Aos 7 anos, menino catarinense conquista internet com criação de garnizés e sonho de ser veterinário

Um menino inteiro, vivendo sua paixão sem filtros
A autenticidade de Luiz Miguel com seus garnizés conquistou as redes sociais e surpreendeu até sua própria família.

Em um pequeno município do interior de Santa Catarina, uma criança de sete anos nos lembra que a vocação não escolhe idade — ela simplesmente aparece. Luiz Miguel Nohatto Lorenzetti trocou carrinhos por garnizés aos três anos e, desde então, constrói silenciosamente um propósito que a internet reconheceu antes mesmo que ele soubesse o que era fama. Sua história não é sobre viralização, mas sobre o que acontece quando uma criança encontra, cedo demais para ser coincidência, aquilo que a faz inteira.

  • Em um mundo onde a infância é cada vez mais mediada por telas, um menino de sete anos escolheu galinhas — e a internet parou para olhar.
  • A criação de mais de 20 garnizés exige rotina, responsabilidade e presença diária, tarefas que Luiz Miguel abraça com entusiasmo genuíno após cada tarde de escola.
  • Sua mãe, Karine, admite que não esperava a repercussão: os vídeos mostravam apenas o cotidiano do filho, mas o que o mundo viu foi autenticidade rara.
  • O apelido 'Piá do Ganizé' surgiu naturalmente nas redes, cristalizando em palavras o que todos já percebiam — que ali havia uma vocação, não uma performance.
  • Com planos articulados de cursar medicina veterinária e expandir a criação, Luiz Miguel demonstra que seu amor pelos animais não é fase: é fundação.

Em Santa Terezinha do Progresso, no interior de Santa Catarina, Luiz Miguel Nohatto Lorenzetti, de sete anos, não brinca com carrinhos há algum tempo. Sua coleção foi substituída por mais de vinte garnizés, e seus fins de semana são passados no galinheiro — alimentando as aves, oferecendo água e recolhendo ovos para a família.

A história começou aos três anos, quando um amigo da família quis presenteá-lo com um galo fino. A ave era grande demais para as mãos pequenas do menino, então o presente foi trocado por um casal de garnizés. A partir dali, a paixão não parou de crescer. Sua mãe, Karine, conta que Luiz Miguel convive com cavalos desde bebê, mas foram as aves menores que revelaram sua verdadeira vocação.

A rotina do menino é organizada em torno desse compromisso. Como estuda à tarde, ele sabe que ao chegar em casa precisa cuidar das aves. Além do manejo diário, constrói pequenas gaiolas, brinca de fazendinha com os amigos e costuma levar um dos garnizés para eventos de cavalgada na região — hábito que lhe rendeu o apelido carinhoso de 'Piá do Ganizé' nas redes sociais.

Os vídeos do menino com suas aves surpreenderam até a própria família. Karine não esperava tanta repercussão: o que aparecia nas gravações era apenas o dia a dia dele, sem roteiro nem encenação. O que conquistou seguidores foi exatamente isso — a autenticidade de uma criança vivendo sua paixão sem filtros.

Aos sete anos, Luiz Miguel já fala com clareza sobre o futuro: quer cursar medicina veterinária, expandir a criação com aves de diferentes tamanhos, cores e raças, e também ser fazendeiro por amor aos cavalos. Para quem o observa de perto, esses não são devaneios passageiros. São planos construídos um ovo e um garnizé de cada vez.

Em Santa Terezinha do Progresso, no interior de Santa Catarina, uma criança de sete anos trocou deliberadamente sua coleção de carrinhos pela responsabilidade de cuidar de mais de vinte garnizés. Luiz Miguel Nohatto Lorenzetti não segue o roteiro típico da infância — enquanto outras crianças brincam com bonecos e videogames, ele passa seus fins de semana e tardes no galinheiro, alimentando as aves, oferecendo água fresca e recolhendo ovos para o consumo da família.

Tudo começou aos três anos, quando um amigo da família presenteou o menino com um galo fino. A ave era grande demais para que ele conseguisse segurá-la com facilidade, então o presenteador resolveu trocar por um casal de garnizés — aves menores, mais adequadas para as mãos pequenas de uma criança. Desde aquele momento, a paixão de Luiz Miguel pelas aves não parou de crescer. Sua mãe, Karine Nohatto, explica que a conexão do menino com animais é ainda mais antiga: ele convive com cavalos desde bebê, mas foi especificamente com os garnizés que encontrou sua verdadeira vocação.

A rotina do menino é estruturada em torno desse compromisso. Como estuda no período da tarde, Luiz Miguel sabe que, ao chegar em casa, precisa atender às aves — tarefa que realiza com orientação dos pais, mas com genuíno entusiasmo. Não se trata apenas de uma obrigação: ele constrói pequenas gaiolas, brinca de fazendinha com os amigos e frequentemente leva uma das aves para participar de eventos de cavalgada na região. Essa última prática lhe rendeu um apelido na internet: o "Piá do Ganizé", título que surgiu naturalmente de sua dedicação visível aos pássaros.

Os vídeos de Luiz Miguel com seus garnizés explodiram nas redes sociais, surpreendendo até mesmo sua família. Karine comenta que não esperava tanta repercussão: "Aquilo que aparece nos vídeos é exatamente o dia a dia dele. Não imaginávamos que teria uma repercussão tão grande e que tantas pessoas se encantariam com a história e com a relação dele com os animais". O que conquistou a internet, porém, é simplesmente a autenticidade de uma criança vivendo sua paixão sem filtros.

Aos sete anos, Luiz Miguel já articula com clareza seus planos para o futuro. Ele sonha em cursar medicina veterinária e expandir significativamente a criação na propriedade da família. Segundo sua mãe, ele fala sobre ter aves de vários tamanhos, cores e raças, e também deseja ser fazendeiro porque ama cavalos. Esses não são devaneios passageiros de uma criança — a convivência diária com os animais, o cuidado contínuo e a alegria genuína que demonstra sugerem que sua vocação rural é sólida e profunda. Para Luiz Miguel, o futuro já está sendo construído, um ovo e um garnizé de cada vez.

Aquilo que aparece nos vídeos é exatamente o dia a dia dele. Não imaginávamos que teria uma repercussão tão grande
— Karine Nohatto, mãe de Luiz Miguel
Ele diz que quer ter aves de vários tamanhos, cores e raças. Quer ser fazendeiro também, porque ama cavalos
— Karine Nohatto, sobre os planos futuros do filho
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que você acha que um menino de sete anos abandonaria brinquedos tradicionais por aves?

Model

Acho que não é abandono, é descoberta. Ele encontrou algo que o faz genuinamente feliz — não é obrigação, é paixão. As aves respondem a ele, precisam dele, e isso dá um propósito que brinquedos não conseguem dar.

Inventor

A mãe menciona que ele convive com cavalos desde bebê. Isso muda a história?

Model

Muda tudo. Ele já cresceu em um ambiente rural, cercado por animais. Os garnizés não foram uma ruptura, foram uma descoberta dentro de um mundo que já era seu.

Inventor

Como uma criança incorpora responsabilidade real — alimentar, dar água, recolher ovos — sem que pareça trabalho infantil?

Model

Porque ele escolheu. Quando você escolhe cuidar de algo que ama, não é trabalho, é ritual. E a mãe deixa claro que há orientação dos pais, não abandono.

Inventor

O apelido "Piá do Ganizé" surgiu porque ele leva uma ave para cavalgadas. Isso é inusitado?

Model

É, mas faz sentido perfeito para ele. Ele não separa as partes de sua vida — cavalos, aves, amigos, brincadeira. Tudo é um só mundo.

Inventor

Você acredita que aos sete anos ele realmente quer ser veterinário, ou é só o que as crianças dizem?

Model

A diferença aqui é que ele já está vivendo a profissão. Ele cuida, observa, aprende. Não é um sonho abstrato — é uma continuação natural do que ele já faz.

Inventor

Por que a internet se encantou com isso?

Model

Porque é raro ver uma criança tão inteira, tão presente no que faz. Sem filtros, sem performance. Apenas um menino e seus garnizés.

Contact Us FAQ