No domingo à tarde em Salvador, dois times vivem realidades opostas dentro do mesmo campeonato: o Bahia, sufocado por três derrotas seguidas e com a margem de segurança no G-6 se estreitando, recebe um Palmeiras que há dez jogos não conhece a derrota e persegue a liderança. É o encontro entre a urgência de quem precisa se salvar e a confiança de quem já encontrou seu ritmo — um desses confrontos em que o momento pesa tanto quanto o talento.
Bahia enfrenta Palmeiras em busca de recuperação na 25ª rodada do Brasileirão
Três derrotas seguidas deixaram o Bahia à beira do abismo
Por que esse jogo é tão importante para o Bahia agora?
Porque três derrotas seguidas em setembro deixam o time em uma posição frágil. Com 37 pontos, o Bahia ainda está no G-6, mas a margem é pequena. Perder para o Palmeiras agora pode significar sair da zona de classificação.
Mas quantos pontos separam o Bahia do sétimo colocado? A reportagem não diz isso.
E o Palmeiras? Por que ele está tão forte?
Dez jogos sem perder é uma sequência que constrói confiança. A goleada de 4 a 1 sobre o Fortaleza mostrou um time que marca muitos gols e defende bem. Estão a apenas alguns pontos do Flamengo.
Verdade, mas a reportagem não deixa claro qual é a diferença de pontos entre Palmeiras e Flamengo. Sabemos que o Palmeiras tem 49, mas não sabemos onde está o líder.
Como está a saúde dos dois times?
O Bahia está quebrado. Seis jogadores lesionados mais um suspenso. O Palmeiras tem apenas Gustavo Gómez fora, então Abel Ferreira pode escalar praticamente seu time ideal.
Isso é um detalhe importante, mas a reportagem não explica por quanto tempo esses jogadores do Bahia estarão fora. São lesões graves?
O histórico favorece alguém?
Completamente o Palmeiras. Venceu 28 vezes contra 11 do Bahia em 56 confrontos. Não perde em casa desde 2019. Abel Ferreira tem 70% de aproveitamento contra o Bahia desde 2020.
Mas o Bahia venceu 1 a 0 no primeiro turno deste ano, em São Paulo. Isso mostra que o Bahia consegue vencer o Palmeiras quando está bem. A questão é se consegue estar bem agora.
Quem são os jogadores que podem decidir?
Willian José lidera o Bahia com seis gols. Pelo Palmeiras, Flaco López tem dez e Vitor Roque tem sete. Everton Ribeiro e Andreas Pereira são os criadores de jogo.
Seis gols em 24 jogos é pouco para um atacante. Willian José está em forma? A reportagem não diz.
El Pulso
- O Bahia chega à Arena Fonte Nova em estado de alerta: três derrotas consecutivas, incluindo uma goleada sofrida para o Vasco, colocam em risco a permanência no G-6 que o clube tanto defende.
- Rogério Ceni terá de improvisar com um elenco castigado por suspensões e lesões, escalando um time remendado para enfrentar um adversário praticamente completo.
- O Palmeiras, invicto há dez partidas e com 49 pontos, chega a Salvador como uma máquina afinada — López com dez gols e Estevão em alta representam uma ameaça constante para a defesa baiana.
- O histórico é implacável: o Palmeiras venceu 28 dos 56 confrontos, e o Bahia não bate o rival em casa desde 2019, tornando qualquer resultado positivo para os donos da casa uma conquista histórica.
- Com 42 mil torcedores esperados na Fonte Nova e transmissão nacional, o jogo carrega o peso de uma decisão antecipada — para o Bahia, é sobrevivência; para o Palmeiras, mais um passo rumo ao topo.
No domingo à tarde em Salvador, dois times vivem realidades opostas dentro do mesmo campeonato: o Bahia, sufocado por três derrotas seguidas e com a margem de segurança no G-6 se estreitando, recebe um Palmeiras que há dez jogos não conhece a derrota e persegue a liderança. É o encontro entre a urgência de quem precisa se salvar e a confiança de quem já encontrou seu ritmo — um desses confrontos em que o momento pesa tanto quanto o talento.
O Bahia entra em campo neste domingo pela 25ª rodada do Brasileirão carregando o peso de três derrotas consecutivas, a última delas uma goleada sofrida para o Vasco. Com 37 pontos em 24 jogos, o time baiano ainda está no G-6, mas a margem de segurança desaparece a cada rodada. A Arena Fonte Nova, às 16h, será palco de um confronto que, para o Bahia, tem ares de decisão.
Do outro lado, o Palmeiras vive um momento completamente diferente. Dez jogos sem perder, 49 pontos e uma goleada de 4 a 1 sobre o Fortaleza na rodada anterior colocam Abel Ferreira em posição de apertar o cerco ao líder Flamengo. O técnico português tem 70% de aproveitamento contra o Bahia desde 2020, e seu time marcou em todas as últimas dez partidas contra os baianos.
Rogério Ceni terá de improvisar: Jean Lucas está suspenso e a enfermaria segue cheia, com seis jogadores indisponíveis. Willian José, com seis gols na temporada, é a principal esperança ofensiva. Abel Ferreira, por sua vez, tem apenas Gustavo Gómez fora e pode escalar um time de primeira escolha, com Flaco López — artilheiro do ataque com dez gols — e Estevão entre os titulares.
O histórico pesa contra os donos da casa: em 56 confrontos, o Palmeiras venceu 28 vezes contra apenas 11 do Bahia. O time baiano não vence o rival em casa desde 2019. Um único fio de esperança vem do primeiro turno deste ano, quando o Bahia surpreendeu e venceu por 1 a 0 em São Paulo. Com 42 mil torcedores esperados e transmissão pela TV Globo, o jogo promete ser intenso — mas os números apontam para um Palmeiras no controle enquanto o Bahia busca desesperadamente uma brecha.
O Bahia entra em campo neste domingo, 28 de setembro, contra o Palmeiras pela 25ª rodada do Brasileirão com a urgência de quem está afundando. Três derrotas seguidas — a mais recente uma goleada de 3 a 1 para o Vasco em São Januário — deixaram o time baiano com 37 pontos em 24 jogos, ainda dentro do G-6 mas com a margem de segurança desaparecendo. O confronto na Arena Fonte Nova, às 16h, é praticamente uma final antecipada para a permanência na zona de classificação que o Bahia precisa defender.
O Palmeiras chega a Salvador em outro patamar completamente. Dez jogos sem perder, incluindo uma goleada de 4 a 1 sobre o Fortaleza na rodada anterior, transformaram o time paulista em uma máquina de pontos. Com 49 acumulados em 24 partidas — 15 vitórias, quatro empates e apenas três derrotas — o Palmeiras persegue o Flamengo na liderança e vê em Salvador uma oportunidade de apertar ainda mais o cerco. Abel Ferreira construiu um time que marca em todas as últimas dez partidas contra o Bahia, um detalhe que resume bem a diferença de momento entre os dois lados.
Rogério Ceni terá de improvisar. Jean Lucas está suspenso, e a enfermaria do Bahia é um problema crônico: David Duarte, Kanu, Erick Pulga, Caio Alexandre, Erick e João Paulo seguem fora por lesão. O técnico deve escalar Ronaldo; Arias, Gabriel Xavier, Ramos Mingo e Luciano Juba; Acevedo, Michel Araújo e Everton Ribeiro; Kayky, Sanabria e Willian José. Este último, com seis gols na temporada, é a esperança ofensiva baiana. Do outro lado, Abel Ferreira tem apenas Gustavo Gómez indisponível por lesão no olho, o que permite montar um time praticamente de primeira escolha: Weverton; Mayke, Piquerez, Murilo e Marcos Rocha; Zé Rafael, Aníbal Moreno e Andreas Pereira; Vitor Roque, Flaco López e Estevão. López lidera o ataque palmeirista com dez gols; Vitor Roque soma sete.
O histórico pesa contra o Bahia. Em 56 confrontos, o Palmeiras venceu 28 vezes, o Bahia apenas 11, com 17 empates. A maior goleada da série é do Palmeiras, um 5 a 0 de 1963 na própria Fonte Nova. Mais recentemente, o Bahia não vence em casa desde 2019, quando triunfou por 2 a 0. Abel Ferreira, desde 2020, tem 70% de aproveitamento contra o time baiano — números que falam por si. No primeiro turno deste ano, porém, o Bahia conseguiu um raro triunfo, vencendo por 1 a 0 em São Paulo, um resultado que oferece ao menos um fio de esperança.
Anderson Daronco apitará a partida, com Caio Max Augusto Vieira no VAR. A previsão meteorológica indica temperatura entre 22°C e 29°C com possibilidade de chuva leve à tarde, e o gramado da Arena Fonte Nova está em boas condições apesar de leves desgastes. O público deve lotar o estádio — 42 mil torcedores são esperados, com ingressos dos setores populares a partir de R$ 50. A transmissão sairá pela TV Globo, Premiere, Globoplay e pelo canal do ge.globo no YouTube.
Os palpites apontam para um empate em 1 a 1, com gols nos dois tempos. Mas os números sugerem algo mais próximo de um Palmeiras controlando o jogo enquanto o Bahia tenta desesperadamente encontrar uma brecha. Everton Ribeiro e Andreas Pereira serão os maestros de suas respectivas equipes, orquestrando o ritmo do confronto. Para o Bahia, é questão de sobrevivência; para o Palmeiras, é mais um passo na perseguição ao topo.
Citas Notables
Abel Ferreira tem 70% de aproveitamento contra o Bahia desde 2020— Histórico de confrontos entre os times