Amazon prepara despedimento de até 30 mil funcionários esta semana

Até 30.000 funcionários serão despedidos esta semana, representando o maior corte simultâneo de empregos na história da Amazon.
O maior despedimento simultâneo da história da Amazon
A empresa vai despedir 10% do seu quadro de pessoal esta semana, um corte sem precedentes na sua trajetória.
Mark

Porque é que a Amazon está a fazer isto agora, de uma forma tão concentrada?

Mimi

Porque precisa de mostrar lucros mais fortes aos investidores. O investimento em IA está a custar muito dinheiro, e a empresa quer demonstrar que consegue ser eficiente noutras áreas.

Luke

Mas espera — os analistas já esperam uma queda no lucro líquido. Então este despedimento não vai necessariamente melhorar os números que apresentam quinta-feira?

Mimi

Não, provavelmente não. Mas a narrativa muda. Em vez de parecer que a empresa está a sofrer, parece que está a agir.

Mark

E quanto aos departamentos afetados? Há um padrão?

Mimi

Sim — recursos humanos, operações, dispositivos. São áreas que podem ser consolidadas ou automatizadas. Não é aleatório.

Luke

Mas o número exato — 30 mil — vem de onde? A CNBC cita fontes próximas, mas não sabemos se é confirmado pela Amazon.

Mimi

Verdade. É a estimativa mais credível que temos neste momento, mas a empresa ainda não confirmou publicamente.

Mark

E isto é realmente o maior corte na história da Amazon?

Mimi

Sim. Nos últimos três anos cortaram 27 mil empregos de forma gradual. Isto é 30 mil de uma vez.

Luke

Portanto, em três anos perderam 57 mil empregos no total. Isso é um número que vale a pena destacar.

Mark

O que acontece aos 30 mil depois de receberem os e-mails?

Mimi

Presumivelmente, terão períodos de aviso prévio, indemnizações, talvez ajuda na transição. Mas os detalhes ainda não foram divulgados.

  • Até 30 mil funcionários da Amazon receberão notificações de despedimento esta semana, o maior corte simultâneo na história da empresa.
  • As áreas mais afetadas incluem recursos humanos, operações, dispositivos e serviços — setores que a empresa considera menos essenciais à sua aposta estratégica em IA.
  • Os gestores foram avisados na segunda-feira para enviarem os e-mails de rescisão ao longo dos próximos dias, criando uma onda de incerteza interna sem precedentes.
  • A apresentação dos resultados do terceiro trimestre está marcada para quinta-feira, com previsões de crescimento de faturação de 11%, mas queda no lucro líquido devido aos custos de IA e reestruturação.
  • O mercado aguarda para perceber se este movimento será lido como sinal de força estratégica ou como sintoma de dificuldades mais profundas na organização.

Em Seattle, uma das maiores empresas do mundo prepara-se para despedir até 30 mil pessoas numa única semana — o maior corte simultâneo da sua história. Este movimento, que representa 10% da força de trabalho da Amazon, não é apenas uma decisão financeira: é uma declaração sobre o futuro que a empresa escolheu construir, assente na inteligência artificial e na eficiência operacional, ainda que à custa de dezenas de milhares de vidas profissionais. Num setor tecnológico já marcado por quase 100 mil despedimentos em 2025, a Amazon distingue-se pela escala e pela brutalidade da velocidade.

A Amazon está prestes a executar o maior despedimento da sua história: até 30 mil funcionários receberão cartas de rescisão esta semana, num corte que representa 10% de toda a força de trabalho da empresa. Os gestores foram informados na segunda-feira, e os e-mails serão enviados ao longo dos próximos dias. As áreas mais afetadas são recursos humanos, operações, dispositivos e serviços.

Embora a empresa tenha eliminado progressivamente cerca de 27 mil postos de trabalho nos últimos três anos, nunca tinha concentrado tantos despedimentos num único momento. O timing coincide com a apresentação dos resultados do terceiro trimestre na quinta-feira: os analistas esperam um crescimento de faturação de 11%, mas antecipam uma queda no lucro líquido, pressionado pelos investimentos crescentes em inteligência artificial, infraestrutura e pelos custos desta reestruturação.

O contexto é mais amplo do que uma só empresa. Em 2025, o setor tecnológico norte-americano já perdeu cerca de 98 mil empregos em mais de 200 empresas. A Amazon, porém, faz um movimento particularmente agressivo — concentrando numa semana o que outros espalharam por meses. A questão que paira sobre os próximos dias é se o mercado interpretará esta decisão como coragem estratégica ou como sinal de problemas mais profundos.

A Amazon está prestes a anunciar o maior despedimento da sua história. Até 30 mil funcionários receberão cartas de rescisão esta semana — um corte que representa 10% de toda a força de trabalho da empresa e marca um ponto de viragem na estratégia de reestruturação que começou em 2022.

Os gestores de diferentes departamentos foram informados na segunda-feira de que os e-mails de despedimento seriam enviados ao longo dos próximos dias. O corte afetará principalmente recursos humanos, pessoal de serviços, operações, dispositivos e outras áreas da multinacional. Embora a Amazon tenha eliminado progressivamente cerca de 27 mil postos de trabalho nos últimos três anos, nunca tinha despedido tantas pessoas de uma só vez.

O timing não é casual. A empresa de Seattle apresentará os resultados do terceiro trimestre na próxima quinta-feira, quando os analistas esperam ver um aumento de faturação de cerca de 11% em relação a 2024. Mas há um lado mais sombrio nesse quadro financeiro: o lucro líquido deverá sofrer uma ligeira queda, impulsionada pelos custos crescentes de investimento em inteligência artificial, infraestrutura de logística e agora pelos custos desta reestruturação em massa.

O setor tecnológico como um todo está a passar por um período turbulento. Segundo dados de sites especializados como Layoffs.fyi, foram perdidos cerca de 98 mil empregos em 216 empresas tecnológicas nos Estados Unidos apenas durante 2025. A Amazon, porém, está a fazer um movimento particularmente agressivo — concentrando num único evento o que outras empresas espalharam ao longo de meses.

O que torna este momento significativo é a escala e a velocidade. Trinta mil pessoas, muitas delas com anos de serviço, receberão notificação de despedimento praticamente em simultâneo. Para a Amazon, a mensagem é clara: a empresa está a fazer uma aposta estratégica em inteligência artificial e eficiência operacional, e está disposta a pagar o preço humano dessa transformação. Os próximos dias dirão se o mercado vê isto como um sinal de força — uma empresa a tomar decisões difíceis para se posicionar no futuro — ou como um aviso de problemas mais profundos na saúde da organização.

Os gestores das diferentes equipas afetadas comunicaram que durante a semana enviarão os e-mails de despedimento
— Fontes próximas do assunto citadas pela CNBC
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