de pontos de seis jogos na época passada, sinalizando uma mudança real de patamar competitivo.
  • A confiança instalada por este resultado transforma a dinâmica da fase de grupos e coloca as águias numa posição que nunca tiveram nesta competição.

Em Turim, numa noite de setembro, o Benfica feminino escreveu uma página nova sobre uma velha ferida: no mesmo estádio onde um ano antes havia sofrido a derrota que selou a sua eliminação europeia, as águias venceram a Juventus por 3-0 e conquistaram, num único jogo, mais pontos do que em toda a temporada anterior. É o tipo de resultado que não se mede apenas em pontos — mede-se em identidade e em crescimento coletivo.

A Juventus recebeu o Benfica em Turim numa terça-feira de setembro, mas desta vez o guião foi completamente reescrito. Na temporada anterior, as águias tinham perdido 1-2 nesse mesmo estádio, derrota que precipitou a eliminação na fase de grupos — apenas dois pontos somados em seis jogos. Desta vez, o Benfica venceu por 3-0 e, num único encontro, superou todo o registo pontual da época passada.

O treinador Ivan Baptista reconheceu a magnitude da mudança, descrevendo os dois jogos como «partidas diferentes». Admitiu que os primeiros 25 minutos foram o «pior período» do encontro — a Juventus dominou a posse e dificultou a recuperação —, mas elogiou a capacidade da equipa de se ajustar e impor-se progressivamente. Houve um momento de controvérsia quando Chandra Davidson viu um golo anulado por falta, mas os três golos que subiram ao marcador foram, nas palavras do técnico, marcados «de forma limpa».

Marit Lund, figura do jogo, resumiu com precisão: «Defendemos muito bem e aproveitámos as chances que tivemos.» É exatamente essa combinação — solidez defensiva e eficácia ofensiva — que distingue as equipas capazes de sobreviver na Champions League. O contraste com a temporada anterior não podia ser mais marcado: onde antes havia derrota e eliminação, há agora uma vitória de autoridade que muda a dinâmica, a confiança e as perspetivas das águias na competição.

A Juventus recebeu o Benfica em Turim numa terça-feira de setembro, e desta vez o resultado foi completamente diferente daquele que havia marcado o encontro entre as mesmas equipas, no mesmo estádio, um ano antes. Na temporada anterior, as águias tinham perdido 1-2 nessa mesma estreia na Champions League feminina, uma derrota que selou o seu destino na competição — eliminação na fase de grupos, sem conseguir somar mais do que dois pontos em seis jogos disputados. Desta vez, Benfica venceu.

Ivan Baptista, treinador das águias, não hesitou em reconhecer a magnitude da diferença. Quando convidado a comparar os dois encontros, descreveu-os como «partidas diferentes», embora admitisse que no ano anterior também tinham estado em vantagem antes de sofrer um golo quase no final. O que mudou agora foi a capacidade de manter a vantagem e converter o desempenho em resultado. Num único jogo, o Benfica conquistou mais pontos do que em toda a temporada passada — um feito que ilustra tanto o progresso da equipa como a dificuldade extrema de competir neste nível.

Os primeiros vinte e cinco minutos foram os mais complicados. Baptista não escondeu isso, descrevendo-os como o «pior período» do encontro. A Juventus é uma equipa que domina a posse de bola e dificulta a recuperação, características que tornaram o início particularmente árduo para as lisboetas. Mas o espírito prevaleceu. A equipa conseguiu ultrapassar essa fase inicial, ajustar-se ao jogo e, eventualmente, impor-se.

O marcador final foi de 3-0, três golos que Baptista sublinhou terem sido marcados «de forma limpa». Houve um momento de controvérsia quando Chandra Davidson viu um golo anulado aos 55 minutos — tinha rematado de cabeça após um canto, mas a árbitra considerou que havia falta sobre uma adversária. Apesar dessa decisão, o Benfica conseguiu marcar três vezes sem qualquer margem para dúvida.

Marit Lund, a figura do encontro, resumiu a performance com simplicidade: «Defendemos muito bem e aproveitámos as chances que tivemos.» A sua satisfação era evidente, e justificada. Uma defesa sólida combinada com eficácia ofensiva é exatamente o que se exige numa competição como a Champions League, onde as margens de erro são mínimas e as equipas de topo castigam qualquer lapso.

O contraste com a temporada anterior não podia ser mais marcado. Doze meses antes, o Benfica tinha saído de Turim derrotado e nunca mais conseguiu recuperar na fase de grupos. Agora, com uma vitória conquistada logo na primeira jornada, a história é completamente diferente. Não é apenas uma questão de três pontos — é uma questão de dinâmica, de confiança, de demonstrar que a equipa consegue competir ao mais alto nível. O caminho até à final ainda é longo, mas este primeiro passo foi dado com autoridade.

Nunca é fácil ganhar na Liga dos Campeões. Sabíamos que era um jogo muito difícil, porque a Juventus é uma equipa muito forte, a quem é difícil tirar a bola.
— Ivan Baptista, treinador do Benfica
Defendemos muito bem e aproveitámos as chances que tivemos. Estou muito feliz!
— Marit Lund, jogadora do Benfica
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