Argentina vira sobre Inglaterra com Messi brilhante e vai à final da Copa contra Espanha

Um castigo para quem abdicou do jogo. Um prêmio para quem quis a bola.
A Argentina virou o jogo nos minutos finais após a Inglaterra se fechar defensivamente.
Mark

Como um time consegue jogar tão mal no primeiro tempo e depois dominar completamente?

Mimi

A tensão de um clássico como este muda tudo. No começo, a agressividade e a marcação cerrada sufocam o jogo. Mas quando a Argentina finalmente respirou no segundo tempo, tinha jogadores demais em campo e energia demais para gastar. A Inglaterra se fechou, e isso foi fatal.

Mark

Messi não marcou, mas parece que foi decisivo mesmo assim.

Mimi

Exatamente. Ele não precisou marcar. Serviu os dois gols, criou as chances, bateu o escanteio que levou ao empate. Quando você tem um jogador assim, o gol é quase secundário. Ele controla o ritmo, abre espaços, faz os outros jogarem melhor.

Mark

A Inglaterra estava tão perto. Saiu na frente, tinha tudo para vencer.

Mimi

Tinham, mas abdicaram do jogo. Quando você sai na frente e depois só se defende, está rezando para que o tempo acabe. E o tempo nunca acaba quando o outro time quer a bola. Foram punidos por isso.

Mark

Sete vitórias consecutivas. Isso é um padrão ou sorte?

Mimi

Padrão. A Argentina tem um elenco que sabe sofrer, que sabe virar, que acredita até o último minuto. Isso não é sorte. É mentalidade. Sete vezes seguidas eles encontraram um jeito.

Mark

E agora vem a Espanha. Como você vê essa final?

Mimi

A Espanha é a favorita. Eliminou a França. Mas a Argentina tem Messi e tem essa crença de que pode vencer de qualquer jeito. Será uma final entre duas filosofias diferentes de futebol.

  • A Argentina saiu atrás no placar após Gordon antecipar Molina e marcar para a Inglaterra no segundo tempo, colocando uma final inglesa no horizonte.
  • O jogo viveu dois tempos completamente distintos: o primeiro dominado por agressividade e faltas, o segundo por futebol de alta intensidade e criação argentina.
  • Pickford foi o último obstáculo argentino, realizando defesas decisivas sobre Nico González e Messi antes de ser finalmente batido.
  • Enzo Fernández empatou aos 40 minutos em cobrança de escanteio curto de Messi, e Lautaro Martínez decretou a virada minutos depois com cruzamento perfeito do camisa 10.
  • A Argentina chega à final do MetLife Stadium no domingo com sete vitórias consecutivas, pronta para enfrentar a Espanha em busca do bicampeonato mundial.

Em Atlanta, na noite de quarta-feira, a Argentina confirmou sua vocação histórica para os momentos decisivos ao superar a Inglaterra por 2 a 1 em uma semifinal da Copa do Mundo 2026 carregada de memória e rivalidade. Sem marcar, Lionel Messi conduziu a virada nos minutos finais com a autoridade silenciosa de quem já conhece o peso dessas horas, abrindo caminho para uma final contra a Espanha que pode consagrar o bicampeonato argentino. A Inglaterra, que não disputava uma final mundial desde 1966, parte para o terceiro lugar carregando o peso de uma chance desperdiçada.

A Argentina avançou à final da Copa do Mundo 2026 nesta quarta-feira em Atlanta, virando sobre a Inglaterra por 2 a 1 em uma semifinal que começou áspera e terminou em triunfo. Lionel Messi não marcou, mas foi o arquiteto da virada nos minutos finais, consolidando a sétima vitória consecutiva da seleção na competição.

O confronto no Mercedes-Benz Stadium carregava décadas de rivalidade — Maradona, Beckham, Claudio Roa. O primeiro tempo foi mais briga que futebol, com cotovelos, empurrões e discussões constantes ao redor do árbitro. A Argentina mal criou perigo, e Messi era marcado de perto por Elliot Anderson, que levou cartão aos 36 minutos por falta sobre o astro.

O segundo tempo começou com outra cara. A Argentina pressionou, Julián Alvarez obrigou Pickford a trabalhar, e o domínio parecia iminente. Mas o futebol foi cruel: após lance de Kane e Rice, Rogers cruzou e Gordon se antecipou a Molina para colocar a Inglaterra na frente. Uma final inglesa parecia encaminhada.

Daí em diante, apenas um time jogou. Nico González cabeceou para defesa gigante de Pickford, Mac Allister acertou a trave, e Messi criou chance após chance. O gol amadureceu até sair: aos 40 minutos, Messi bateu escanteio curto e serviu Enzo Fernández para o empate. Minutos depois, um cruzamento perfeito do camisa 10 encontrou Lautaro Martínez livre na segunda trave para o golpe final.

A final está marcada para domingo no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A Argentina enfrentará a Espanha em busca do bicampeonato. Para a Inglaterra, resta apenas a disputa pelo terceiro lugar contra a França — mais uma vez, uma chance histórica escorregou pelos dedos.

A Argentina avançou à final da Copa do Mundo 2026 nesta quarta-feira em Atlanta, virando sobre a Inglaterra por 2 a 1 em uma semifinal que começou áspera e terminou em triunfo. Lionel Messi não marcou, mas orquestrou a virada nos minutos finais com passes precisos para Enzo Fernández e Lautaro Martínez, consolidando a sétima vitória consecutiva da seleção na competição e abrindo caminho para um possível bicampeonato.

O confronto no Mercedes-Benz Stadium carregava o peso de décadas de rivalidade. Maradona e a Mão de Deus. Claudio Roa defendendo pênaltis. David Beckham buscando redenção. Agora, em 15 de julho de 2026, seria a vez de Messi escrever seu capítulo nesta série de encontros memoráveis. O primeiro tempo foi mais briga que futebol. A tensão natural de um clássico entre essas duas seleções transformou o campo em um lugar onde cotovelos voavam, braçadas aconteciam, pisadas extras eram comuns. A cada falta, empurrões e discussões ao redor do árbitro. A Inglaterra tentou impor seu jogo, pressionando a saída de bola argentina e buscando ultrapassagens pelas laterais com Rogers e Gordon, mas o passe final não encontrava seus companheiros. Messi era marcado de perto por Elliot Anderson, que recebeu cartão aos 36 minutos por uma falta sobre o astro. A única chance de perigo veio quando Enzo Fernández arriscou de longe e quase surpreendeu o goleiro Pickford.

O segundo tempo começou diferente. Dois minutos foram suficientes para que houvesse mais futebol que em toda a primeira metade. Julián Alvarez obrigou Pickford a fazer sua primeira defesa, pegou o rebote e quase marcou. Parecia que a Argentina estava pronta para dominar. Mas o futebol ofereceu uma alternância cruel. Harry Kane lançou, Rice pegou a sobra e serviu Rogers na direita. O cruzamento encontrou Gordon na segunda trave, que se antecipou a Molina e colocou a Inglaterra na frente. Tudo parecia encaminhado para uma final inglesa.

Daí em diante, apenas um time jogou. A Argentina subiu de nível e criou chance após chance. Nico González cabeceou para uma defesa gigante de Pickford após cruzamento de Messi. Mac Allister acertou a trave. Messi novamente criou, e Pickford defendeu outra vez. O gol amadureceu tanto que inevitavelmente saiu. Aos 40 minutos, com a Argentina totalmente aberta e cheia de energia ofensiva, Messi bateu escanteio curto e serviu Enzo Fernández para empatar. A explosão de euforia que se seguiu seria apenas o começo. Minutos depois, Messi novamente pela direita encontrou um cruzamento perfeito para Lautaro Martínez, livre na segunda trave, que deu o golpe final. A Inglaterra, que havia abdicado do jogo, recebeu o castigo. A Argentina, que quis a bola até o fim, recebeu o prêmio.

A final está marcada para domingo no MetLife Stadium em Nova Jersey. A Argentina enfrentará a Espanha, que eliminou a França do outro lado da chave. Será o último ato da maior Copa do Mundo em número de participantes de todos os tempos. Para a Inglaterra, resta apenas a disputa pelo terceiro lugar contra a França no sábado em Miami. Uma chance de voltar a uma final mundial não se apresentava desde 1966, ano de seu único título. Dessa vez, erros e mais erros a levaram por outra rota.

A Argentina subiu de nível e criou várias chances após o intervalo, dominando completamente o segundo tempo
— Análise da partida
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